<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430</id><updated>2011-12-07T02:01:08.757-02:00</updated><title type='text'>Coisetal, talecoisa.</title><subtitle type='html'>Causos, tititis, sagas edificantes e assuntos aleatórios.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>127</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-617194040267594221</id><published>2011-12-07T01:56:00.001-02:00</published><updated>2011-12-07T01:58:52.244-02:00</updated><title type='text'>Uma história sobre a obsessão corinthiana</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Vini Noronha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma coisa que eu gostaria de lembrar, e vai ser a última que vou  escrever sobre o Corinthians esse ano. É uma história sobre obsessão.  Espero que tenham paciência de ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1954 e 1977, quando os  estaduais tinham status de principal competição a ser disputada por  qualquer clube, inclusive acima de campeonatos nacionais e até mesmo de  Libertadores, por conta da maior intimidade local e do aspecto mais  próximo que aqueles tempos propiciaram para o amante de futebol  acompanhar seu time em paz, indo aos estádios, aplaudindo até mesmo  jogadores de adversários (coisa impossível de pensar hoje em dia), o  Timão se tornou motivo maior de risadas no estado de São Paulo. Isso se  transformou em uma sofrida obsessão no decorrer de cada ano de piadas (e  apesar disso sua torcida aumentou consideravelmente, coisa que só o  corinthianismo explica), até que o clube conseguiu se recuperar em 77.  Ganhou muitos títulos daí por diante e até hoje é o time com maior  número de conquistas estaduais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do fim dos anos 70, com a  sina paulista finalmente quebrada, a nova obsessão corinthiana e o novo  motivo-mór de chacotas para diminuir o time era a conquista nacional.  Por conta de diversos aspectos (entre eles uma forte tendência a  valorizar questões patriotas e nacionais, muito por conta das  estratégias da ditadura militar), o Campeonato Brasileiro finalmente  havia "pegado" entre os torcedores, e passou a ser o título mais  cobrado. Só que a maioria dos clubes já tinham uma conquista. Palmeiras e  São Paulo tinham 2, Santos não tinha nenhum, mas ainda podia se gabar  das conquistas nacionais anteriores, e até o Guarani veio a ter a sua  conquista, em 78. O Corinthians nada tinha. Resultado: nova razão para  piadas e nova obsessão alvinegra. Nem mesmo o genial e saudoso Sócrates  conseguiu dar essa glória à Fiel, que viu as risadas aumentarem ano a  ano, fiasco após fiasco, caiu em final contra o Inter, duas vezes em  semifinais, e o coro dos anti engrossando o escárnio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que veio 1990, e Neto e cia. finalmente soltaram este grito da  garganta de milhões de corinthianos apaixonados. E o que aconteceu  depois? Este mesmo time, traumatizado por não conseguir nenhuma taça  nacional, se tornou desde então o maior campeão nacional: foram 5  Brasileirões e 3 Copas do Brasil em 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí que está...  Os anos 90 trouxeram um outro alvo à tona. A ditadura se foi, a  globalização dava seus largos passos, e algo de novo aconteceu. Um  campeonato que já tinha sua importância, mas que ainda era relativizada  pelas conquistas dentro do território brazuca, ganhou força e prestígio  no Brasil. Com as conquistas da Libertadores do São Paulo em 92 e 93, do  Grêmio em 95, do Vasco em 98 e do Palmeiras em 99, a década viu um novo  torneio de clubes ser o maior objeto de cobiça, e os torcedores rivais  encontraram mais uma fonte para tirar sarro do Corinthians. Uma nova  obsessão chegou! E ela vai se fortalecendo e se nutrindo, como em todos  as outros casos, justamente daquilo que aparentemente a derruba, a  apequena, a coloca à revelia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acostumado que está, o corinthiano sabe que sua sina está escrita. Este  mesmo filme de hoje ele viu em tantos outros tempos, com finais que ele  já conhece de cor. Os motivos desta inabilidade de lidar com a sua  obsessão são variados: administrações quase amadoras, pressão demasiada,  gênios que surgiam na base de outros times. Mas, no final, ele sempre  conseguiu sorrir mais, porque quando ele aprende a ganhar, ninguém ganha  mais do que ele. Foi assim com o Paulista, foi assim com o Brasileirão,  e será assim também com a Libertadores. E quando essa nova "eternidade" acontecer (teve 23 anos em um caso, cerca de 20 em outro... Hmmm, essa nova  já tá por volta dessa idade, hein?), por favor, torcedores rivais,  tentem criar mais um torneio pra nos chacotar e nos dar mais uma  obsessão. Só que sejam espertos. Tomem cuidado e sejam rápidos para que o  Corinthians não aprenda de uma vez que não existe obsessão, e sim  superação e aprendizado. E assim aprendam rapidamente a ganhar o torneio  e consequentemente, a expurgar a obsessão antes mesmo de vocês  conseguirem criar o motivo da mesma existir. Porque daí, meus caros,  vocês correm o sério risco de perceber que a maior obsessão não foi  nenhuma dessas que nos acalentou durante a nossa História, mas a de  vocês de tentar diminuir o que tanto os incomoda. E aí terão também a  obsessão, esta incurável, de perceberem o quanto são medíocres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-617194040267594221?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/617194040267594221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=617194040267594221' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/617194040267594221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/617194040267594221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2011/12/uma-historia-sobre-obsessao-corinthiana.html' title='Uma história sobre a obsessão corinthiana'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5522994931226359757</id><published>2009-12-19T14:58:00.000-02:00</published><updated>2009-12-19T14:59:18.480-02:00</updated><title type='text'>Cura.</title><content type='html'>- Doutor, então quer dizer que não sentirei mais dores?&lt;br /&gt;- Não sentirá.&lt;br /&gt;- De nenhuma espécie?&lt;br /&gt;- Nenhum tipo de dor.&lt;br /&gt;- Nem mesmo as de amor?&lt;br /&gt;- Garanto que não!&lt;br /&gt;- Nada de desilusões, traições, falsas amizades…&lt;br /&gt;- Foram embora.&lt;br /&gt;- E a solidão, doutor?&lt;br /&gt;- Todos vão se juntar a você.&lt;br /&gt;- Ódio, rancor, ira?&lt;br /&gt;- Apenas o perdão.&lt;br /&gt;- Medos, angústias, ansiedades?&lt;br /&gt;- Apenas as certezas.&lt;br /&gt;- Nada de lágrimas?&lt;br /&gt;- Secaram.&lt;br /&gt;- Então estou curado mesmo?&lt;br /&gt;- Completamente curado.&lt;br /&gt;- Nossa, muito obrigado, doutor!&lt;br /&gt;- Fiz tudo o que pude, rapaz.&lt;br /&gt;- Posso pedir só mais um favor?&lt;br /&gt;- Claro.&lt;br /&gt;- Fecha a gaveta para mim?&lt;br /&gt;- Sim. Já tinha mesmo que escrever o relatório. Adeus!&lt;br /&gt;- Adeus!&lt;br /&gt;Então o médico legista apaga as luzes e encaminha-se para escrever a certidão de óbito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5522994931226359757?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5522994931226359757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5522994931226359757' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5522994931226359757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5522994931226359757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/12/cura.html' title='Cura.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-709223079074600527</id><published>2009-11-24T16:26:00.005-02:00</published><updated>2009-11-24T17:02:14.018-02:00</updated><title type='text'>Discussão no bar.</title><content type='html'>Saímos cedo, umas 17:00, e como a regra ditava logo esquecemos as circunstâncias. A batida na porta do carro para fechar veio antes mesmo do primeiro olhar. Depois, todo um caminho tortuoso, cheio de semáforos, pedestres desastrados e pedidos apagados de adeus, tomou conta daquele microespaço entre você e eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fingi não me importar, atuei como sempre e desativei os sentidos com o intuito de que o silêncio ensurdecedor parecesse manifestação natural das coisas. Ao passo em que as primeiras perguntas triviais vieram, as respostas automáticas estavam rotineiramente na ponta da língua. Ufa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descemos. Primeiro você. Diante daquele bar, finalmente percebemos a chance de algum tipo de conectividade, aliada à permissão e à sustentação provida por copos e mais copos de cerveja e alguns cigarros frequentes. Os julgamentos ficariam apenas num plano subjetivo, não precisariam se transformar em outdoor nas nossas reações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos uma conversa bastante simples. Falamos primeiramente sobre os pequenos problemas no trabalho que todo mundo tem, depois as arestas familiares que todo mundo tem a obrigação de tentar aparar, e por fim os gastos, dívidas, apertos, convenientes para acreditarmos que os nossos entreveres são tão inéditos quanto o alívio, a surpresa e o desgaste desses instantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um tempo, a ocasião unida a algum tipo de erupção nos deu o privilégio de papear algo mais profundo, que dissesse diretamente ao momento emergente, e que regasse plantas e alimentasse aquários daquele dia. Nem sei como exatamente começou (a gente nunca sabe o disparo de algo importante assim), mas de repente, todo um possível texto-desabafo que poderia servir para um post deste blog começou a virar diálogo cheio de ácido sulfúrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tom aumentou, e aumentou, e as pessoas das mesas ao redor já observavam aos cochichos, os garçons evitavam chegar perto e torciam apenas para que objetos não fossem atirados e atingissem os demais clientes. Mínima importância. O fato é que, até então, tinha engasgado de meu próprio receio de perturbar durante não sei quantos meses, aliás acho que anos, aquele relacionamento que mais parecia uma dor crônica. E o surpreendente para mim é que ela padecia de semelhanças, até no maior asco ou no menor vício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não entrarei nas minúcias do que virou alvo e artilharia. Mas é na morte que a gente se revela, e é na destruição que conseguimos compadecer daquilo que somos. Eu discuti como quem enfia dois dedos na garganta. Certo de que teria alívio. Tive mais. Tive, na mesma medida, perda e cura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-709223079074600527?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/709223079074600527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=709223079074600527' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/709223079074600527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/709223079074600527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/11/discussao-no-bar.html' title='Discussão no bar.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6178049222873195961</id><published>2009-11-03T16:29:00.004-02:00</published><updated>2009-11-03T16:53:18.573-02:00</updated><title type='text'>Resumo.</title><content type='html'>Escrever pouco não dá. Poucas linhas nunca adiantam. Palavras economizadas sempre vão deixar um vácuo entre aquilo que se pretende descrever e o que é compreendido pelos óculos de leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero mais escrever o mínimo. O texto enxuto, quase monossilábico, não tem a capacidade de exemplificar a megalomania que eu quero passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu busco o exagero, é porque ele me conforta em sua prolixidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É porque assim redigindo aos montes quem sabe eu possa encontrar uma agulha no palheiro. Já que não tenho peneira ou disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que esse meio tenha tudo ou nada a ver com o início lá em cima, ou com o fim que se aproxima. Mesmo porque ter o que escrever é pra quem só tem despreocupações, que está em endredons, quem escreve com o ventilador do lado, quem não tem halteres nos dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que cansa, desanima, mas é assim e tem que ser assim. A urgência é a única coisa que interessa, ainda que nunca saiba exatamente do quê. Mas a razão desse texto não é explicar tim-tim por tim-tim qualquer consideração para incautos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrever por escrever. Banal e imprescindível. Ler já é outra coisa, fica a critério de quem notar. nas entrelinhas de divagações ocas, o que de repente me fez estar aqui e ressuscitar esse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda enrolo, faço jograis, conjecturas, ligações improváveis, ou digo que faço eu não faço porra nenhuma. Só pra ter mais um parágrafo. Só pra ter mais tempo de lembrar que razão é pra idiotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, isso aqui pode ser tudo: bilhete de despedida, carta cliptografada, contrato de ausência. Sei que testemunho é. Sei que, se você recitar tudo isso aos berros, vai se aproximar mais do que seria uma proposta original aqui realizada. O resto, sinceramente, não me interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provável mesmo que você descubra sobre o que o texto trata antes de mim. E é pra isso mesmo que, aí embaixo, você pode fazer comentários a respeito do que poderia ser compactado em um haicai. Ou do que nem uma biblioteca inteira conseguiria incorporar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6178049222873195961?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6178049222873195961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6178049222873195961' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6178049222873195961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6178049222873195961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/11/quase-haikai.html' title='Resumo.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1826507650096577128</id><published>2009-08-01T23:31:00.001-03:00</published><updated>2009-08-01T23:31:04.562-03:00</updated><title type='text'>Uma pessoa que não conheço.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tive a idéia de me propor um desafio: escrever algo sobre alguém que eu não conheço. Alguém que eu nunca vi pessoalmente, nem tenha sabido nada a respeito na mídia. Alguém que, como se provou ao longo da entrevista, eu precisaria mesmo conhecer. Acho que vocês também.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente este homem é rico, como todos disseram que um dia ele seria. Trabalha muito e ganha bem, também estuda, dá aulas e escreve livros. Sua profissão: consultor. Casado, religioso e com uma linda família, pelo que me disse. E disse com tanto fervor que deveria ser verdade. De resto, viajou o mundo todo dando palestras ou apenas curtindo outras culturas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu o vi andando no parque, e ele, simpático e com tempo livre, me deu o prazer desta pequena entrevista. Durante nossa conversa o senhor, aparentando 70 anos, me contou que teve amigos desde que se lembra da sua infância. Jogava bola com os vizinhos no quintal e fora dele era pega-pega, esconde-esconde, pula-pula e corrida de bicicleta no parque. Nunca sofreu de solidão. Alguns amigos cresceram tão juntos que ainda estão presentes na lista de contatos. Amigos de infância.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nunca foi protegido demais pelos pais. Portanto, sentia-se livre para conversar o que sabia, aprontar o que pudesse, inventar o que quisesse, sem sofrer demais com as repressões. Os pais o castigavam apenas quando era algo muito perigoso, como subir na laje. Tinha grandes recordações desse tempo. Nunca teve grandes problemas em entender o mundo que o cercava, as pessoas e todo o resto – nem sensível demais, nem de menos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se dava bem no colégio, mas não se preocupava apenas em tirar notas altas. Seus pais não o obrigavam a tanto e nem davam valor excessivo ao estudo. O suficiente para passar de ano estava bom, e o resto da sua atenção dedicava a conversar, se divertir e paquerar. Apesar de beleza não ser uma de suas qualidades, se dava bem com as garotas. "Sabia levar na lábia", me disse.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no colégio, me contou de todas as coisas que aprontou de todas as vezes que, rindo, foi parar na diretoria. Com ele não tinha vez: era aparecer a oportunidade, pensava rápido em alguma maluquice e zaz, estava feito. Diz com orgulho que nunca hesitou. Viveu de certa forma com ousadia, audácia, sem muitos medos. Levou muito na cabeça, mas aprendeu com os erros e não pela falta deles.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fez todos os cursos que queria: inglês, espanhol, japonês, desenho, pintura, kung fu, futebol, webdesign, programação, tudo antes de decidir por uma faculdade. Também gostava de ler nos tempos livres, mas nunca demais, a ponto de substituir a vida real. Preferia namorar, jogar bola depois das aulas e sair às sextas, para as baladas. Gostava de dançar e de beber.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudou bastante, mas tinha a facilidade de não ser inseguro. Passou de raspão na faculdade que escolheu – e que, aliás, foi escolhida de última hora. Indeciso? Não, era apenas pela emoção de decidir seu futuro naquele instante. Como todo adolescente normal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se deu bem com os colegas de turma e com os professores. Além da facilidade em fazer amigos e mobilizá-los, sabia mostrar seu trabalho e impor suas idéias com facilidade. Tinha talento para liderança. Iria ficar rico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Arranjou empregos com facilidade graças a indicações, mas acima de tudo por ser extrovertido, carismático e interessante – eu mesmo pude apreciar isso, observando a graça com que contava suas histórias. Era seguro, também. E por mais que oportunidades difíceis aparecessem, ele topava sem medo e conseguia superar os desafios.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E foi num desses empregos que conheceu sua atual mulher. Namoraram e a pediu em casamento em pleno expediente, com a torcida dos colegas e com festa para ambos. Mais um dia inesquecível para contar para seus futuros filhos, netos e para este mero e desconhecido curioso que passava por perto. Uma vida inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pena que eu não conheço este homem. Provavelmente nunca vou conhecê-lo, e nem vocês. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este homem sou eu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1826507650096577128?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1826507650096577128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1826507650096577128' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1826507650096577128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1826507650096577128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/08/uma-pessoa-que-nao-conheco_01.html' title='Uma pessoa que não conheço.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8414561730084890457</id><published>2009-07-24T12:26:00.002-03:00</published><updated>2009-07-24T13:43:38.684-03:00</updated><title type='text'>Morfina.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acordo, faço afagos no meu gato e vou tomar café que sobrara na garrafa térmica, que desconfio não terem fechado direito. Amornado pelo tempo, o líquido escorre devagar e se mescla ao leite engordurado que perecia na leiteira. Ainda resta a fumaça do que antes deveria ser calor, e a respiro antes do primeiro gole para não perder a sensação. O pão está envelhecido. Parece ter a minha idade. Não sinto vontade de encostá-lo na boca. Recordo que não me lembro do meu último beijo em alguém.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com meu pijama, um casaco e um chinelo improvisado nos pés cobertos pela meia, ando cuidadosamente pelo corredor. Pelas beiradas vou dobrando as curvas, até chegar aos baldes de lixo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Separados entre recicláveis e não-recicláveis, cada sacola nas minhas mãos possui uma cor: verde para os primeiros, azul para os segundos. Em caso de dúvida, era só sentir o peso: restos orgânicos são sempre mais incômodos de carregar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma sexta-feira chuvosa. Nove horas de um novo dia. Céu branco acinzentado. Para trás de mim, deixo a porta aberto de meu apartamento. Ainda no escuro, sem aparelhos ligados, janelas fechadas, camas por fazer e a típica poeira no ar que faz a respiração sofrer. Todos foram trabalhar e cuidar de suas vidas. Fiquei eu com o papel de arrumar a bagunça da noite anterior.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao olhar para as janelas vizinhas, sinto que minha cidade não saiu das cobertas: as nuvens cobrem cada casa, cada jardim e cada passante na rua em seus sóbrios guarda-chuvas. A água que cai do céu é silenciosa e melancólica – me lembra as lágrimas de alguém que dorme com saudades de outro alguém. Talvez sejam as minhas. O efeito anestésico das lembranças efêmeras só é quebrado por uma máquina de lavar. Um estômago metálico que gira com a ânsia dos trapos sujos que comeu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Abro a tampa de um dos baldes com as duas sacolas nas mãos. Mas há algo errado. Não lembro qual é o lixo reciclado e qual não é. Esqueci também qual a cor de cada um, e por segundos ambos – restos orgânicos e plásticos - pareciam ter o mesmo peso. É difícil definir a sensação, pois nem esquecimento parecia. Tudo o que fiz, por segundos intermináveis, foi observar as sacolas, os baldes e meus pés. Talvez nem observar seria: não havia nada de incomum a não ser eu mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E assim fiquei: atônito. Sem movimentos. Sem pensamentos ou sensações. Sem frio, sem calor, sem ar para respirar. Nem mesmo vestígios de existir. Apenas permanecia. Imóvel. Calado. Ausente. Senti alguém se aproximando, fazendo sombra. Sem pudores ou vergonhas daquela cena patética, virei-me e descobri ser apenas um vaso de planta. Como não puxou assunto, voltei à minha letargia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por um momento, parecia que havia penetrado no insólito mundo real, e que dele não conseguia despertar. Por um momento, então, notei que nada havia. Tentei me lembrar de quem sentia saudades, e não havia ninguém. Por quem havia chorado, não havia. Quem tivesse beijado, não havia. Não tinha havido festa na noite anterior. Nem pessoas que tivessem ido trabalhar, nem cuidar de suas vidas. Não morava com ninguém.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo o que havia era o lixo, o barulho da máquina e o café amargo no meu estômago. Este sim metálico, que girava com ânsia dos trapos sujos que comi: a miséria, a sofreguidão, os momentos insossos dos quais me alimentava há tantos anos. Senti uma vontade quase incontrolável de vomitar a mim mesmo. Decidi rápido qual sacola ia em qual balde, voltei a passos rápidos, fechei a porta de meu apartamento escuro e não saí mais pelo resto do dia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora que estou com um pouco de tempo, resolvi escrever pra tirar um pouco a poeira do blog =). Ah, fiquem tranquilos: não é autobiográfico.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8414561730084890457?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8414561730084890457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8414561730084890457' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8414561730084890457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8414561730084890457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/07/morfina.html' title='Morfina.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3558671093144113627</id><published>2009-03-25T11:26:00.013-03:00</published><updated>2009-03-30T20:34:55.318-03:00</updated><title type='text'>Ontem acordei chupando limão</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se lhe fosse ordenado que escolhesse uma característica que a identificasse, (obedeceria) era a de que prezava a ordem acima de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso deixava que tudo se bagunçasse durante meses, pra que pudesse ter o prazer (Freud, explicae!) de colocá-las no lugar. Guardava papéis, panfletos, embalagens, canetas vazias e tranqueiras mais para depois poder amassá-las, rasgá-las, decepá-las, esquartejá-las, fazer um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;snuff movie&lt;/span&gt; com elas e depois doar os órgãos pra usina de reciclagem clandestina mais próxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, saboreava a liberdade e a satisfação de ver uma grande sacola de restos de memórias inúteis indo embora, ao mesmo tempo em que alimentava seus instintos sádicos e fingia que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) driblava a inércia&lt;br /&gt;b) abria para si um pouco de espaço naquele mundo que aimeudeus como sufoca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim ia-se indo e se adiando tarefas mais importantes que, sim, gostava de realizar, mas que tinha verdadeira ojeriza em &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(192, 192, 192);"&gt;INICIAR&lt;/span&gt;*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;span style="font-size:78%;"&gt;BUUUUUU...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3558671093144113627?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3558671093144113627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3558671093144113627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3558671093144113627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3558671093144113627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/post-marcacao.html' title='Ontem acordei chupando limão'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-963774246092533528</id><published>2009-03-22T22:32:00.002-03:00</published><updated>2009-03-22T23:11:33.805-03:00</updated><title type='text'>Eu, outdoor.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Felipe Grilo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De frente para uma avenida, um homem em cima de uma escada e de cola em punho, ajeitou minhas folhas, me deu forma e aqui estou. Um outdoor de formato convencional, impressos em quatro cores e sem apliques, oito palavras em uma frase, uma foto de alguém, outra do produto e a marca de um anunciante. Antes de estar aqui não lembro como fui concebido, mas o mais comum é que publicitários desenhem e escrevam minhas mensagens dentro de um computador, para depois passarem tudo a uma impressora gigante, e então ao suporte metálico que pode estar em qualquer rua, avenida, estrada... tudo a depender das decisões que fizerem por mim.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não sei até que ponto isso se parece com a gestação de uma pessoa, boa ou má, pela sua sociedade. Só sei que daqui de cima vejo um garoto pichando o muro com sua assinatura. Nós dois somos vândalos. Um com motivos para ser, outro sem. Custa saber qual é qual.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não importa. Nasci (ou melhor, surgi) e tenho uma missão a cumprir até meu último dia de vida, que será daqui a 14 dias – uma bissemana, como dizem os publicitários: dizer estas oito palavras, mostrar estas imagens e o logotipo do anunciante ao maior número de pessoas possível. Em suma, vender uma idéia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Daqui de cima vejo um daqueles pregadores de igreja que procuram salvar vidas com seus sermões. Vejo também índios tocadores de flautas e vendedores ambulantes. Todos eles possuem algo em comum comigo: passam a vida tentando vender as suas idéias a outras pessoas, que as ignoram como se fossem mendigos. A única diferença entre eles e eu é que não sabem quanto tempo têm de vida. Ah, se soubessem...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para fazer meu trabalho com mais eficiência, é bom que eu seja assim: grande em proporções, berrante nas cores e simples nas idéias. Uma mensagem gritada, sem romance, sem diálogo e, não raramente, sem razão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando chegar a noite você vai ver o mesmo que eu: uma prostituta encostada no poste. Ela se monta, se maqueia, se penteia e se exibe marginal e maravilhosamente... mas quando chega alguém o papo é curto: "você me dá 5, eu chupo seu pau."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como é de dia, podemos ficar com vistas mais prosaicas (se é que um vocabulário assim cabe para um outdoor). Veja: malabaristas de farol, moças de concessionária, mendigos, punks de boutique, empresários e todas as outras pessoas procuram chamar atenção pelo que vestem, possuem, fazem, exibem... mas se chegar perto demais, mais intimamente, não possuem mais do que oito palavras para compartilhar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu, outdoor, preciso disputar a atenção dos passantes em meio a diversos outros outdoors por aqui. Nós nos ignoramos: dizemos o que precisamos dizer, mas não conversamos sobre o que dizemos. Afinal, ninguém pode questionar que o MEU sabão lava mais branco que o dele, por mais irracional que seja a afirmação. Não é possível lavar cada vez mais branco.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vejo muita gente de carne e osso, passando pela rua, que age da mesma forma falando ao celular.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nunca achei nada disso muito triste, apesar de meus dias acabarem rápido. Tenho 14 dias para colocar a minha alma neste mundo. Uma promessa de felicidade que deve marcar eternamente a vida das pessoas... isto é, até eu serei trocado por uma propaganda de condomínio em construção. É verdade que alguns vão notar a mudança na paisagem, mas ninguém vai sentir a minha falta. Nem mesmo da promessa que eu fiz e parti sem cumprir. Estão acostumadas. Meu sucessor fará uma promessa ainda melhor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É como aquele casalzinho lá embaixo. O garoto está prometendo à sua garota que nunca mais vai magoá-la, que é o amor de sua vida e que serão felizes para sempre. Mesmo depois do casamento. Daqui a uma bissemana eles terminam o namoro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-963774246092533528?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/963774246092533528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=963774246092533528' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/963774246092533528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/963774246092533528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/eu-outdoor.html' title='Eu, outdoor.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3445528325142955001</id><published>2009-03-16T13:57:00.000-03:00</published><updated>2009-03-16T13:58:26.959-03:00</updated><title type='text'>Entropia.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Sergio Faria.&lt;/i&gt;&lt;p&gt;Quem me conhece bem sabe que sou um pessoa diícil quando rola uma mágoa, uma decepção, uma sacanagem. Sabem que sou orgulhoso, ranzinza, intransigente e teimoso. Consigo perdoar mas não consigo esquecer. E guardo as lembranças dos vacilos com cuidado pra que em momentos de distração eu não esqueça do que me fizeram e assim não me deixar levar pelo coração e acabar voltando como um cachorrinho otário abanando o rabo. E hoje em dia tô bem pior pois tô mais velho e cada vez mais sem paciência. Já quem não me conhece direito acha que sou bem legal, bom sujeito, super do bem, um cara diferente, especial, o diabo a quatro. Ouço de tudo. Mas como sei bem o que sou (hoje bem mais), não dou a mínima quando me jogam confete. Deixo eles se iludirem, claro, desde que isso não interfira num relacionamento que possa vir a ser bacana, saudável. Os que me conhecem mesmo sabem que não sou santo e que nem pretendo ser tão cedo. E dependendo do meu momento, do meu estado de espírito, sigo cagando e andando pra todos e falo de meus podres abertamente, me expondo até pra pessoas estranhas. Transparência? Imaturidade? Autenticidade? Sinceramente não sei se isso é tão ridículo assim, se é bom ou se é ruim, mas acho que preciso definitivamente mudar meu jeito de ser, de tratar com as pessoas, de falar, de agir com elas. Por conta desse meu comportamento inconveniente, desse meu jeito falastrão, dessa minha ingenuidade fora de época, assumo sem o menor pudor que sou um péssimo professor de música. Sei muito bem que minha função é ajudar as pessoas a crescerem musicalmente, auxiliar no desenvolvimento em seus instrumentos, mas como não consigo ser um profissional sério o tempo todo porque sempre saio do foco entrando em “viagens” que quase sempre são pessoais, só me resta tentar conduzir minhas aulas de uma maneira mais descontraída pra eles, procurando lesar cada vez menos esse pessoal que na sua maioria são bem legais e tolerantes comigo. Sei também que brincar, falar merda e até mesmo dar uma de Patch Adams na minha rotina é a forma que encontrei de deixar meu cotidiano menos chato, de enxergar minha profissão menos inútil e de tornar meu dia menos doloroso, e isso é fundamental pra mim porque quando racionalizo e me vejo atuando, acho tudo um saco, uma ilusão, um porre, mas olhando com mais calma tenho que reconhecer que tudo tem um limite mesmo. Não que eu não goste do que faço. A música na verdade é o meu pretexto pra encontrar as pessoas, aprender com elas, fazer amizades. Mas tem outro problema: como não tô nem aí pra minha posição de professor, o meu jeito de olhar pra todos é igual. Desde o moleque de 9 anos que nem sabe direito onde mora até aquele idoso com duas pontes de safena que adora contar as aventuras da sua adolescência. Se em algum momento de minha vida todos eram pra mim culpados até prova em contrário, hoje tô mais aberto, receptivo e esperançoso de que vários deles deixem de ser somente alunos pra virem a fazer parte do meu círculo de amizades. Mas infelizmente nem todos conseguem enxergar isso ou mesmo ter o mínimo de sensibilidade pra sacar quando voce veste a camisa por eles. E é aí que mora outro grande problema. Como nunca tive a pretensão de me tornar um respeitado profissional nessa área, nem quero ser reconhecido pela minha didática, continuo largadão, sem ligar pro dinheiro nem pros minutos que ultrapassaram a hora da aula ,e assim acabo relaxando novamente , desleixando e me comportando como um professor de araque. Então esqueço das regras, dos limites, da ética, e lá vou eu querer fazer as pessoas rirem ou mesmo mudar o mundo. Como na semana passada que brinquei com uma aluna nova da turma de teoria citando o AA depois que ela deu seu “depoimento” falando que antes de se converter ouvia rock, samba e outros estilos profanos. E não é que na aula seguinte com meu irmão ela desabafou chorando que se sentiu muito mal e humilhada (!) com meu comentário e por causa disso até resolveu desitir do seu curso de teclado? Como assim? Será que vou ter que tratar todos os alunos como colegiais e medir minhas palavras pra não maltratar a ninguém? Não seria subestimar a inteligência de todos se eu agisse como a professorinha do 1ª série? É foda. Mas talvez pior que esse episódio tenha sido o daquela menina de 13 anos que ficou irritada comigo só porque sugeri um tom melhor pra uma música que ela tava estudando na aula de canto. Eu só queria que ela subisse o tom pra valorizar o timbre e dar brilho a sua voz que é bem bonita e afinada. Só que ela não entendeu nada e ficou putinha comigo. Levantou pra beber água enquanto eu procurava no violão um tom melhor pra ela. Depois quando fui pacientemente e de forma bem humorada explicar que o lance não era com ela e sim com a altura da música que tava meio fora do seu registro, ela foi grossa e me secou com um olhar que eu nunca tinha visto da parte dela. Isso tudo na frente do seu professor e ao lado da mãe omissa (retardada?) que não fez absolutamente nada Incrível! Eu já sabia que a pirralha era mimada mas nunca imaginei que ela pudesse ser tão mal educada assim e pior, fora da sua casa! Depois disso, parei e me perguntei: o que é que eu to fazendo aqui? Mesmo muito irritado, me controlei levantei e falei numa boa que ela poderia cantar a música que quisesse, no tom que quisesse, do jeito que quisesse. O clima ficou esquisito e eu fiquei com aquilo entalado na garganta. o resto do dia. Depois da aula o professor veio falar comigo. Disse que ela tinha errado mas eu também. Não deu pra gente aprofundar o assunto porque ele teve que ir embora mas provavelmente o meu erro ao qual ele se referiu era o de ter me metido na sua aula. Só pode. Certíssimo. Diante dessas pixotadas fiquei meio derrubado, muito injuriado e querendo radicalizar. Pedi conselhos a milha mulher pra eu melhorar meu jeito. As dicas que ela me deu não me ajudaram muito. Todas as coisas que ela me falou eu já tava careca de saber: que eu falo demais, que sou espalhafatoso, que gosto de complicar, blá blá blá... Fiquei numa sinuca de bico sem saber pra onde ir. Será que devo ser frio e concordar com um antigo professor de música que me falava que os alunos são somente números e devem ser tratados como gados? Não dá, não consigo. Mas se trato bem, levo trabalho pra casa, tiro música de madrugada e mando por email, dou conselhos e levanto o astral, faço música pro cara dar pra namorada, ajudo a fazer rescisão de contrato, dou cafezinho, formo casais, monto bandas, indico dentista, faço serviço de luhier de graça, baixo músicas na internet, tiro dúvidas fora da aula, distribuo currículo, dou carona e o escambau, mesmo assim muitos me abandonam, somem mesmo e não tem a menor consideração de pelo menos ligar pra avisar que não vem mais. Apesar de tudo isso, não consigo, não sei como mudar meu jeito. Então como canalizar minhas energias naquilo que felizmente ou infelizmente acabou virando minha vida, meu trabalho? Vou tentar, me esforçar ao máximo, tentar ser o tal profissional, o meio termo, o cara equilibrado, metódico até certo ponto mas com uma pitadinha de palhaçada porque senão a coisa fica maçante e pode ser que eu comece a ficar infeliz. E se isso acontecer com certeza aula não vai render. Vamos lá, tudo bem. Se eu conseguir começar minhas aulas na hora certa já vai ser um grande recomeço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3445528325142955001?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3445528325142955001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3445528325142955001' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3445528325142955001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3445528325142955001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/entropia.html' title='Entropia.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1822844182383725095</id><published>2009-03-15T22:11:00.001-03:00</published><updated>2009-03-16T13:53:24.339-03:00</updated><title type='text'>Watchmen</title><content type='html'>Semana passada,imbuído de uma dose alta de expectativa,fui assistir ao filme Watchmen.Para quem não conhece,o filme é baseado numa das Graphic novels mais polêmicas e cultuadas dos anos 80/90,escrita pelo brilhante Allan Moore.Nela,o artista desnuda de uma maneira nunca antes vista,o universo dos super-heróis.Confesso ter tido esse material nas minhas mãos quando criança,atraído pelo visual clássico dos personagens,porém abstrai pouca coisa da obra.Hoje,com uma visão mais critica,quis ver esses personagens criarem vida através do diretor Zack Snyder,apoiado por um elenco de quase-famosos que sustenta as quase três horas de película.Mas vamos ao filme em si.A história truncada,passada num cenário de guerra fria,trás à tona toda aquela tensão pré-apocalíptica de um possível conflito nuclear,que permeia todas as relações entre os personagens.A discussão de ética e moral se passa durante todo o tempo em que vemos os heróis atuando em cena.Cada um age de acordo com suas convicções morais do que seria um mundo melhor,mesmo que seja um mundo melhor para eles.Visualmente o filme é competente,e apesar de usar o velho clichê dos spandex coloridos,que são aqueles uniformes colantes tão clássicos,no filme eles acabam sendo úteis como parte da história.Cada detalhe é perfeitamente estudado,trazendo em sua personificação,muito do personagem.O filme homenageia a era de ouro dos quadrinhos,mas também possui um visual atual,ficando algo entre Matrix e X-men.Enfim,não vou ficar comentando mais,com receio de acabar entregando detalhes importantes da trama,porém o filme,na minha modesta opinião,é um dos mais interessantes lançados esse ano,mas que corre o risco de passar despercebido pelo grande público,ávido de clichês super-heróicos.Não que estes não aconteçam,mas ocorrem de uma maneira costurada à trama,ajudando a incrementar ainda mais a fabulosa história.Vale a pena assistir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1822844182383725095?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1822844182383725095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1822844182383725095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1822844182383725095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1822844182383725095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/wacthmen.html' title='Watchmen'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8724806334086265605</id><published>2009-03-10T13:35:00.006-03:00</published><updated>2009-03-10T16:03:51.256-03:00</updated><title type='text'>Será que eu ainda consigo escrever neste blog?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha. &lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Será que eu ainda consigo escrever neste blog? Será que virá alguma inspiração não planejada? Será que é suficiente que eu reserve parte do meu tempo pra escrever que as ideias sairão como vindas de lugar nenhum, e vão disfarçar eficientemente a falta de empenho em buscar algo pra escrever? Será que vou ser acometido por pausas súbitas que imploram por alguma sequência de palavras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que isso é o bastante? Será que as coisas que só ganham sentido depois de realizadas já não estão natimortas? Será que eu tenho que desistir? Me aposentar? Comprar previamente uma cadeira de balanço e desinstalar o Word do meu computador para prevenir qualquer recaída?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que eu preciso de motivos? Será que a confissão de questionar as razões do post já não são aquilo que necessito pra continuar? Será que tudo isso vai me limitar? Será que eu faço tempestade em copo d´água, querendo que cada minúcia do meu texto tenha sua particular significação insubstituível? Será que tudo isso não passa de pretensão demais? Será que tudo isso é falta de pretensão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que eu aprendo? Será que o leitor vai compreender? Será que essa cumplicidade ainda existe, mesmo que esporadicamente, mesmo que sem continuidade, mesmo que tudo que eu esteja escrevendo saia com a irresponsabilidade de quem pondera demais e acaba esvaziando o pensamento? Será que tudo isso não passa de um charlatanismo, de uma postura blasé mala, de um momento de tranqüila realização de algo impermanente e irrelevante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será essa a melhor saída: Escrever sem titubear, não reler, apagar qualquer esperança de que o texto saia coerente, impecável... E seja o que for? E que seja assim dessa vez e para sempre! Será mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me interessa é que, ao menos, consegui voltar a postar aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8724806334086265605?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8724806334086265605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8724806334086265605' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8724806334086265605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8724806334086265605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/sera-que-eu-ainda-consigo-escrever.html' title='Será que eu ainda consigo escrever neste blog?'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3541835097647186850</id><published>2009-03-07T13:31:00.001-03:00</published><updated>2009-03-07T13:31:51.467-03:00</updated><title type='text'>A puberdade.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;Faz falta ser criança, não é? A infância é uma época de nossas vidas que gostamos de revisitar na memória. Todo mundo tem boas coisas para contar e costuma sorrir, às vezes até se emocionar, daquela época em que somos bonitinhos, inocentes, criativos, inteligentes, falamos bobagem pra cacete e cometemos pequenas crueldades sem mágoas, rancores e recriminações, e nas horas vagas exercitamos "a aristocrática arte de não fazer absolutamente nada". Não é à toa que existem muitos autores, como Moacyr Scliar, por exemplo, que colocam na maioria das suas obras as cores e os sabores deliciosos de ser pai e de ser filho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas sabe por que ninguém fala da puberdade com esse mesmo carinho? Porque é uma época escrota. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja só: a bonitisse e a fofura da infância gra-da-ti-va-men-te dão lugar a aspectos mutantes no corpo que fica, no mínimo, pouco estético. Mas não falo só do aspecto físico. Sabemos o quanto a divisão entre infância e adolescência leva a crises psicológicas, emocionais, sem ter idéia precisa de como agir. E sabemos o quanto essas crises dão margem a todo tipo de comportamento. Como cantar "eu sou rebelde", dizer no íntimo "meus pais são ri-dí-cu-los!" sempre que sofrer uma repressão qualquer, se achar dono da verdade por causa de um bigode, independente e com personalidade própria por causa de uns peitinhos, e mesmo assim não conseguir fazer nada sozinho ou responder por coisa alguma. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na escola, de uma hora para outra, os professores se deparam com os pequenos marginais agora organizados em castas: pestes do fundão, esportistas folgados, jogadores de aviãozinho, meninas fúteis, garotos fedorentos, metaleiros anêmicos, skatistas vida loka, mini-rappers, desenhistas de carteiras, dorminhocos &amp;amp; entediados, isolados &amp;amp; emos, nerds (ou CDFs), entre outros. Eu me orgulhava de ser o nerd mais esquisito da escola: durante a aula me questionava o porquê das pessoas serem tão bizarras, no intervalo me juntava com um desenhista de carteira – amigo meu até hoje e que virou ilustrador - e atrasava a vida da professora com meus papos sobre OVNIs.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a questão da sexualidade é, até hoje, a que rende mais observações. Para começar, meus colegas garotos, vendo malícia até em gente se espreguiçando, falavam sobre sexo com assertividade, mas não entendiam nada sobre aquilo. Exemplo é outro amigo meu que, dizendo-se desvirginado, conversando com a gente descobriu que não: aquela fenda no baixo púbis não era "exatamente" o órgão reprodutor feminino. Pelo menos eu lia o livro de biologia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já entre as meninas, a seção de cartas de algumas revistas dizem por si: "Eu queria saber algumas dicas sobre beijo! Como treinar em casa para dar o primeiro?" "minha amiga foi numa festa e ficou com meu mino na minha frente!" "meus pais não confiam em mim para namorar, mas eu já tenho 13 anos!", "eu gosto de um menino que diz que gosta de mim, mas ele diz isso pra todas as minhas amigas. Devo ficar com ele?". E assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É também neste período que os garotos e garotas questionam sua opção sexual, o que leva a alguns disparates como "sair experimentando" por curiosidade, mesmo sem ter claro, em sua mente, o que está sentindo e o que quer sentir. Daí vira modismo ou esporte se dizer bi, lésbica ou gay, só porque é diferente do convencional, mas sem pensar no tamanho da responsabilidade e das conseqüências que é assumir sua preferência em uma sociedade discriminatória.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E no mundo virtual, como tudo é permitido e permissivo, a puberdade se libera em grau máximo de escrotidão: perfis de redes sociais e nicks do MSN multicoloridos, às vezes escritos em miguxês, falando das BFF (Best Friends Forever) e das inimigas vadias, ou das namoradas, dos amores eternos, das bandas e da MTV. Pela internet, como se fala tudo o que se pensa, não se mede esforços para dizer algo descabido, como "sua inveja faz meu ibope", "eu sou + eu", "não gosta de mim, entra na fila", ou então fazer coisas grotescas como entrar no provador de alguma loja, experimentar as roupas, tirar fotos e mandar pro flogão, ou tirar foto com ângulo de cima pra baixo, fazendo pose máscula, com copo de cerveja ou segurando uma nota de 50 reais,&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas tudo bem. Isso passa. Ah, assume, vai: você já passou por tudo isso. E se não passou, não pense que é muito melhor que os outros. É melhor fazer besteira na idade certa do que deixar para fazer depois. E olha que faz, viu? Não diga que eu não avisei.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3541835097647186850?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3541835097647186850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3541835097647186850' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3541835097647186850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3541835097647186850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/puberdade.html' title='A puberdade.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1332497850779200833</id><published>2009-03-04T01:40:00.001-03:00</published><updated>2009-03-05T02:05:57.518-03:00</updated><title type='text'>Por uma aula de semiótica menos medíocre</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link style="font-family: georgia;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Cuser%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p style="font-family: georgia;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p  style="font-style: italic;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="font-style: italic;font-family:georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sabe, podia ter ficado em casa (escrevendo inclusive), mas fui pra faculdade (que já é a segunda da minha vida, fator agravante da sensação de tédio) e não pude deixar de ouvir das piores aulas que já tive na vida, além de não me restar tempo de escrever algo decente. Por isso, resolvi transcrever aqui as anotações feitas pra não dormir e pra fazer valer a tinta da caneta preta faber fix ponta fina de R$ 0,50.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;font-family:georgia;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;03.03.2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;- ele vai ficar explicando o que é teoria da comunicação daquele jeitinho mala de ser que a gente já conhece. pior professor de todos os tempos, nada pra fazer, que sono, vou ficar anotando as pérolas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Lari, “em sociologia a teoria é mais importante do que a prática”?* &lt;i style=""&gt;Não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;PORRADA ENTÃO!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;TEORIA - THEOROS – VER&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- ÓTIMO MOMENTO para rever os estudos de teoria da comunicação de anos atrás, e aqueles esquemas de análise da imagem tipo martine joly, vilem flusser, etc. (por conta, né)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “é importante que vocês saibam fazer MAPAS” - hã?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a Ana riu**, eu também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- vale pela etimologia &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_H8-8ES0KpzM/Sa9a8GTVtFI/AAAAAAAAADA/JiYgOTzrwuM/s1600-h/DSCF0002.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_H8-8ES0KpzM/Sa9a8GTVtFI/AAAAAAAAADA/JiYgOTzrwuM/s320/DSCF0002.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309562474223481938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “se for sempre ortodoxo, será um bom trabalho? obviamente que não”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;er, depende (daquilo em que você acredita. acho.)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “bla bla bla BORDERLINE [...] o BBB é meio borderline [...] aquele filme LIMITE do Mário Peixoto fala exatamente sobre os usos do borderline”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ok, jesusamadinho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- impressionante a paciência das pessoas de participar e discutir de aulas como essas. olha. sinceramente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- O QUE É COMUNICAÇÃO? A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ler Foucault, José Rodrigues dos Santos, Umberto Eco, Faraco, Bakhtin, Benjamin&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;será que ele já leu? vou indicar, RISOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- quanto mais eu vejo gente assim ^, mais me convenço de que o grande lance é JAMAIS parar de se questionar, pra não sair por aí dando conceitos bobos das coisas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- reler o mcluhan também, pq não?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ele não sabe explicar mesmo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- TÁ EXPLICANDO O QUE É ‘AFORISMO’&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- TÁ EXPLICANDO O QUE É ‘PLATÔNICO’&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- ah, isso ele ta certo, só esqueceu de dizer que o filme bem adaptado é o que aproveita melhor o que a obra possui /propõe, independente de ‘fidelidade’ de fatos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- ih, já ta repetindo etimologias&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- nem ele agüenta, ta desenhando também.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;na verdade tá desenhando uma flor, pra mostrar que a imagem da flor é um signo diferente da palavra 'flor'. altas 9dade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- PIRANDELLO KD VC&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “o pessoal de cinema tem muito mais complicação pra resolver que o de letras, que trabalha só com uma linguagem”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;MEUDEUS CALABOCA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- e mais asneira de psicanálise.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- S.U.R.D.O.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- disse que existe uma GRAMÁTICA AUDIOVISUAL, assim como Guimarães Rosa e Paulo Coelho compartilham de uma verbal. ER. Se eu perguntar pra ele que gramática é essa, será que ele vai dizer que é a TÉCNICA?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- INTENÇÃO é fatal na comunicação – oba, um acerto&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “repertório simbólico”. ok.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- CARALHO, a questão não é essa! Vamo tomá água gente&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “FÜR ELISE é sofisticada...”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “... claro que eu não quero matar todos os intelectuais, eu me considero entre eles, estou até fazendo doutorado...”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sério, vou tomar água, tchau.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div  style="border-style: none none double; padding: 0cm 0cm 1pt;font-family:georgia;"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="border: medium none ; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;font-family:georgia;" class="MsoNormal" &gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;04.03.2009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- “as letras dão idealidade enquanto que as imagens dão realidade”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;opa, que sede&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-family: georgia;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link rel="File-List" 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medíocre'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_H8-8ES0KpzM/Sa9a8GTVtFI/AAAAAAAAADA/JiYgOTzrwuM/s72-c/DSCF0002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3709853062067139627</id><published>2009-03-01T13:56:00.001-03:00</published><updated>2009-03-02T10:47:54.251-03:00</updated><title type='text'>Clichês Hollywoodianos</title><content type='html'>O mocinho,depois de ser espancado igual criança marrenta pelo vilão,levanta-se e começa a devolver os castigos corporais.E nesse ínterim sempre sobra tempo para aquele diálogo “esse por Jhonny(POW!!!!),esse é por Mary(KAPOW!!!),esse é por papai(não importa se o herói tem 15 ou 55 anos de idade,o pai é sempre papai),e esse é por mim!!!(KABUSHHHH!!!!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O herói corre em câmera lenta e atrás dele um armazém,helicóptero,prédio ou caixa de bis sem consome em chamas depois de uma explosão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor amigo do policial principal do filme está a um dia de se aposentar,quando um grupo de bandidos invade o local e dispara um saraivada de tiros,que obviamente acertam o melhor amigo(geralmente é um negão).E o amigo,com uma dúzia de azeitonas no buxo ainda encontra tempo para falar “Mark,vingue a minha morte!!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nerd é apaixonado pela líder de torcida que por sua vez é enamorada do cara durão que é capitão do time de futebol americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa qual o roteiro do filme teen,tudo sempre termina no baile de formatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara que não acredita no monstro é sempre o primeiro a morrer (geralmente é um negão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo filme de comédia sempre tem um momento “sensível”,onde você se sente mal por ter gargalhado do protagonista( vide Ben Stiller).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O protagonista do filme é sempre um cara frustrado ou cuja vida é sem graça( vide hã...Ben Stiller)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode haver a catástrofe que houver,seja uma nevasca feita pelo computador,um grande chuva de meteoros ou o Brasil parar de passar BBB,o cachorro sempre sai vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado,em todo filme de cachorro,ou o animal morre,ou fica muito doente.(é...não da pra ganhar todas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o filme é de esportes,o lance final é sempre em câmera super lenta,com alguém suando em bicas e gritando,para no final,todos saberem que o time do protagonista sempre vence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O protagonista entra na casa de diz “mamãe!”(outra vez,pode ser um ator de 125 anos fazendo a cena).A casa está vazia.Ele olha no quarto dela e ela não está.Vai até o quintal e só encontra a sua velha cadeira de balanço(geralmente rola um flashback nessa hora).Pode ter certeza que nesse filme a velha já empacotou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3709853062067139627?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3709853062067139627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3709853062067139627' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3709853062067139627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3709853062067139627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/03/cliches-hollywoodianos.html' title='Clichês Hollywoodianos'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7452533963070351995</id><published>2009-02-22T19:28:00.002-03:00</published><updated>2009-02-22T19:40:17.099-03:00</updated><title type='text'>Onze coisas para fazer no carnaval quando não se foi viajar, nem sambar, nem se divertir.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) Faça uma lista e publique em um blog.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) Leia sobre qualquer coisa: sexualidade feminina, síndrome de Estraburgo, astronomia para amadores, baleias, dinossauros, doenças neurológicas e psiquiátricas (faça seu auto-diagnóstico com seriedade), notícias do G1.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3) Aproveite que você tem uma Teoria da Conspiração de Curso (TCC) a fazer para concluir sua faculdade, vá a um local sossegado e leia sobre a eficiência da comunicação na construção de marcas em um mundo imediatista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4) Fique no youtube vendo qualquer idiotice: os melhores virais do ano passado, as comédias stand-up mais engraçadas, aqueles clipes que só você gosta, mensagens de PowerPoint, etc. Depois publique tudo no Orkut.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5) Se você tirou sua carta de motorista recentemente, aproveite que a cidade está vazia e treine suas barbeiragens que usualmente chama de manobras. Mas se você ainda não tirou, espante o pó da sua apostilinha e prepare-se para a prova do Detran.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6) Baixe todos os episódios de Lost, Prison Break, Dexter, House e qualquer outro seriado da Fox que seus amigos acompanham, e que deixam você deslocado quando entram no assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;7) Inscreva-se em vagas de emprego que não condizem com seu perfil (só para ver no que dá).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;8) Se você é criança, suba em um muro alto e cuspa de lá de cima. Se você é adolescente, passe um trote. Se você é adulto, experimente comprar algo pelo Polishop.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;9) Espere todas as pessoas saírem de casa, afaste os móveis e treine suas técnicas secretas de kung-fu ou dança do ventre (conforme sua orientação sexual).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;10) Exercite-se: caminhe até a padaria e compre um pote de sorvete, vá ao mercado e pegue umas brejas e uns salgadinhos, passe na locadora e alugue uns 6 DVDs.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;11) Ligue para os seus amigos entediados e combine um teatrinho alternativo, uma exposição underground ou um filmezinho paquistanês. Zombe dos outros que estão em Ubatuba.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7452533963070351995?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7452533963070351995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7452533963070351995' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7452533963070351995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7452533963070351995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/02/dez-coisas-para-fazer-no-carnaval.html' title='Onze coisas para fazer no carnaval quando não se foi viajar, nem sambar, nem se divertir.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7719147376650136167</id><published>2009-02-14T12:15:00.004-02:00</published><updated>2009-02-14T12:29:23.392-02:00</updated><title type='text'>Espontaneidade.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A minha psicóloga (eu faço terapia) disse que eu preciso ser mais espontâneo. De fato, eu sou metódico, sistemático demais. E quem me conhece sabe que eu fico frustrado com meus entraves racionais. Pois bem. Perguntei a ela, no meu tom irônico de sempre, como eu faria para ser mais espontâneo: "batendo os calcanhares?" Ela riu, mas não resolveu meu problema.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então tudo bem! Tudo bem, então! Vamos ser mais espontâneos, senhor Grilo! Vamos bater os calcanhares!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passei a dar tchauzinhos pro computador antes de desligá-lo. O pessoal da agência onde trabalho falou menos comigo por um tempo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes dava risadas moderadas, daquelas para dentro. Hoje dou risadas altas e curtas, bem espalhafatosas. Às vezes esqueço que meu chefe está no telefone no outro lado da sala.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ando na rua de braços abertos como se fosse um avião. INHÓOOOOOOINNNN! As pessoas desviam para a outra calçada.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda na rua, às vezes me pego em flagrante andando e dando pulinhos iguais aos daquele corvo, que uma vez apareceu no desenho do pica-pau. Lembra? Pra cada três passos lentos, um pulinho frenético pra cima e mais três passos lentos. É bem gostoso andar assim, mas acho que ninguém experimentou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cumprimento os porteiros todas as vezes que os vejo porque, simplesmente, esqueço que os vi a cada cinco minutos. Ou seja, o Seu Arlindo, que é velho e está esclerosando tanto quanto eu, até que me acha simpático. Os outros cumprimentam por educação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje eu aviso que vou fazer cocô quando tem visita em casa. Antes segurava firme. Para dar um upgrade no meu eu-espontâneo, vou deixar de avisar. Acho que também pediria pra fazer cocô em casa de parente ou amigo. E eu gosto de falar bem assim: "fulano, me dá licença que agora eu vou curtir o meu momento Activia".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso só não virou costume porque se virasse não seria espontâneo: sempre que chego do trabalho, puxo a minha mãe pra dançar (coisa que não sei fazer, então só pego nas mãos dela e fico girando pela sala). Também abraço ela quando me dá vontade e, pra quem não sabe, eu adoro um bom abraço. Minha mãe, que não é afetuosa tanto quanto eu, reclama um pouco desse meu grude. Mas quando era diferente, ela era mais amarga.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estamos há uma semana sem água regular por causa de um entupimento de cano. A Sabesp veio aqui, mas não fez nada até agora. O síndico ligou pra lá, mas além disso não fez nada até agora. Bem, além do incômodo de tomar banho de canequinha por causa do racionamento, minha mãe não pode lavar as roupas. Do que adianta tomar banho se você não tem o que vestir depois? Estou pensando seriamente em fazer uma visitinha ao síndico da forma como vim ao mundo. Quem sabe ele fica traumatizado ao ver tamanha beleza (mentira) e faz algo pra agilizar o processo?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas aí penso nas consequências (sem trema) e tremo diante delas: posso ser preso por atentado ao pudor. Ai, as consequencias! E é sempre isso que me deixa preso em mim.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fora as coisas do dia-a-dia, escrevo até poeminha de amor. Coisa que detesto fazer porque me obriga a dar vazão aos sentimentos. Fiz com o mais profundo sentimento que uma pessoa como eu consegue sentir. Fiz no propósito de dedicar a uma pessoa especial. &lt;span&gt;&lt;span xmlns=""&gt;Ficou bonito, não me arrependo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Ela continua minha amiga, mas continuo solteiro. E, claro, continuo ouvindo de algumas Julia Roberts e de alguns Richard Geres por aí que "ainda vai aparecer a garota certa pra você".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Infelizmente, com tudo isso, percebi que as pessoas querem me ver espontâneo, mas só aceitam se for do jeito delas. Do jeito que estão acostumadas. Engraçado como isso parece tão... metódico e sistemático por parte delas. Credo! Eu não sou assim.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Quando a moça do comentário do meu último post perguntou onde eu tava, senti que fazia falta e resolvi tirar algo do cérebro. Marcia, obrigads!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7719147376650136167?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7719147376650136167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7719147376650136167' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7719147376650136167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7719147376650136167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/02/espontaneidade.html' title='Espontaneidade.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-937027318881813702</id><published>2009-01-14T14:11:00.004-02:00</published><updated>2009-01-20T15:47:17.814-02:00</updated><title type='text'>parafraseando</title><content type='html'>nafrasechego&lt;br /&gt;dafrasecorro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt; - que ainda existe e não esqueceu do blog, só esqueceu de como escrever para blogs e fazer bons trocadilhos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-937027318881813702?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/937027318881813702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=937027318881813702' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/937027318881813702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/937027318881813702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2009/01/parafraseando.html' title='parafraseando'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3029400471788587230</id><published>2008-12-20T14:21:00.003-02:00</published><updated>2008-12-20T14:31:47.272-02:00</updated><title type='text'>Tchau, McFish!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SU0d44EQNcI/AAAAAAAAABM/yy67ZPaRRj0/s1600-h/privada1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 343px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SU0d44EQNcI/AAAAAAAAABM/yy67ZPaRRj0/s400/privada1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281910800935564738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi muito bom te conhecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3029400471788587230?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3029400471788587230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3029400471788587230' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3029400471788587230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3029400471788587230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/12/tchau-mcfish.html' title='Tchau, McFish!'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SU0d44EQNcI/AAAAAAAAABM/yy67ZPaRRj0/s72-c/privada1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8381856380381801888</id><published>2008-12-09T22:54:00.001-02:00</published><updated>2008-12-09T22:55:07.638-02:00</updated><title type='text'>Perfeição é coisa de boneca de porcelana.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/i&gt;&lt;p&gt;Sou preguiçoso, desatento, bagunceiro, chato, me perco em estacionamentos, jogo bola que nem um velho de 88 anos, tenho 3 obturações, sou infantil, imaturo, desengonçado, hipocondríaco, sempre sonolento, não como na mesa, sou bicho do mato, odeio telefones, amo filmes esquisitos, me visto como quem se joga no armário e seja o que Deus quiser, adepto da solidão e das guloseimas sem hora, viciado em “internerd”, ronco, em termos culinários não sei nem esquentar água direito, quando desmotivado minha atitude se equivale a de uma bauxita, muitas vezes sem iniciativa por... ahn... timidez, tenho o gosto musical de alguém 30 anos mais velho, meus amigos reclamam que eu sumo toda hora, minha mãe reclama que eu não arrumo o quarto, minha irmã reclama que eu não dou atenção quando ela liga, e minha experiência e conhecimentos no campo dos relacionamentos amorosos são quase tão evoluídos quanto os de um bebê de 7 meses, sou manipulador, já ralei o carro tantas vezes que minha mãe tá com vergonha de ir numa revendedora ver quanto ele vale (isso mesmo, o carro não é meu), reclamo de ter que lavar 1 mísero copo, sempre largo os charges na caixa de bombons, não sei xavecar, largo um restinho de coca-cola sem gás na garrafa e acabo jogando fora, penso demais pra fazer as coisas, penso de menos pra não fazer as coisas, como pizza na mão, só corto as unhas quando já estão semelhantes às do Zé do Caixão, alimento amores platônicos desde que me entendo por gente, sou muito descuidado com minhas coisas, repito a mesma calça jeans por 3 dias seguidos, quebrar controles remotos é quase uma religião pra mim, faço barulho de madrugada, tenho olhar de psicopata, em alguns momentos careço de humildade e em outros careço de mais confiança no meu taco, pego coisas emprestadas e esqueço de devolver, empresto coisas e esqueço de pedir de volta, não tenho paciência pra fazer social, raramente termino projetos, vivo gripado, tenho tendências à calvície, choro em filmes mamão-com-açúcar, quando quero consigo ser muito desagradável, tenho problemas crônicos para dormir, preciso ter certeza que meus sentimentos são correspondidos senão minha insegurança prevalece e fico sem ação, meu condicionamento físico permite que eu corra no máximo 30 metros sem ficar ofegante, sou baixo, tenho pança de chopp, ninguém entende minhas convicções políticas esquizofrênicas (nem os “ah, o sistema é ótimo” e muito menos os “ah, é tudo culpa do capitalismo”), não sei assobiar, nem andar de patins, nem surfar, nem dançar, minha risada é escandalosa, falo gírias estranhas, faço sarcasmo em cima de coisas sérias, não sou independente e nem tenho previsão de quando serei, tenho hérnia de disco, meu pé é muito grande, minha orelha é muito pequena, sou xereta, bicão, folgado, meu fígado é igual a pele de calcanhar, abro geladeiras sem pedir licença, não faço cerimônia pra me servir quando almoço na casa dos outros, não atualizo blogs direito, trapaceio no truco, e sou tão desgraçado que ainda vou deixar algumas coisas de fora da lista de propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se alguém aí ainda quiser me conhecer melhor, eu passo a lista das virtudes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8381856380381801888?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8381856380381801888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8381856380381801888' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8381856380381801888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8381856380381801888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/12/perfeio-coisa-de-boneca-de-porcelana.html' title='Perfeição é coisa de boneca de porcelana.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-2369793443093456871</id><published>2008-12-06T21:38:00.003-02:00</published><updated>2008-12-06T21:51:58.502-02:00</updated><title type='text'>monólogos subaquáticos nº 1</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/STsQCzH8JcI/AAAAAAAAAA8/O9Ptya5eo1c/s1600-h/McFishreduzida(1).jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 157px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/STsQCzH8JcI/AAAAAAAAAA8/O9Ptya5eo1c/s400/McFishreduzida(1).jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276829028663961026" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz como um presente ao McFish, que anda meio amuadinho. Daí me peguei imaginando um motivo. Clique para ampliar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-2369793443093456871?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/2369793443093456871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=2369793443093456871' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2369793443093456871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2369793443093456871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/12/monlogos-subaquticos-n-1.html' title='monólogos subaquáticos nº 1'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/STsQCzH8JcI/AAAAAAAAAA8/O9Ptya5eo1c/s72-c/McFishreduzida(1).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1592279348289067284</id><published>2008-12-02T20:04:00.001-02:00</published><updated>2008-12-02T20:05:40.656-02:00</updated><title type='text'>Estátuas.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inundo os meus dias&lt;br /&gt;Com o descuido das promessas&lt;br /&gt;Ás vezes prefiro me refugiar&lt;br /&gt;Tento em vão pregar peças&lt;br /&gt;Armo minhas ciladas&lt;br /&gt;Inúteis emboscadas&lt;br /&gt;Com as mãos despreparadas&lt;br /&gt;E o tempo: máquina quebrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decoro o meu silêncio&lt;br /&gt;Planejo o meu nascimento&lt;br /&gt;Convoco novas pessoas&lt;br /&gt;Com o grito que não ecoa&lt;br /&gt;Passo a tarde no esquecimento&lt;br /&gt;Na fúria do meu lamento&lt;br /&gt;Beijo o ar, toco o nada&lt;br /&gt;Brinco com a paz envenenada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente novos enfeites&lt;br /&gt;Estátuas perfeitas, diversas&lt;br /&gt;De vários tamanhos e razões&lt;br /&gt;Surgem por todos os lados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloco-as no melhor canto&lt;br /&gt;À minha vista a todo momento&lt;br /&gt;E me encanta que elas agem&lt;br /&gt;Fazem coisas que já fizeram&lt;br /&gt;Quando não eram apenas pedra&lt;br /&gt;Quando eram ações e companhia&lt;br /&gt;E se diziam eternas&lt;br /&gt;Pro pior medo da minha vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorriem com velhos dentes&lt;br /&gt;Dizem frases estacionadas&lt;br /&gt;Nas férias do meu consciente&lt;br /&gt;Na incerteza de uma piada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sem aviso minhas estátuas&lt;br /&gt;Se quebram, esfarelam&lt;br /&gt;Nas esperanças mais árduas&lt;br /&gt;Da minha lembrança mais bela&lt;br /&gt;E tudo que me resta&lt;br /&gt;É a construção da minha seta&lt;br /&gt;E a defesa da escuridão:&lt;br /&gt;Estátuas se formam na solidão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1592279348289067284?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1592279348289067284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1592279348289067284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1592279348289067284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1592279348289067284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/12/esttuas.html' title='Estátuas.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7749476205503168787</id><published>2008-11-29T13:36:00.003-02:00</published><updated>2008-11-29T13:52:07.088-02:00</updated><title type='text'>O judeu.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Cela escura, paredes imundas, umidade e bolor, visão turva na água da chuva, poças de sangue, cortes, fraturas e a humanidade em horror. Fecham as portas e abrem as escotilhas logo atrás de mim, deixando apenas dois pulmões livres para sentir, com alívio, o cheiro do gás.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7749476205503168787?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7749476205503168787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7749476205503168787' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7749476205503168787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7749476205503168787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/judeu.html' title='O judeu.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8125893794804678605</id><published>2008-11-23T22:52:00.004-02:00</published><updated>2008-11-23T23:23:25.803-02:00</updated><title type='text'>As cinco piores cidades que já visitei(ou não)</title><content type='html'>Ante ao interlúdio criativo pelo qual venho passando,nada melhor do que recorrer ao meu manancial de ironia provocativa para sacudir um pouco as estruturas.Espero que ninguém se sinta ofendido com as descrições das cidades,é apenas a maneira como interiorizei determinadas características.Mas como bom linguarudo e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;falastrão&lt;/span&gt; que sou,não procuro palavras &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;garbosas&lt;/span&gt; para &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;eufemizar&lt;/span&gt; o que exponho.Enfim,correndo o risco de ser mal interpretado ou não,aqui vão as cinco piores cidades que já visitei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quinto Lugar: SÃO BERNARDO DO CAMPO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Peço desde já perdão aos meus amigos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;blogueiros&lt;/span&gt;)Maravilha de cidade.Cinzenta, suja, violenta; tão poluída que você não respira moléculas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;oxigênio&lt;/span&gt; e sim pequenas gotas de Câncer.Se eu fosse o prefeito da cidade colocaria o seguinte slogan: "São Bernardo: O frio de Campos do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;jordão&lt;/span&gt;, com a classe de Nazaré das farinhas!"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quarto Lugar: ÁGUAS DE &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;LINDÓIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me lembra &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Twin&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Peaks&lt;/span&gt;,uma cidade aparentemente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;tranqüila&lt;/span&gt;,mas que esconde tanta sujeira que faria Satã corar.Pessoas mesquinhas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;faladeiras&lt;/span&gt;,&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;cowgirls&lt;/span&gt; que tem orgasmos múltiplos ao verem um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;pick&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;up&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Dakota&lt;/span&gt;, e um refúgio da escória &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;santista&lt;/span&gt;.Com certeza, criaria meus filhos nessa cidade...se eu quisesse matá-los lenta de dolorosamente é claro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terceiro Lugar: CAMPOS DO JORDÃO&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nunca estive lá, mas essa é auto-explicativa...como dizem por aí "Não preciso comer merda pra saber que eu não gosto!"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo Lugar: PRAIA GRANDE&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Essa eu posso falar com grande &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;embasamento&lt;/span&gt;,pois &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;freqüentei&lt;/span&gt; essa &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;megalópole&lt;/span&gt; durante dois anos e posso dizer que se gente feia estrelasse filmes em Hollywood,Praia Grande seria o estúdio da Universal &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Movies&lt;/span&gt;.Quando digo pessoas feias,não me refiro à aparência(embora por vezes tenha me sentido num bairro próximo a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Chernobyl&lt;/span&gt;) mas sim a atitudes,mesquinharia,falso moralismo. Um lugar onde as carolas te julgam por sua roupa e dobrando a esquina passam numa locadora para locar "a enfermeira &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;sapeca&lt;/span&gt;".A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;bandidagem&lt;/span&gt; corre solta,o tráfico também,e sem contar que quando chega o feriado,a nata de São Paulo, vindo de bairros nobres como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Diadema&lt;/span&gt;,Capão Redondo, Santo Amaro aporta por lá, deixando um rastro de frango frito e latas de cervejas famosas como Cristal e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Krill&lt;/span&gt;( é o que dá pra comprar).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiro Lugar: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;MARESIAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;Ahh&lt;/span&gt;...as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;lagrimas&lt;/span&gt; me correm à face quando falo dessa magnífica cidade.Antro de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Playboys&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Patys&lt;/span&gt;,&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;maromba&lt;/span&gt;,&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;maconha&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;surf&lt;/span&gt; não desportivo,baladas "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;baratinhas&lt;/span&gt;"(com cerca de 80 reais você pode desfrutar de uma note no &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;Sirena&lt;/span&gt;, que fica ao lado de um mangue sujo e nojento).Enfim, Deus me livre de estar numa cidade onde até os cachorros se recusam a te olhar na cara.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8125893794804678605?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8125893794804678605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8125893794804678605' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8125893794804678605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8125893794804678605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/as-cinco-piores-cidades-que-j-visiteiou.html' title='As cinco piores cidades que já visitei(ou não)'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1002167831531225703</id><published>2008-11-18T21:44:00.001-02:00</published><updated>2008-11-18T21:47:34.679-02:00</updated><title type='text'>Velhas coisas de sempre.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Vinícius Noronha,&lt;/i&gt;&lt;p&gt;Noites sem sono costumam ser mais fáceis quando não se tem algo a se pensar. Será que um dia eu conseguirei esvaziar de mim todas as virtudes que tentei me forçar a ter para assim não me arrepender de tantas experiências que não tive?&lt;br /&gt;Acho que nem ela nem eu estivemos preparados. Tinha dito que quem desistisse primeiro não iria ver a dor de frente, deixando o outro mais vulnerável à qualquer pequena aflição que a ausência do primeiro, ou no caso de si mesmo, pudesse causar.&lt;br /&gt;- Eu tenho tanta coisa pra te dizer, o problema são as palavras.&lt;br /&gt;- Não, o problema é que dizer não basta. Dizer é muito simples e tem coisas que você nunca vai sacar...&lt;br /&gt;- Por que diz isso...?&lt;br /&gt;Tem horas que o silêncio não diz nada. Só fere.&lt;br /&gt;Eu desejara que meu grito interno rompesse essa incapacidade de ação que minha insegurança cria e atravessasse todos os cômodos, cidades e labirintos em que já estive com ela, e pousasse em sua tranquilidade pra me dizer todas aquelas velhas coisas de sempre, e desse um exemplo do que ações não são eficazes em demonstrar.&lt;br /&gt;- E de que adianta tudo isso?&lt;br /&gt;- Adianta que você nunca vai ter isso de novo&lt;br /&gt;- Ah...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1002167831531225703?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1002167831531225703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1002167831531225703' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1002167831531225703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1002167831531225703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/velhas-coisas-de-sempre.html' title='Velhas coisas de sempre.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6144486909395882782</id><published>2008-11-17T13:22:00.003-02:00</published><updated>2008-11-17T13:26:15.384-02:00</updated><title type='text'>Segredo.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que era pra ser apenas sorrisos e palavras&lt;br /&gt;Transformou-se em afeição e fixação&lt;br /&gt;Descobri que a saudade que eu sentia do que senti&lt;br /&gt;Era tamanha mas não infinita&lt;br /&gt;Foi quando me iludi com minha maturidade&lt;br /&gt;A carência enfraqueceu a razão&lt;br /&gt;E eu não quis enxergar a paixão&lt;br /&gt;E o sofrimento de mãos dadas&lt;br /&gt;Controlei teus gestos, olhares e falas&lt;br /&gt;Mas não o vício de pensar em você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto atuei com a discrição e a distração&lt;br /&gt;Compliquei a vida em nome do presente&lt;br /&gt;Enquanto alimentei a chama perigosa&lt;br /&gt;Anulei a culpa em nome do passado&lt;br /&gt;Enquanto esperei a febre passar&lt;br /&gt;Hesitei me confessar em nome do futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imaginação então foi compensando&lt;br /&gt;A falta do que eu queria e não tinha&lt;br /&gt;Minha boca na tua era meu pequeno sonho&lt;br /&gt;Que eu achava que me bastava&lt;br /&gt;Até a hora em que você me aparecia&lt;br /&gt;Com tanto do que sempre ignorei&lt;br /&gt;E prestando atenção me diverti&lt;br /&gt;Tanto que eu até me esqueci&lt;br /&gt;Que meu mundo não cabia no seu&lt;br /&gt;Então eu me lembrei de como era aquela dor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não te evitei, não te procurei,&lt;br /&gt;Não te magoei, nem te perdoei&lt;br /&gt;Porque o medo angustiado e o respeito envergonhado&lt;br /&gt;Sufocaram a minha entrega&lt;br /&gt;Não me desculpei, não te consolei,&lt;br /&gt;Não me decepcionei, nem te amei&lt;br /&gt;Porque a nossa história só aconteceu&lt;br /&gt;No meu faz de conta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém poderá me acusar&lt;br /&gt;Ninguém saberá me julgar&lt;br /&gt;Ninguém precisará me condenar&lt;br /&gt;Porque já paguei pelos acertos e erros que não cometi&lt;br /&gt;Me consola saber que no futuro&lt;br /&gt;Não terei cartas, fotos, presentes pra lembrar&lt;br /&gt;Que no meu vazio com a minha indecisão&lt;br /&gt;Que na minha inquietação com a sua perfeição&lt;br /&gt;Sofri e chorei ao ter a certeza&lt;br /&gt;Que nunca conheceria os teus defeitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me alivia saber que algum dia&lt;br /&gt;Vou me lembrar sereno e sorrindo&lt;br /&gt;Do segredo mais bonito que eu guardei&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6144486909395882782?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6144486909395882782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6144486909395882782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6144486909395882782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6144486909395882782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/segredo.html' title='Segredo.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1658917482355581560</id><published>2008-11-16T22:33:00.006-02:00</published><updated>2008-11-16T23:26:53.785-02:00</updated><title type='text'>A jornada do herói</title><content type='html'>A jornada do herói é uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;epopéia&lt;/span&gt; considerável,uma jornada de um herói rumo à maturidade,à &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;gênese&lt;/span&gt; transformadora de mero neófito em guerreiro de imensa grandeza. Aquele que desafia os deuses e os mortais numa contenda suicida apenas para manter em si mesmo o controle de sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;persona&lt;/span&gt;.Porém a mitológica história nada mais é do que uma metáfora sobre diversos confrontos que nós,enquanto buscadores,travamos infantes rumo ao final da jornada.&lt;br /&gt;  Sempre iniciamos a jornada meio como loucos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;infantilóides&lt;/span&gt;,trazendo no bojo de nossas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ações&lt;/span&gt; espontaneidade,criatividade e um boa dose determinação cega.Não nos preocupamos com o fracasso,pois esse início é sempre uma criança inocente,que não cogita o fracasso.Dado esse primeiro passo,as estruturas maternas e paternas se fazem presentes.Procuramos a aprovação dos pais ou semelhantes,para que nossa jornada se estruture em termos masculinos e femininos,o céu e a terra,razão e emoção.Nessa fundamental etapa podemos nos sentir &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;despreparados&lt;/span&gt; se uma das estruturas falhar ou se fizer ausente.&lt;br /&gt;   Durante o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;percursso&lt;/span&gt; vacilamos,nos sentimos em dúvida,as estradas se bifurcam e muitas vezes não vemos a luz no fim do túnel. Nosso juízo de valores pode achar impossível que a jornada termine e tendemos a destruir nossos valores."Morremos"um pouco para ressurgimos renovados,com novo ânimo,desde que vislumbremos a aurora do sucesso.Passamos por um julgamento de nossas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;ações&lt;/span&gt;,que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;refletem&lt;/span&gt; até que ponto foi justa a chegada até esse ponto,sentimos esperança e temor de que nada tenha sido em vão. O fim da jornada chega,o resultado é alcançado e então recomeçamos novamente a batalha,iluminado instante de loucura criativa e estimulante,para nos lançarmos em outra jornada heróica,com o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;frescor&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;revigorante&lt;/span&gt; da busca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1658917482355581560?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1658917482355581560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1658917482355581560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1658917482355581560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1658917482355581560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/jornada-do-heri.html' title='A jornada do herói'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6486002620483622710</id><published>2008-11-15T19:42:00.002-02:00</published><updated>2008-11-15T19:47:19.747-02:00</updated><title type='text'>O problema do blog abandonado no Brasil.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um sério caso na sociedade brasileira a realidade do blog abandonado. Muitos dos maltratos a blogs se devem à falta de tempo - pois seus pais trabalham muito - à falta de recursos para alimentá-lo, a falta de cuidados com o seu desenvolvimento e de atenção com seu futuro, se tornando os principais fatores para o crescimento deste índice preocupante que mancha o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo com o Estatuto do Blog e da Homepage (que eu acabei de inventar) e com o esforço conjunto de tantos autores, o problema parece estar longe de terminar. Temos vários meios de comunicação na era atual, mas a morosidade é grande na vida do ser humano moderno e, assim, muitos blogs recém-nascidos e abandonados sobrevivem em condições alarmantes de falta de assunto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Ou ninguém aqui leu blogs que falam do que o autor comeu no almoço?)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro fator importante é a pobreza de conteúdo que cresce desordenadamente nos subúrbios e nas periferias da grande rede, fazendo com que o blogueiro poste vídeos do youtube que todo mundo já viu, ou montagens de fotos que não possuem mais graça. Em contrapartida há o blogueiro que, não suportando tais condições de subsistência, abandona seu blog nos servidores por um tempo e acaba esquecendo a senha – como já aconteceu comigo. O autor fica preso para o lado de fora e vê seu endereço totalmente desamparado, até que alguém de bom coração entra em contato com o servidor e assume o blog junto à responsabilidade de criar, ensinar e ajudar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, na maioria dos casos o resultado é um número ainda maior de blogs largados pela blogosfera, falando com estranhos, se drogando, pedindo comentários para sobreviver, dormindo ao relento em nossos Favoritos e, pior, transformando-se em marginaizinhos 2.0 ao virar diretório para vírus e DSTs que vão f**** o seu computador.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mais triste é que, dentre tantos blogs sem destino nesta vida, muitos deles possuem um potencial a ser lapidado e poderiam se transformar em celebridades de talento maduro, conteúdo apreciado pela high-society virtual, e muito populares no futuro. Isso, se fossem incentivados a freqüentarem a escola e conseguissem um lugar no Google Adsense.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por tudo isso, é preciso muito empenho das autoridades para criar ações de incentivo, informar e ensinar a população a apreciar um blog. Além disso, é preciso mostrar o problema como ele é, assim como é preciso consciência para combatê-lo com medidas concretas. Só assim acabaremos com o abandono de blogs.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6486002620483622710?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6486002620483622710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6486002620483622710' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6486002620483622710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6486002620483622710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/o-problema-do-blog-abandonado-no-brasil.html' title='O problema do blog abandonado no Brasil.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-384331103133476453</id><published>2008-11-13T23:55:00.002-02:00</published><updated>2008-11-14T00:02:11.869-02:00</updated><title type='text'>Quem conta um conto...</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo escaldado, ele não tem medo de água de fria. Costuma petiscar muito, já que gosta de arriscar. Com isso mantém o perigoso hábito cutucar a onça; mas sempre usa uma vara longa, pois um homem prevenido vale por dois.&lt;br /&gt;Como dizem que mais vale pouco do que nada, não olha os dentes de cavalo dado. E nem por isso pensa em tirar o pangaré da chuva, acredita que a esperança é a última que morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca feriu ninguém com ferro; já que não faz para os outros, o que não quer que façam para ele, e mesmo que quisesse nem ferreiro o coitado é.&lt;br /&gt;Mas como ele conhece com quem anda, sabe dizer quem é: Gosta de se nomear médico (sempre diz que rir é o melhor remédio) e principalmente louco (mas disso todo mundo tem um pouco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando finalmente descobriu que quem brinca com fogo pode se queimar, percebeu que toda a brincadeira tem lá seu fundo de verdade.&lt;br /&gt;Ele também crê que a pressa é a inimiga da perfeição, por isso vai bem devagar... E vai longe! Sem se importar em chegar por último. No final ele vira o primeiro e acaba rindo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certas ocasiões, pensa que é melhor está só do que mal acompanhado. Mas no fundo sabe que uma andorinha só não faz verão; que todo o chinelo velho uma hora encontra o seu pé cansado; e que, se não há bem que sempre dure, também não há mal que nunca acabe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por essas e outras que ele continua apostando alto e comemorando também pelas vezes que perde. Os erros também ensinam, e é como diz um certo ditado: "Azar no jogo..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;*Como eu sempre gostei muito de ditados populares, tai um continho misturando alguns deles.*&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-384331103133476453?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/384331103133476453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=384331103133476453' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/384331103133476453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/384331103133476453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/quem-conta-um-conto.html' title='Quem conta um conto...'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5131195180103361549</id><published>2008-11-10T00:20:00.002-02:00</published><updated>2008-11-10T00:28:11.575-02:00</updated><title type='text'>Um acorde,um delírio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;    Não é segredo para ninguém que a música popular brasileira é uma das mais ricas, tanto harmonicamente, como na sua contundente poesia, representada por grandes nomes como Chico, Vinícus, Tom, Daniel Ramos. Mas nesse post vamos tratar de um segmento da MPB que é muito pouco focado, porém todos nós, uma vez ou outra, nos pegamos cantarolando essas gloriosas pérolas, que aqui vamos chamar de" um acorde, um delírio!"&lt;br /&gt;  Como ja foi dito, a lingua portuguesa é uma fonte inesgotável para o talento de nossos compositores, e alguns deles se aproveitam dela para criar canções inesquecíveis, daquelas que você apenas ouve a primeira nota da introdução, e antes que o cantor inicie já estamos em catarse total. Fiz então uma lista de algumas dessas canções, que tem por capacidade arrancar aquele grito de euforia, preso pelo nosso dia-a-dia, mas que só a nossa boa e velha música e popular pode fazer por nós. Vamos a elas:&lt;br /&gt;                                                           &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                               Maravilhosa(Ivan Lins)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Essa é sem dúvida a que mais estampa o tema desse post. Com certeza, ao ouvir os primeiros acordes, até aquele paciente em coma, no décimo andar da santa casa de saúde, balbucia algo como:&lt;br /&gt;"QUERO...(gritos, fusuê, aplausos efusivos, calcinhas atiradas ao palco...) SUA RISADA MAIS GOSTOSA&lt;br /&gt;E ESSE SEU JEITO DE ACHAR,QUE A VIDA PODE SER MARAVILHOSA..."&lt;br /&gt;                                                   &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                            Brincar de viver(Guilherme Arantes)&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;  Outro grande exemplo dessa categoria que podemos incluir nessa lista. Parece que os pianistas tem uma certa tendência a criar grande introduções para suas canções, e nosso amigo Guilherminho não foge a regra:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"QUEM ME CHAMOU(e começa a grande onda de alegria e o lugar se incendeia, e até o hipertenso na segunda fila sente umas pontadas...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"QUEM VAI QUERER VOLTAR PRO NINHO, REDESCOBRIR SEU VIVER...."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                                    Oceano( Djavan)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Nosso bom e velho amigo Djavan também produziu suas pérolas delirantes, e essa, além de ser um dos seus maiores sucessos, fecha maravilhosamente o ciclo do "um acorde,um delírio"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"ASSIM( os aplausos e gritos agora atingem 140 decibéis e o hipertenso na segunda ja sente uma adaga de fogo lhe atear o peito)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"QUE O DIA AMANHECEU, NO MAR ALTO DA PAIXÃO&lt;br /&gt;DAVA PRA VER, O TEMPO RUIR..."&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5131195180103361549?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5131195180103361549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5131195180103361549' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5131195180103361549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5131195180103361549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/um-acordeum-delrio.html' title='Um acorde,um delírio'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6648827995381444339</id><published>2008-11-02T22:58:00.001-02:00</published><updated>2008-11-02T23:00:26.958-02:00</updated><title type='text'>E lá se vai a tal da dignidade...</title><content type='html'>Bom dia amiguinhos já estou aqui, tenho tantas coisas pra nos divertir, quero você então contar até....enfim,é por aí que quero começar o post de hoje.Como aprendi a duras penas,histórias de humilhação e degradação pessoal são aquelas que mais prendem o leitor,e por sorte ou azar,minha vida é cheia desse pequenos anátemas de felicidade,e sem o menor pudor divido-os com meus amados leitores.    &lt;br /&gt;A história de hoje se chama “Estúpido,muuiiitooo estúpido!”&lt;br /&gt;    Retornemos a um distinto ano que não citarei ao certo, pois nem eu mesmo me lembro da data acertadamente, mas me recordo dos fatos como se fossem hoje. A história começa com esse blogueiro ligeiramente apaixonado (ops..acho que nunca citei essa frase por aqui) por uma mademoseille em questão. Porém a história começa a ficar dramática quando a moçoila me confessou em algumas palavras :” Ai Dani( não sei porquê sempre que uma frase começa assim sinto um jato de nitrogênio líquido na espinha) você é tão legal(começo a sentir algo como uma martelada no dedo mindinho) tão fofo (ok, a gente também diz isso pros macacos no simba-safari), sou feliz por ter um amigão como você!( Nesse momento rasguei o verbete “masculinidade” do meu dicionário). E a tortura não acabou por aí, como um caçador que quer ter certeza do abatimento de sua vítima, ainda dá um tiro de calibre 12 na minha jugular dizendo “ ai...to muito a fim do rodriguinho, você me ajuda?”&lt;br /&gt;    E é claro,como um bom pedaço de pão Pullmam, facilmente dobrável, aceitei ajudá-la nisso. A ajuda viria em forma de carona para uma balada,onde os dois iriam acidentalmente se encontrar.E fomos nós, eu e ela, diretamente para a morada de Satã.Lá chegando,via que ela estava ligeiramente ansiosa e eu só conheço um remédio pra  isso. “Vodca!!”pedi para o garçom.E assim tem início mais uma jornada etílica, até que o bendito do Rodriguinho me aparece, todo arrumadinho, gel no cabelo, e com uma morenassa à tira-colo. Ao ver aquilo, a donzela(que nessa hora mais parecia uma prostituta bêbada) investe com mais força no álcool, mas infelizmente aquela quantidade do líquido sagrado não foi capaz de conter a enxurrada de lágrimas que veio a seguir.&lt;br /&gt;   Obviamente, o amigo Maionese(que só acompanha) estava lá para dar seu ombro amigo, mas que se não me cuidasse, viraria alvo do retorno do jantar dela em menos de alguns minutos.Foi quando ela balbuciou algo, que eu entendi como “preciso ir ao banheiro”,e lá fui eu deixá-la na porta do WC.Mesmo se ela tivesse dito “preciso de insulina urgente” eu a teria deixado na porta do banheiro do mesmo jeito. A fila estava imensa, então resolvi dar uma volta pela balada.Depois de uma meia hora a encontro parada no mesmo lugar,e a fila já formada por pessoas totalmente diferentes das que estavam Eis que pergunto: “Você não ia ao banheiro?” e ela, com a voz ainda embargada pelo choro e álcool (isso parece música do Belchior) me diz: “Não precisa mais!”&lt;br /&gt;   Inacreditável dizer que a cretina urinou-se na fila, sem ter qualquer discernimento de onde ela estava,molhou a roupa intima da mesma forma que uma criança de um ano e falando tanta besteira quanto. Sem saber o que fazer,fui buscar um copo d’água, mas quando volto, qual minha surpresa: O Rodriguinho esta xavecando a moça, e de maneira tão incisiva, que acaba levando-a para casa...em seu carro. Naquela hora tive vontade de pedir uma dose de conhaque e uma espingarda, mas me contive ao me conformar que pelo menos não seria o banco do meu carro que seria lavado em urina e álcool(olha o Belchior aí de novo).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6648827995381444339?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6648827995381444339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6648827995381444339' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6648827995381444339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6648827995381444339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/e-l-se-vai-tal-da-dignidade.html' title='E lá se vai a tal da dignidade...'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4421859614455089565</id><published>2008-11-01T21:45:00.004-02:00</published><updated>2008-11-01T22:07:21.835-02:00</updated><title type='text'>Versinho branco nº 171</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Bienal de Artes&lt;br /&gt;Deixa um andar inteiro vazio&lt;br /&gt;Jurando que é arte&lt;br /&gt;&lt;a href="http://diversao.uol.com.br/ultnot/multi/2008/10/30/04023170E0A92326.jhtm"&gt;Quando é só falta de verba,&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Por que é que eu,&lt;br /&gt;Tão humilde artista,&lt;br /&gt;Preciso escrever&lt;br /&gt;Na falta de idéia?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4421859614455089565?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4421859614455089565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4421859614455089565' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4421859614455089565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4421859614455089565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/11/verso-branco-n-171.html' title='Versinho branco nº 171'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3813678442899999475</id><published>2008-10-30T23:30:00.007-02:00</published><updated>2008-10-31T01:22:37.011-02:00</updated><title type='text'>Nós.</title><content type='html'>&lt;p style="font-style: italic;" class="MsoNoSpacing"&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Nossa relação nunca foi das mais simples, verdade. O fato de você sempre fazer questão de me mostrar o quanto eu estava errada, e podar meus exageros, sem levar em consideração a minha inexperiência e falta de jeito em lidar com os acontecimentos, me incomodava demais, e ainda me incomoda. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Não que eu quisesse ser digna de pena, ou que dissesse "amém" pra todas as minhas vontades, longe disso. Mas ser menos rude na forma de me conter cairia bem. Tapas na cara, por mais que sirvam pra nos acordar, ainda doem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Também me aborrecia muito com essa sua maldita mania de correr. Perdi a conta de quantas vezes implorei para que você fosse mais devagar, com mais calma. Mas não: Me agarrava pelo braço e partia em disparada; sem perguntar se eu queria, sem se preocupar com os tropeços que levava pelo caminho, e muito menos se eu tinha fôlego para agüentar seu ritmo. Você é rápido demais pra mim, ás vezes parece que não corre, voa!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E quando eu queria voltar, pra consertar os estragos que deixei pelo caminho ou aproveitar outra vez aquele segundo único, você não me dava ouvidos e continuava em frente. O máximo que  fazia era deixar eu olhar pra trás.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O curioso é que, mesmo com bons motivos pra querer desatar os laços e arremessar as alianças, nunca tive vontade de partir pra uma separação. Talvez por saber que, no fundo, a culpa por você reagir dessa forma era somente minha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Mas admito que nem tudo eram trevas e por diversas vezes, a maioria delas, você me mostrou suas qualidades. Por exemplo: &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Ninguém acertou com tanta exatidão a dose para o remédio que eu precisava, nem cauterizou tão bem as minhas feridas quanto você, as cicatrizes ficaram imperceptíveis.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Ninguém nunca me passou lições tão valiosas quanto as suas, também. Seus métodos eram rígidos e antiquados, mas eficazes. E mesmo não sendo a aluna mais aplicada, ainda lembro de certas aulas e tento aproveitá-las até hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Por fim, ainda me deu os melhores presentes: Você me trouxe o caderno e a caneta, o aval para  escrever a história a minha maneira, e a liberdade de tropeçar nas concordâncias e abusar das interrogações.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;E eu ando praticando muito, escrevendo uma página por dia. Mas o que eu queria mesmo, Tempo, era saber quando, finalmente, você irá me trazer a razão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3813678442899999475?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3813678442899999475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3813678442899999475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3813678442899999475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3813678442899999475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/ns.html' title='Nós.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4496418822839280389</id><published>2008-10-29T00:04:00.000-02:00</published><updated>2008-10-29T00:05:47.823-02:00</updated><title type='text'>Estimação.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Vinícius Noronha. &lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Ela não sabia pra qual animalzinho queria dar seu carinho. Tinha o mesmo apego aos bichos que os pais, defensores incansáveis dos direitos dos animais, mas ainda não elegera aquele que a contagiaria nas manhãs, aquele com a qual ela dedicaria horas de seu tempo livre para brincadeiras desnorteantes e felicidade compartilhada gota por gota de suor. Já tentou cachorro, gato, papagaio, hamster, marreco, sapo e até uma lagartixa, e nada. Era bom, era legal, mas não era algo mais. Não era, por assim dizer, afeto de quem se espelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais diziam “Não se preocupe, é melhor amar os animais em geral que amar a um só e ignorar os outros, e você tem tanto amor dentro desse seu coraçãozinho que pode distribuir pra todos os bichos do mundo”. Aos cinco anos, isso é reconfortante por cinco minutos. Pelas ocupações da causa ambiental dos pais, a menina muitas vezes ficava sozinha em casa, ela e uma boneca, ela e um pente, ela e a sua sombra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amigo era necessário, um que fosse como nenhum outro que ela nunca tivera. Até que um dia ela estava sentada num canto da sala, pintando qualquer coisa com seu lápis de qualquer cor, e uma barata pousou em seu desenho. A menina olhou. A barata parou. A menina a cutucou levemente com o lápis e a barata deu uma coçada em suas antenas e alguns passos pra trás. Então, a menina começou a fazer um traço em frente à barata, que seguia obediente cada reta, cada curva, cada mudança de direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cinco anos, nunca riu tanto. Fez então um traço descontínuo pra ver o que acontecia. E o inseto resolveu ir embora, na procura incessante de um ralo para se esconder. A menina observou muito atentamente o gesto desesperado do inseto e foi atrás, criando com a mão uma barreira para a passagem da barata, que parou, subiu em sua mão e ali ficou. A menina trouxe o bichinho para perto do seu rosto, observado cada movimento de suas patinhas e antenas. Esboçou um “oi”, e acreditou ter sido respondida, pois a barata moveu suas antenas de uma forma diferente. Perguntou se ela queria ser sua amiga, e ela começou a andar pelo seu braço, chegando próximo ao cotovelo, já de ponta-cabeça conforme se aproximava dos ombros, e depois voltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um contentamento tomou conta da garotinha solitária. Havia finalmente encontrado um animalzinho que fazia jus aos seus cuidados e devoção. Tinha certeza que aquele bichinho estranho seria a melhor companhia para as manhãs silenciosas, tardes longas e noites misteriosas. Tudo a partir dali ganharia novas cores, sons, sentidos. Teria e daria atenção. Teria amor sincero. Teria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela deixou a baratinha num canto da sala junto com o papel de seus rabiscos e foi correndo para seu quarto encontrar algo com a qual poderia fazer uma casinha. Revirou caixas, fundos de armários e espalhou revistinhas por todo o quarto. Encontrou uma velha caixinha onde guardava os sapatinhos de suas bonecas preferidas. Jogou-as todas numa gaveta qualquer e correu toda animada para a sala reencontrar aquela que dali por diante seria sua amiga mais confidente e verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, ouviu um grito apavorante, Reconheceu a voz de sua mãe, mas nunca tinha ouvido um grito assim antes, tanto que ficou amedrontada e diminuiu os passos de sua corrida. A seguir, ouviu alguns barulhos como se fossem palmadas. Nunca tinha levado uma palmada, mas sabia o som, pois quando fazia alguma desordem seu pai dava uma palmada com o chinelo na quina do sofá em tom de ameaça, e ela entendia o que isso significava e não repetia o erro. De repente, os sons cessaram, e ela apressou-se novamente. Entrou na sala, mas não viu a nova amiguinha lá. Nisso seu pai passou por ela com uma pá de lixo na mão, e a menina seguiu. E foi então que, no fim do percurso, ela viu a barata parada no chão, imóvel, de ponta-cabeça com as antenas quebradas. E seu pai a recolhendo com a pá de lixo e saindo de casa para jogar na lixeira da calçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, ela chorou. Um choro sentido, como nunca antes havia chorado. Não entendia porque seus pais haviam matado o animalzinho que havia escolhido para amar. Não entendia como um amor a uma determinada “coisa” podia ter exceções. Não entendia que o que havia despertado nela de repente não podia mais ser demonstrado a quem a transformou dessa maneira.&lt;br /&gt;Ela não tinha ainda pura consciência disso, mas naquele dia em que se dispôs a compartilhar tudo que tinha de melhor dentro dela com a baratinha que pousou em seu desenho, a garotinha teve suas primeiras grande lições sobre a vida: Que a humanidade é cheia de entrelinhas, exceções, contudos e entretantos. Que o amor é transformador, pois nos faz entrar em contato com partes de nós que, até então, pareciam adormecidas, mas que esse sentimento maravilhoso muitas vezes é incompreendido, ou subestimado, e é infinito enquanto dura. E que definições de igualdade existem para que uns sejam mais iguais que os outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4496418822839280389?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4496418822839280389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4496418822839280389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4496418822839280389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4496418822839280389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/estimao.html' title='Estimação.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6535724788044877089</id><published>2008-10-26T23:27:00.000-02:00</published><updated>2008-10-26T23:28:28.788-02:00</updated><title type='text'>Feitiços</title><content type='html'>Feitiço para atrair o amor:&lt;br /&gt;Em uma noite de lua cheia, compre um sonho de valsa virgem( tem que ser virgem, senão não funciona). Quando o relógio der meia noite e vinte três, abra o sonho de valsa, passe em sentido horário nas regiões pudendas e grite o nome da pessoa desejada. Se o feitiço não funcionar, não aproveite o sonho de valsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitiço para conseguir dinheiro.&lt;br /&gt;Em uma noite de lua nova, arrume 150 dólares virgens e ponha-os num pires branco( e virgem). Quando terminar a novela das oito, queime os 150 dólares e guarde as cinzas na carteira. Para encerrar, pegue um sonho de valsa e salpique os pedaços também na carteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitiço para comprar um carro novo&lt;br /&gt;Num domingo chuvoso, compre trezentos bilhetes de loteria. Jogue os números que lhe vierem à cabeça e espere o resultado. Se os números que você jogou coincidirem com os que saírem, você terá conseguido o dinheiro para comprar o carro. Abrir um sonho de valsa na véspera ajuda a dar sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitiço para conseguir um ingresso para o show do João Gilberto&lt;br /&gt;Alguém realmente quer isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitiço para saúde&lt;br /&gt;Numa noite de lua minguante, arrume dois quilos de sal, fio de ovos,sementes de abricó, salitre, metanol e um sonho de valsa. Misture tudo e tome um gole a cada cinco minutos. Você nunca mais irá se preocupar com sua saúde, pode ter certeza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6535724788044877089?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6535724788044877089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6535724788044877089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6535724788044877089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6535724788044877089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/feitios.html' title='Feitiços'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4505637684929202411</id><published>2008-10-25T17:27:00.008-02:00</published><updated>2008-10-25T20:08:00.479-02:00</updated><title type='text'>Lentidão.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SQN62C84_vI/AAAAAAAAAAs/qidzrSi29cA/s1600-h/Tonietino(reduzida).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261183858622660338" style="WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SQN62C84_vI/AAAAAAAAAAs/qidzrSi29cA/s400/Tonietino(reduzida).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agradecimentos ao Dion e ao Kim (clique para ampliar). &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4505637684929202411?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4505637684929202411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4505637684929202411' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4505637684929202411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4505637684929202411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/por-felipe-grilo.html' title='Lentidão.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_knRUNNMDf3o/SQN62C84_vI/AAAAAAAAAAs/qidzrSi29cA/s72-c/Tonietino(reduzida).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3765781698788749031</id><published>2008-10-24T21:49:00.004-02:00</published><updated>2008-10-24T22:15:18.117-02:00</updated><title type='text'>Por uma vida mais zen (noção)</title><content type='html'>Hoje eu trabalhei vestida com camiseta, calça de malha e tênis (e perfume italiano, que ninguém é de ferro).&lt;br /&gt;Hoje eu comi frutos do mar, salada, goiabas, manga, mamão, granola e bala de algas (não ao mesmo tempo, é claro).&lt;br /&gt;Hoje eu usei meu escapulário da sorte e duas pulseirinhas contra mau olhado e inveja (comprei as pulseiras há dois dias e o pingente de pimenta de uma delas furou a minha mão; é ou não é um sinal?)&lt;br /&gt;Hoje eu fiz uma ótima ação e beneficiei alguém que merece (isso realmente foi legal).&lt;br /&gt;Hoje eu tentei não lançar meu olhar de desprezo número 1 (mas é provável que tenha lançado o 5 ou o 8).&lt;br /&gt;Hoje eu visitei uma loja de roupas feitas com algodão orgânico e natural e pensei em comprar coisas para o enxoval da Duda (só pensei, pois não tinha dinheiro; vocês sabiam que o algodão orgânico é marrom claro?).&lt;br /&gt;Hoje eu fui a uma sessão de acupuntura (demorei uma hora e meia para chegar lá e elevei os meus níveis de cortisol aos píncaros, foi difícil relaxar).&lt;br /&gt;Hoje eu marquei uma sessão de tarô (ganhei de presente de uma assessoria de imprensa, mal tenho tempo e grana para ir à manicure ultimamente).&lt;br /&gt;Hoje me esforcei para não rir da cara de uma pessoa (mulher, óbvio) que me perguntou se está gorda (sim, está, mas eu não confirmei nada, estava com a boca cheia de goiabinhas - não as goiabas citadas acima, mas aquelas de pacotinho, cheias de gordura trans).&lt;br /&gt;Hoje só gritei "Vai se ferrar, idiota cuzão!" e buzinei para a lesma da frente uma vez, no trânsito.&lt;br /&gt;Hoje me controlei e não enfiei o meu carro na traseira do vizinho, que demorou um século para abrir a porra do portão e mais um século e meio para manobrar a merda do carro, enquanto a minha bexiga de grávida quase estourava de tão cheia.&lt;br /&gt;Hoje só passei 3h45min no trânsito, ou seja, é quase inacreditável que não tenha matado ninguém até agora.&lt;br /&gt;Hoje pretendo tomar um chá de erva cidreira e ouvir &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Madana, Mohana, Murari&lt;/span&gt; e relaxar antes de dormir (mas é provável que meu marido peça o divórcio ao chegar em casa e presenciar tal fato; mais provável ainda é que já esteja babando no travesseiro, no sétimo sono, antes de conseguir baixar a música na Internet).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3765781698788749031?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3765781698788749031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3765781698788749031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3765781698788749031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3765781698788749031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/por-uma-vida-mais-zen-noo.html' title='Por uma vida mais zen (noção)'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8804581380970084980</id><published>2008-10-23T20:46:00.005-02:00</published><updated>2008-10-24T06:16:49.518-02:00</updated><title type='text'>Bloqueio, não!</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se vocês já perceberam, mas o mundo entrou na era do bloqueio.&lt;br /&gt;É bloqueio de celular, de cartão de crédito, de conta bancária, de contatos do Msn, de recados/fotos/vídeos do Orkut... Tem bloqueio de todos os tamanhos, formas, cores e sabores; pode escolher, fica a gosto do freguês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra ser sincera, nenhum desses bloqueios me afeta diretamente, ou me deixa tão mal quanto um em especial, que costuma me assombrar de vez em quando: O bloqueio mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ligou o nome a pessoa? Eu explico: Bloqueio mental, é aquele bloqueio que te faz ficar parado(a), estagnado(a), apopléctico(a), em frente a página do Word sem idéia alguma para escrever nada... Nadinha... Necas de pitibiriba.&lt;br /&gt;Você pode ouvir a música mais romântica, viver a paixão mais tórrida, ler Shakespeare ou se entupir de chocolate, nada vai te inspirar.&lt;br /&gt;E isso é simplesmente horrível, já que esse bloqueio faz você apelar para subterfúgios nada nobres: Como escrever palavras difíceis pra enfeitar o possível texto e praticar a tão velha e conhecida arte de encher lingüiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, nobre colega que, agora, não consegue escrever aquela carta de amor, aquele relatório urgente ou aquela redação sobre desenvolvimento sustentável, te convido a participar da campanha "Bloqueio, não!".&lt;br /&gt;Vista essa camisa, prenda esse botton no peito e grite aos quatro ventos "Bloqueio, não!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se você é sensato o bastante para não pagar esse mico, aqui vão umas dicas: Relaxe, conforme-se, aceite sua condição de ser humano errante, perceba que você nunca estará sozinho nesse momento de agonia e tente novamente, mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como celulares, sistemas de bancos, programas de computador e páginas de internet; o ser humano também está suscetível a bloqueios e falhas. Todos nós temos dias de "fora de sistema", "fora da área de cobertura" ou "esse programa não está respondendo".&lt;br /&gt;Está certo que nós não podemos nos formatar, nos levar pra assistência técnica, trocar o chip  nem usar um Ctrl+Alt+Del nas situações complicadas. Mas não fique triste, isso é bom, é o que nos diferencia da &lt;i&gt;semgracisse&lt;/i&gt; das máquinas e dá um gostinho especial na vida... Gostinho salgado, mas especial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8804581380970084980?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8804581380970084980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8804581380970084980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8804581380970084980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8804581380970084980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/bloqueio-no.html' title='Bloqueio, não!'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7015443919246039687</id><published>2008-10-22T00:25:00.000-02:00</published><updated>2008-10-22T00:27:15.292-02:00</updated><title type='text'>Confessionário.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;- Pode começar.&lt;br /&gt;- Nem sei por onde...&lt;br /&gt;- Comece pelo último, ou pelo primeiro. É sempre uma boa escolha.&lt;br /&gt;- Tá. Tá bom. Vejamos... Eu tinha 8 anos e corria desesperadamente atrás de um garoto que havia caçoado dos meus sapatos. A gente cruzou o pátio todo, entramos em várias salas ainda em aula, foi a maior baderna. Quando finalmente o alcancei, eu o segurei pela gola e gritei algo que nem me lembro mais. Ele então olhou nos meus olhos, já imersos, e me pediu perdão. Ele me pediu perdão.&lt;br /&gt;- E você?&lt;br /&gt;- E eu estava completamente cego de raiva que só vi a boca dele se movendo, sem dar a mínima atenção às palavras. Fechei a mão e dei os socos mais duros e rancorosos da minha vida. Até que alguém viesse me impedir, eu já tinha transformado a cara do garoto em uma bola de sangue. Uma semana depois, chegou a notícia de que ele havia mudado de escola. Depois soube que não era apenas de escola, mas de cidade também. E por mais que me dissessem o contrário sempre acreditei que foi por algo provocado naquele incidente.&lt;br /&gt;- Esta resposta você nunca terá. Você só tem a sua escolha.&lt;br /&gt;- Eu errei. Eu guardei mágoa e errei.&lt;br /&gt;- Há coisas que aprendemos na vida, mas nunca nos damos conta. Este é o momento perfeito pra você perceber isso. Mas antes, me conte mais uma.&lt;br /&gt;- Isso não é fácil.&lt;br /&gt;- Viver só seria fácil se a gente não soubesse que é apenas um tempo extra que temos antes de algo chamado morte.&lt;br /&gt;- Ahn..&lt;br /&gt;- Anda, conta mais uma.&lt;br /&gt;- Eu tinha 25 anos, tinha um emprego razoável e um namoro estável, que todos acreditavam que daria em casamento. No entanto, qualquer vestígio de responsabilidade já me deixava de joelhos trêmulos.&lt;br /&gt;- É. Você nunca reagiu bem às pressões. Engraçado, já que se pressionava tanto.&lt;br /&gt;- Num dado momento, minha então namorada começou a falar de um sonho que teve, onde estávamos com nossos filhos já crescidos, em uma casa de veraneio, netos no colo, e de repente essa casa desmoronava e ela desesperada e soterrada nos destroços gritava meu nome. Ela salientou que não gritava o nome dos filhos, dos netos, nem de nenhuma outra pessoa que não fosse o meu.&lt;br /&gt;- Claro, eles nem existiam, portanto não tinham nomes.&lt;br /&gt;- Mas ela sempre citava os nomes que gostaria de dar aos filhos. Num tom sarcástico, meio que pra me irritar, mas sabia que eram suas futuras e verdadeiras escolhas.&lt;br /&gt;- Ah sim. Enfim, continue.&lt;br /&gt;- E então ela começou a chorar, e a dizer milhares de coisas... Disse que me amaria por toda a eternidade, que não passaria um dia sequer longe de mim, que vislumbrava um futuro perfeito ao meu lado. Isso em tese deveria me fazer sentir o homem mais feliz do mundo. Mas foi exatamente o contrário. Me senti indefeso, pequeno e amarrado diante de um destino imutável. Por três meses foi assim, até que decidi tomar as rédeas da minha vida novamente. Terminei esse relacionamento com a convicção de que tinha reconquistado o direito de escolher o melhor caminho pra minha vida.&lt;br /&gt;- Sei. Se fosse assim você não precisaria estar aqui nesse momento.&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- O pior é a sensação de que tornei alguém que amava infeliz.&lt;br /&gt;- Você não tem o direito de lamentar assim por suas escolhas equivocadas. Você seguiu algo que estava vivo dentro de você, num sufoco que te mataria caso você prendesse mais um pouco.&lt;br /&gt;- Eu não soube direcionar minha vida direito... Eu errei quando escolhi o emprego que em pagou melhor, porém me manteve distante das pessoas que eu mais amava. E eu fugi de casa tantas vezes em desespero só pra agoniar meus pais pra que eles me notassem, me amassem um pouco mais. E eu queria tanto aquele cargo na gestão... E dei nomes, fiz conchavos, fui um mau-caráter. Eu nunca disse um “eu te amo” que fosse verdadeiro em toda a minha vida. Meu compromisso era com o que a vida podia me oferecer de imediato, na borda do prato.&lt;br /&gt;- Sabe qual foi seu pior erro?&lt;br /&gt;- Dentre tantos. Não.&lt;br /&gt;- Você não se conhecia. Você é um estranho para si.&lt;br /&gt;- Que coisa estúpida, eu sou isso que você está vendo, essa infelicidade em forma de gente.&lt;br /&gt;- Não, eu não estou vendo isso. Estou vendo alguém que foi vencedor e perdedor na vida. Alguém que é Deus e Demônio, o covarde e o herói, o mendigo do banco de praça e o senhor que dita as regras do jogo. Estou vendo um santo e um pecador. Um ordinário mesquinho incapaz de amar, e o amor personificado.&lt;br /&gt;- Não é nada disso, eu...&lt;br /&gt;- Quantas vidas você acha que são diferentes da sua? Você acha que na Terra só existem acertadores? Homens de sensibilidade suprema? Acha realmente que todos as gargalhadas e lágrimas que você assiste de camarote são sinceras? Quem você acha que pode questionar suas razões? Somos todos movidos por carência e medo, vaidade e destreza, compaixão e egoísmo. A busca da felicidade é vazia, porque ninguém percebe que o que na realidade existe na vida não é felicidade, e sim momentos felizes. Um dia você, eu, e todo mundo vamos perceber isso, e vamos pagar de bom grado o preço que vier por seguir o que sentimos.&lt;br /&gt;O diálogo acabou por aí. Foi interrompido por um choro que foi engolido por tantos anos, em tantas situações, que fica impossível mensurar o grau de alívio que ele proporcionou. Depois disso, ele pode perceber que a paz mora nas coisas que explodem no vento, que transparecem na escuridão, e que gritam em sintonia no vácuo eterno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7015443919246039687?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7015443919246039687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7015443919246039687' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7015443919246039687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7015443919246039687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/confessionrio.html' title='Confessionário.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1766579183762547585</id><published>2008-10-19T22:48:00.001-02:00</published><updated>2008-10-19T22:50:55.385-02:00</updated><title type='text'>Amor nos tempos de orkut</title><content type='html'>Não é segredo pra ninguém que o site de relacionamentos Orkut tornou-se um dos maiores pilares da mídia moderna, alterando até radicalmente, podemos dizer, a vida de todos os usuários que adentram esse mundo paralelo. Para alguns não passa de um mero entretenimento, mas para alguns é quase tão comum usar o orkut quanto comer ou fazer necessidades fisiológicas(para alguns o orkut é mesmo uma grande m....).&lt;br /&gt;   Mas um fenômeno desses não poderia passar impune no que tange às nossas vidas. Com uma coisa que pode mudar até maneirismos mais costumeiros, era óbvio que também alteraria algumas nuances de rotina. Uma das mais clássicas é no que diz respeito aos aniversários. Chega daquela boa e velha ligação pro amigo de infância, conhecido, primo,cunhado...nada amigo! Um bom e velho scrap resolve, e ai de quem reclamar( “E meu aniversário hein? Pó mandei um scrap no dia seguinte!”), ou seja, nem com o Orkut avisando, ainda tem gente que tem a cara de pau de esquecer!&lt;br /&gt;   Porém o motivo desse post, como vocês podem ter notado, é abordar o fato de como o Orkut pode influenciar de maneira tanto positiva, quanto negativa, nossos relacionamentos interpessoais mais íntimos.&lt;br /&gt;   De maneira negativa podemos colocar em pauta a crueldade que é você se esforçar para encontrar alguém por lá, que você não via faz tempo, e que tinha uma fagulha de esperança de pegar a  cauda do cometa, quando pra sua surpresa está no status de relacionamento: NAMORANDO. É uma delícia, algo estupendo, eu compararia isso a comer creme de milho com asfalto(e eu odeio creme de milho!!).&lt;br /&gt;   Porém nem tudo é joio nesse mundinho virtual. O Orkut também veio pra ajudar em muita coisa, e uma das principais é o fato de você conseguir encontrar pessoas da balada, do barzinho, do cinema apenas sabendo o nome e o sobrenome. Fica fácil manter contato, e é pra isso que tiro o chapéu para o orkut. Se isso existisse a alguns anos atrás, com certeza muitas da minhas identidades que usei na balada teriam caído por terra. (ainda deve ter gente que acha que eu jogo no XV de Jaú). E já que coloquei na roda, vou citar pra vocês alguns de meus alter-egos, que costumava usar antes do advento do Orkut, acompanhado da estatística de quantas vezes deu certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Muito Prazer, Júnior Alexandre, meia-direita do Mogi Mirim!”( duas vezes)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Carlos Antônio, Chef de cozinha e amante das artes plásticas”( uma vez, e quase fui agarrado por outros seres do mesmo sexo umas quatro!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Kaiodê, estudante de intercâmbio de Ziganda!”( uma vez)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Claudinho Matarazzo, excêntrico milionário. Procuro amigos pra me ajudar a gastar minha herança sem qualquer parcimônia!”( Ok, esse nunca deu certo porquê nunca me deixaram entrar na balada de cartola, monóculo de prata e montado num avestruz. Se conseguisse seria batata!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ Daniel Bereco ao seu dispor!”( sem estatísticas pra esse ok?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Enfim, bons tempos aqueles, que não voltam mais. Porém é melhor assim, as máscaras duram um pouco menos, mesmo que as surpresas possam ser desagradáveis, como achar aquela pessoa que você conheceu na balada e ao fuçar nas comunidades dela descobre que participa da comunidade “ Sim, eu tenho herpes bucal!”...Mas acontece...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1766579183762547585?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1766579183762547585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1766579183762547585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1766579183762547585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1766579183762547585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/amor-nos-tempos-de-orkut.html' title='Amor nos tempos de orkut'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1856117841380878049</id><published>2008-10-18T13:52:00.001-03:00</published><updated>2008-10-18T13:52:15.849-03:00</updated><title type='text'>Não analisem o autor.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje eu não vou escrever nenhum conto, crônica, poesia ou charge irônica ou engraçadinha. Assim como o Daniel na semana passada, vou falar como eu mesmo, Felipe (comumente chamado de Grilo pelos amigos), mas por um acontecimento que fez desencadear o motivo deste texto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mostrei meu texto aqui em casa e meu pai me achou meio deprimido. Bobagem. Mas assim como ele, talvez algumas pessoas tenham pensado a mesma coisa. Por isso, gostaria de fazer um pedido a todos vocês, que lêem meus textos Coisetal: nunca, jamais, tentem encontrar resquícios da minha personalidade ou da minha vida por meio deles.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não sei qual é a posição dos meus colegas aqui nos posts. Muitos, talvez, escrevam sobre o que realmente sentem, ou já sentiram, e são completamente honestos em tudo o que dizem. Eu já gosto de brincar com o raciocínio, com aquilo que pouca gente nota, e tal. Escrevi o "mau humor" porque, sim, estava de saco na lua, e aproveitei meu estado de espírito para mostrar que é possível fazer um texto bem-humorado sobre o mau humor. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Explicado o motivo controverso, queria dizer só mais uma coisinha. Aprendi com um amigo a não gostar muito que analisem minha vida nos textos. Porque tem aquele tipo de leitor que gosta de sentir a alma do artista, e daí parte para análises que beiram à psicologia "informal". E quando vem conversar com a gente, perguntam se está tudo bem, se eu estava falando de uma pessoa indiretamente (neste presente texto, não estou falando de ninguém em especial), se estou apaixonado. E então vão piorando o diagnóstico, afirmando que tenho traumas, que sou assim por causa disto ou daquilo, e que não sei lidar com este ou aquele assunto. Coisas do tipo. Daí eu tenho que explicar que não é nada disso: acho que textos autobiográficos são fáceis demais, e podem ficar muito comuns se não forem feitos por pessoas interessantes. Quem me conhece pessoalmente sabe que não é o caso. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acredito que eu não sou o único a ter textos confundidos com páginas de diários. Meu estilo é mais racional e inorgânico, mas vejo muita confusão por aí quando se disserta sobre amor ou solidão. Deve existir uma cultura geral de "leitores-não-escritores", vinda do hábito das pessoas escreverem raramente e somente para desabafar, ou para chorar, ou apenas porque veio a inspiração e, em todos estes casos, nunca mostrarem a ninguém. Além de não tornarem o ato da escrita algo natural, quando o fazem, ficam com vergonha de publicar por acharem muito pessoal. Ao mostrarem, parece uma revelação: "oh, fulano SÓ está mostrando porque quis DIZER ALGO".&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além de tudo, pelo ponto de vista deste que vos escreve, é meio chato saber que alguns estão mais preocupados em conhecer os emaranhados infindáveis da alma do que apreciar toda a preocupação estética, a escolha do tema e das figuras, dos argumentos, das associações, das palavras e das idéias que você fez - tudo pensando no entendimento do receptor - enquanto se dedicava ao texto. Chato mesmo é saber que, ao mesmo tempo em que insistem na sua descoberta holística e se esquecem da obra, procurando um contato tão próximo com o autor pelas entrelinhas estreitas, não conseguem fazer o mesmo olhando nos olhos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para elas, gostaria de dizer que meu nome é Felipe (não sou o Renato Russo), sou tímido e introspectivo até o tutano, de saúde física frágil, estudioso e esforçado, nem alegre nem triste demais, com seus problemas e suas habilidades, um bom amigo apesar de distante, solteiro, cético espiritualizado e com suas teorias a respeito do relacionamento humano. Entre elas, a de que sociedade anda leviana com os sentimentos. Insensível, o ser humano se isenta do ser humano. E acha que meras palavras, viajantes de reinos distantes, podem substituir o carinho de um bom abraço.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sintam-se abraçados.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1856117841380878049?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1856117841380878049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1856117841380878049' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1856117841380878049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1856117841380878049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/no-analisem-o-autor.html' title='Não analisem o autor.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5145897036083168205</id><published>2008-10-17T22:09:00.001-03:00</published><updated>2008-10-17T22:12:34.435-03:00</updated><title type='text'>Homens Frodo</title><content type='html'>Sim, eu sei que &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/span&gt; não é um filme atual. Entretanto, sei também que muita gente viu a trilogia e que, portanto, um grande número de pessoas conhece a história e vai entender a comparação que vou fazer a seguir. Eu achei o primeiro filme bem interessante; o segundo, razoável, e o terceiro, nem consegui chegar ao final. Juro que enfiaria pipoca com pimenta nos meus próprios olhos se tivesse que encarar mais uma batalha de Orcs grunhindo contra aqueles cabeludos ensebadinhos do bem. Ok, eu ouvi dizer que a mensagem de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/span&gt; é edificante, que a honestidade e os bons princípios sempre triunfam sobre o mal e blablablá, mas não há alma nem glúteos que suportem quase seis horas de filme para chegar à essas brilhantes conclusões. Porém, graças à minha mente um tanto suja e debochada, consegui enxergar ali algumas pitorescas alusões aos relacionamentos amorosos. Bem, como não vi (nem quero ver) o final do filme, e, portanto, não sei qual final foi reservado ao Frodo (tomara que tenha, no mínimo, prendido as orelhas numa porta), talvez cometa aqui um erro de informação – me corrijam se estiver errada – e desconheça o fato de que, sei lá, Frodo teve uma grande virada na trama, virou traveca, descobriu que era filho da Liv Tyler ou qualquer coisa parecida. Pelo que pude perceber, no entanto, esse hobbit mala passou boa parte do filme com cara de palerma, segurando firmemente aquela porcaria de anel na mão (seria uma referência à famosa expressão brasileira, “com o c* na mão”???), enquanto o povo se matava para salvar o planeta.&lt;br /&gt;Enfim, usei o Frouxo como uma das fontes de inspiração para o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Manual da Ex / Manual da Atual&lt;/span&gt; na parte em que escrevo sobre como alguns homens se omitem quando vêem a ex e a atual namorada ou mulher se engalfinhando por causa dele. Como muita gente se  divertiu com essa comparação – e eu, como já escrevi nesse blog, adoro uma listinha – resolvi listar mais algumas características dos Frodos. Cuidado, pode ter um bem perto de você. Veja:&lt;br /&gt;* Frodos dizem “o problema não é com você, sou eu” na hora de dar um pé na bunda.&lt;br /&gt;* Frodos afirmam que são traumatizados por causa de relacionamentos passados e que não estão “preparados” para assumir uma nova relação. Ah, mas na hora do “vamos ver” bem que eles estão preparados, não é?&lt;br /&gt;* Frodos têm medo de mulher inteligente.&lt;br /&gt;* Frodos têm medo de mulher bem-sucedida ou que ganham mais que eles.&lt;br /&gt;* Alguns Frodos têm medo de mulher de uma maneira geral.&lt;br /&gt;* Frodos choram e lamentam as misérias da vida, mas se irritam quando uma mulher quer desabafar no colo deles.&lt;br /&gt;* Frodos argumentam que flores morrem logo ou são enfeite de velório para não presentearem as mulheres com buquês.&lt;br /&gt;* Frodos são fofoqueiros.&lt;br /&gt;* Frodos disputam a mesa da praça de alimentação do shopping com mulheres grávidas que avistaram o lugar primeiro. Isso aconteceu comigo na semana passada. Quem me conhece sabe que, é óbvio, eu botei o Frodo para correr e levei a melhor.&lt;br /&gt;* Frodos não tiram o crachá da firma do pescoço quando vão almoçar no shopping. Sim, é o mesmo Frodo citado anteriormente.&lt;br /&gt;* Frodos nunca enxergam as armações de ex barangas do tipo Sméagol – pior, as defendem se as atuais tentam convencê-los a enxergar a realidade.&lt;br /&gt;* Frodos não vêem maldade em nada.&lt;br /&gt;* Frodos reclamam de peculariedades femininas, como TPM, novelas, calcinhas penduradas no box, filmes românticos, esmaltes, maquiagem, etc. Ah, pelo amor de Deus! Vão se engraçar com o hobbit Pippin, que, aliás, tem um nome prá lá de sugestivo.&lt;br /&gt;Como lidar com um Frodo? Berrar “seja macho” com um megafone às seis da manhã talvez o faça acordar para a vida, mas o melhor mesmo é se afastar de gente assim. Compre um poodle ou um PlayStation, vá praticar Yoga, lave a louça ou invista em uma faxina na casa. Qualquer coisa pode ser mais divertida, útil e gratificante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5145897036083168205?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5145897036083168205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5145897036083168205' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5145897036083168205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5145897036083168205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/homens-frodo.html' title='Homens Frodo'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-2794361980560613330</id><published>2008-10-16T18:43:00.002-03:00</published><updated>2008-10-16T19:07:36.773-03:00</updated><title type='text'>Cadeira de Balanço.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorme, pode dormir. Que nas próximas horas você seja apenas seus olhos fechados, pijama e cobertas. Braços soltos e pernas dobradas ao modo mais confortável que encontrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorme. Que nos sonhos que te acompanham você possa conquistar o que quiser: Pisar na lua, marcar um golaço, matar dragões, salvar o mundo ou simplesmente dirigir o batmóvel. E que a decepção não te enfraqueça assim que essa realidade derreter com o clarear de um outro dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorme. E aproveite ao máximo cada segundo desse sono terno, involuntário e que a vida, sem titubear, faz questão de tornar finito. Porque logo, logo, você perceberá que melhor que o sono dos justos, só mesmo o sono dos inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorme. Não tenha medo nem se assuste com os pesadelos e delírios que ousarem invadir a tua tenda. Eu lhe trago uma canção de ninar, a cura para todo o mal e a convicção de que minha missão na Terra é única e exclusivamente enxugar o suor do teu rosto e fazer baixar a tua febre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorme, pode dormir. E assim que todo esse faz-de-conta acabar, e você der de cara com teto e paredes, tombe a cabeça para o lado e enxergue a sua maior fã, em silenciosa adoração, sempre alerta e a postos. Pronta para seguir suas ordens, acatar todas as suas vontades e te entregar o mais doce, quente e saboroso copo de leite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-2794361980560613330?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/2794361980560613330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=2794361980560613330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2794361980560613330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2794361980560613330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/cadeira-de-balano.html' title='Cadeira de Balanço.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-38046222233894606</id><published>2008-10-15T21:21:00.006-03:00</published><updated>2008-10-15T21:34:52.178-03:00</updated><title type='text'>TODO MUNDO TEM uma história bizarra envolvendo peixes</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que um amigo me contou que no inverno colocou o peixe esquentar na panela com a água do aquário, e de repente ele foi nadando mais lentamente e ficando TRANSPARENTE, de forma que podia enxergar todos os seus órgãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, acredito que aquelas coceiras no pé à noite são espíritos de peixinhos beta tentando puxá-lo pra me apavorar. Ingênua que era, coloquei 3 deles no mesmo micro-aquário. Uma amarelo, um azul e um vermelho. Este último foi o primeiro a morrer misteriosamente no intervalo de uma saída minha de 15 minutos à panificadora. Além de não haver sinal de briga algum, ele estava no fundo do aquário com a boca "fincada" no meio das pedras e a barriga enconstada na parede de vidro, totalmente na vertical.&lt;br /&gt;O segundo a morrer, o laranja, começou com um espinho branco saindo de sua cauda, depois apareceu mais um e outro, e de repente ele estava completamente coberto de espinhos, nadando como um louco perto da borda tentando pular pela frestinha de ar da tampa. Até que saíram espinhos nos olhos e ele pifou quase mecanicamente. tudo isso durou cerca de meia hora. Fiquei olhando.&lt;br /&gt;O azul morreu horas depois, infectado pela mesma coisa (?), mas diferente do outro ele nadava numa boa, de Rider, como se nada estivesse acontecendo. De dó de seu sofrimento, meus pais resolveram sacrificá-lo tirando-o da água com uma colher (isso, das de sopa, bem cheia) e jogando-o no lixo da cozinha. Fiquei olhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de um ano depois ganhei outro peixe numa pescaria de festa junina, mas simplesmente eu ESQUECI QUE PEIXES COMEM e não comprei nenhum alimento, obviamente ele morreu em pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, todo mundo tem o que uma história bizarra envolvendo peixes, nem que seja sobre uma lata de sardinha. Conte a sua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-38046222233894606?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/38046222233894606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=38046222233894606' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/38046222233894606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/38046222233894606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/blog-post.html' title='TODO MUNDO TEM uma história bizarra envolvendo peixes'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5657879669225224793</id><published>2008-10-14T20:44:00.003-03:00</published><updated>2008-10-14T20:50:26.778-03:00</updated><title type='text'>Passeios.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Assim que cruzávamos a esquina, eu tentava ir o mais rápido possível. Tenho certeza que, se pudesse, você se jogaria do carro como um protesto à violação da sua regra, mas devido as circunstâncias, o máximo de atitude perceptível acabava sendo um olhar repleto de lâminas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não temia, mas sentia. Engraçado é que continuava acelerando, sem hesitar, em semáforos amarelos e placas de "dê a preferência". O rádio tocava uma música que ambos odiávamos, mas deixávamos, afinal pelo menos a apreensão ganhava alvo, artilharia e desculpas. Qual era a desculpa mesmo? A jornada não permitia explicação, e preferimos esvaziar as pressões com o alívio imediato do silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permanecemos em companhia desse silêncio, respeitando a barreira invisível que colocávamos entre nossos interesses, entre nossas gerações. O que eu não compreendia era que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai mais devagar, pra quê tanta pressa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ops, a fortaleza ruiu. Tudo passava a configurar um jogo de orgulho e de imposição a uma situação que, naquele instante, transcendia a vida. Porque era sempre assim: eu tinha, por ordens, por afeição, ou pela putaqueopariu, que ir mais devagar. Entre as escolhas equivocadas e a procura indiferente de uma urgência, a lição me era imposta como um versículo bíblico. Me acostumei com a vagareza, e bloqueei dentro de mim tudo o que era velocidade. Tudo pra que os pratos se mantivessem sobre a mesa, a roupa no cabide, e a paz no nosso mundinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era sempre assim. Era sempre. Mas por algum mecanismo que nunca decifrei, eu acendia a inquietude de velocidade no meio da nossa inanição. Convertia a obediência à necessidade do grito de alerta, mas principalmente à mesma força que me fazia, de algum modo, não atrapalhar a tua (nossa?) estabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carro, na rota, na sina profética de todo bom-dia, eu percebi que éramos quase felizes. Eu podia acelerar em algum momento do percurso, você tolerava até algum ponto em que notava, de sopetão, que se continuasse sem voz, muitas coisas poderiam não ser mais as mesmas. E me fazia diminuir o ritmo. No silêncio, essa batalha contra e a favor do tempo ditava a nossa harmonia, exigia a nossa reconciliação. Controlávamos nossos impulsos e, por fim, comíamos em porcelanas fartas, dormíamos na cama mais confortável, e rezávamos para que, no dia seguinte, pudéssemos ter forças para não dizer para o outro aquilo que, a cada passeio, criava lágrimas em nossas gargantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao estacionar o carro, eu chegava à conclusão de que devia chamar tudo isso de amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5657879669225224793?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5657879669225224793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5657879669225224793' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5657879669225224793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5657879669225224793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/passeios.html' title='Passeios.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4159061847379205409</id><published>2008-10-14T02:39:00.002-03:00</published><updated>2008-10-14T02:40:57.143-03:00</updated><title type='text'>Mudaram as estações e nada mudou. (parte 2)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por Sergio Faria.&lt;/i&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Enquanto seguia ao seu lado trocando a maior idéia, olhava pras pessoas e ficava admirado de ninguém reconhecê-lo. Lembrei dos meus amigos: "Ah se me vissem agora!". Tenso o tempo todo, consegui representar pra ele uma calma que não existia. Assim ele foi se soltando e ficando mais simpático."Vocês ensaiam na Ilha do Governador, né?” Joguei essa sabendo que a banda ensaiava no mesmo bairro que Renato morava. E como ele deu a mão eu quis o resto! "Então? Como é que eu faço pra assistir um ensaio de vocês?" Ele veio com essa: "Ah não! É complicado! Eu tenho vergonha!". Achei graça "Ah! Pára! Que isso?!". Lembrei de um amigo do baterista da minha banda que era roadie da Legião e tinha prometido nos levar pra assistí-los. Resolvi simplicar e apelei: "Pô, pensei que era tranquilo porque um amigo meu, roadie de vocês ficou de descolar um ensaio pra gente ver...!" Aí ele me quebrou: "Qual o nome dele?" Como eu não sabia o nome da figura tive que explicar que na verdade o tal roadie era amigo do meu batera, blá, blá, blá. Acho que ele não acreditou e achou que eu estava jogando verde pra colher maduro. Depois de alguns quarteirões grudado nele, lembrei do encontro com a garota. Olhei no relógio e vi que me atrasaria muito se continuasse ali pentelhando o cara. Ele entrou numa banca de jornal e foi ali que, muito a contragosto, resolvi me despedir. "Foi um prazer ti conhecer pessoalmente. Sucesso!" Foram minhas últimas palavras ao apertar mais uma vez aquela mão que um dia escreveria Metal Contra As Nuvens, Só Por Hoje e Antes das Seis. Sai dali extasiado mas logo em seguida brochei: fiquei chateado por achar que poderia ter conseguido mais. Será que eu teria balançado o cara se ao invés de dizer de forma educada e simpática "sou fã da banda" eu dissesse eufórico e emocionado "sou seu fã desde sempre e você representa pra mim o que o Bob Dylan representa pra você" (ele era fanático por Bob Dylan). Será que seu eu estivesse todo largado, usando meu jeans surrado com aquele par de tênis adidas branco, velho e sujo mais a minha camiseta preta do Joy Division, não teria cativado o ex-punk? Mil coisas passaram pela minha cabeça nos dias que sucederam aquele encontro e até hoje me pergunto se tudo seria diferente se eu tivesse falado as coisas certas. É tão difícil acertar nessas circunstâncias. E ao descobrir que aquela revista Bizz que eu tinha acabado de comprar continha uma foto de página inteira dele com uma camisa branca, me arrependi de não ter pedido seu autográfo. O espaço na camisa era perfeito. Fazer o quê? Paciência. Alguns meses depois saiu o quarto disco (o primeiro em CD) que pela serenidade, clima religioso e letras sobre solidão, amizade e família me tocaram fundo. Logo em seguida, antes do final daquele ano, Renato sai do armário numa entrevista à mesma revista Bizz. Lembro como se fosse ontem: eu voltando pra casa dentro do ônibus surpreso e perplexo ao ler o trecho onde ele assumia sua condição de homossexual. Reli várias vezes pra ter certeza de que aquilo era mesmo a revelação. Minha admiração e meu respeito por ele não mudaram em nada. Fiz uma retrospectiva da sua obra e detectei em Soldados (tenho medo de lhe dizer o que eu quero tanto) e em Daniel Na cova Dos Leões (teu corpo é meu espelho e em ti navego) citações que remetem ao universo gay. Ao contrário do espalhafatoso Cazuza, outro monstro sagrado pra mim, Renato foi discreto e escondeu de todos sua opção sexual até quando quis. Tive a oportunidade e o privilégio de ver o lançamento do Quatro Estações nos shows que aconteceram em São Paulo, no Parque Antártica em 90 (que anos atrás viraram cd ). Fui nos dois dias mas fiquei com o gostinho de quero mais. No primeiro dia fiquei nas arquibancadas e não deu pra curtir tanto o show. Entretanto me emocionei com a queima de fogos no final dele ao som de Rapsody in Blue de George Gershwin. No segundo dia cheguei mais cedo e fui pra pista. Posicionado a alguns metros do palco pude constatar bem de perto a loucura que era assistir a Legião Urbana ao vivo. A energia da banda, a performance do Renato, a emoção do público. Até situações engraçadas como uma cena do Renato dando esporro no Fred Nascimento (músico de apoio na época e que hoje acompanha o Capital Inicial) que insistia em querer acompanhá-lo ao violão numa música improvisada pelo cantor à capela ficaram na minha memória. Renato falava: "Eu não tenho vergonha do que eu faço no banheiro nem na minha vida sexual!" ou "Não consigo cantar que o Brasil é o país do futuro com tudo que tá acontecendo nesse país!". Isso inflamava a galera. Prta mim tudo era perfeito, tudo era bonito, tudo era poesia. Este foi com certeza o show da minha vida. Eu já poderia morrer! Alguns anos depois, quando saiu o quinto trabalho do grupo, fui morar sozinho. Me apaixonei por uma garota que trabalhava comigo mas a moça não me quis. O disco, intitulado V, embalou minha solidão e Vento no Litoral era o tema daquela paixão não correspondida. Foi foda. Durante todos aqueles anos Renato foi também uma grande influência como cantor. Eu que gostava de cantar desde meus 4 anos passei a imitá-lo desde seus primeiros discos. Colocava um disco pra rolar e cantava junto todas as músicas, ora interpretando, ora berrando. Foi uma escola e tanto. Quando saiu O Descobrimento Do Brasil, eu já tinha desencanado um pouco de rock e começava a estudar música. Mas comprei o disco e achei maravilhoso o pop de bom gosto em letras profundamente pessoais. A década de 90 seguiu e eu me afastando cada vez mais do rock. Passei a ouvir e tocar gêneros como blues, choro, mpb, samba tradicional e jazz entre outros. Outra onda. E talvez esse distanciamento do grupo tenha amortecido um pouco o baque pela morte do Renato. Quando uma amiga me ligou ao meio-dia daquele 11 de outubro de 1996 me dando a notícia, inicialmente fiquei muito surpreso porque nem sabia que ele estava doente. Já não acompanhava mais de perto a carreira da banda. Passei o resto do dia agitado, gravando tudo que passava na TV. No noticiário seu médico dizia que ele descobrira ser portador do HIV em 89. Lembrei dele me dizendo "tô tendo problemas com as letras". Será? Depois que caiu a ficha de que Renato não estava mais entre nós, bateu a tristeza. Acho que se acontesse hoje eu certamente ficaria arrasado, mas naquele momento eu estava estranho e não chorei. Não sei explicar. Talvez a música instrumental que eu praticava naqueles dias tivesse me deixado frio, racional demais. Em meados de 2001 enxerguei minha realidade. Vi que aquela masturbação sonora não me levaria a lugar nenhum. Quando comecei a ouvir o disco ao vivo Como É Que Se Diz Eu Te Amo, me deu uma vontade enorme de fazer aquele tipo de som, naquele formato mais pop. Vi que o que eu queria mesmo era cativar as pessoas, passar coisas legais... Lembrei de uma frase do Renato que dizia que uma canção pop era uma vida inteira em três minutos. Resolvi largar todos os projetos com aquele "som cabeça" e investir numa idéia antiga: fazer canções com o coração. Era isso! Como o alquimista do Paulo Coelho, descobri que meu caminho na música era simples, sempre esteve do meu lado, nas minhas raízes. Me senti leve. Peguei o meu vinil do Quatro Estações que depois de alguns anos guardado e esquecido, voltou a rodar na minha vitrola. Que sensação maravilhosa! Há tempos não me sentia tão bem apenas por ouvir música. Quando a faixa que encerra o disco Se Fiquei Esperando Meu Amor Passar começou, não consegui conter as lágrimas. Foi um choro inexplicável, um choro bom, um choro de felicidade. Como num reencontro com um velho amigo. Voltei a ouvir rock e a escrever letras. E talvez tentando me redimir do meu breve abandono ao poeta e tomado de uma nostalgia num momento em que me sentia meio depressivo e muito emotivo, tentei registrar nessas "poucas palavras" o que representou pra mim esse ser humano chamado Renato Russo. Um pouco do que sou e penso devo à sua existência, às suas letras universais, à sua música, enfim, à sua obra. Tento seguir a sua cartilha sempre que posso e consigo. Sendo assim, encerro esse texto compartilhando com todos uma pequena frase que precedia os autógrafos do poeta: "Força Sempre".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4159061847379205409?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4159061847379205409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4159061847379205409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4159061847379205409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4159061847379205409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/mudaram-as-estaes-e-nada-mudou-parte-2.html' title='Mudaram as estações e nada mudou. (parte 2)'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1621756339845722847</id><published>2008-10-12T22:51:00.002-03:00</published><updated>2008-10-12T23:44:40.499-03:00</updated><title type='text'>Consciência</title><content type='html'>Pra quem tem acompanhado os meus posts sabe que eu sempre tenho uma queda pelo humor e ironia, porém acho que me contagiei pelo espírito reflexivo e sorumbático que tenho notado na atmosfera que me rodeia. Não sei se é meu momento mais introspectivo que me faz ter mais sensibilidade a essas energias, mas o fato é que tenho me voltado mais para dentro, o que por conseguinte me faz ser mais receptivo a determinadas cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo está caminhando para um colapso, isso é inegável. Sidartha Gautama, o popular Buda, dizia que o fim do mundo seria quando homens de meia idade começassem a ter cabelos brancos. Eu tenho 28 e já noto alguns, quem dirá a partir dos quarenta. O apocalipse que a bíblia propaga provavelmente não acontecerá da maneira citada nos autos, com os céus se entumescendo de fogo e os pecadores ardendo nas chamas infernais. O apocalipse é agora!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crise da bolsa,aquecimento global, guerras sem fim e toda uma infinidade de matérias de vestibular mostram o advento do fim dessa nossa amada mãe Gaia. Não reconhecemos o nosso semelhante como parte de nossa essência, e muito pior e não reconhecermos a nós mesmos como dignos de sermos amados. Os diversos paliativos que a cirurgia plástica faz para que consigamos nos aceitar em nada influi na nossa maneira de ver a vida. Continuamos nos desprezando e sempre nos colocando em último lugar. A falta de amor próprio reflete na falta de amor pelo semelhante e pelo próprio planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos num momento de transição, em que tudo que conhecemos deixará de existir. Novos valores serão a tônica da nova era, baseada no ser e não no ter. Quem tiver condições de estar nessa nova raça raíz, serão como os desbravadores de um novo aeón. Aqueles que não estiverem, que ainda se encontram ligados pelos laços materiais, irão viver suas experiências em outros lugares, ainda providos de matéria densa e nebulosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço desculpas por bancar o profeta do apocalipse, mas às vezes meu lado cósimco/místico/esotérico teima em dar as caras...aí dá nisso!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evoé!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1621756339845722847?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1621756339845722847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1621756339845722847' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1621756339845722847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1621756339845722847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/conscincia.html' title='Consciência'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7315630157729624429</id><published>2008-10-11T12:16:00.004-03:00</published><updated>2008-10-11T13:54:34.348-03:00</updated><title type='text'>Mau humor.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aviso: se você quiser continuar com o espírito de infância para o Dia das Crianças, pule este texto e seja feliz. Mas se você é uma criança resmungona igual a mim, não diga que não avisei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O inferno está cheio de pessoas bem-humoradas. Acho que mandei boa parte delas para lá. E não me arrependo nem rezo por elas: continuo achando que faço um favor varrendo deste mapa pessoas felizes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porque pessoas felizes são chatas. E fazem do meu distrito um celeiro que fede a perfume de melancia. É risinho pra lá, bobeirinha pra cá, abracinho e nhac-nhac nas bochechas das crianças. Isso é chato quando você se torna um completo imbecil, burro e alienado. Nunca dê uma tarefa importante para uma pessoa de bom humor fazer, que ela vai fazer nas coxas. Peça para quem já está com o saco no pé que terminará melhor e mais depressa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do mais, pessoas felizes são suspeitas. Você confiaria em pessoas que mostram que sua vida é maravilhosa, como num seriado americano no qual todos os problemas se resolvem com piadinhas? Aquelas mesmas que escrevem frases de auto-ajuda de autoria própria e dizem que é de Buda? Que mandam corrente por e-mail com desejo de sorte? Ou que, paradoxalmente, com sua grande experiência na arte do bem-viver, não deixam você em paz até conseguirem deixar você em paz?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu acho mesmo é que o mundo é bem mais lúcido em tons de cinza. Por experiência própria, fico bem mais engraçado quando estou de mau humor. Eu não sou engraçado? Ótimo que você concorda. É um hábito saudável concordar com alguém de mau humor. Dito isso, conclui-se que pessoas neste estado de espírito estão sempre com razão e, portanto, são mais lúcidas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou pelo menos tornam a escrotidão humana um ponto ao seu favor em qualquer discussão. E posso afirmar com absoluta certeza: só um tiro na testa é tão convincente quanto a escrotidão para explicar o mundo como ele é. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pessoas de mau humor são mais realistas. Fato. Perdem menos tempo colorindo a vida, tentando achar o lado positivo das coisas e dourando as pílulas. Elas preferem preto no branco, não usam pontos de vista para se consolar e tomam as pílulas receitadas pelo psiquiatra.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pessoas de mau humor são saudáveis de dar inveja. Não sentem necessidade de se afrescalharem com a brisa da primavera ou tomarem banho de chuva de verão, portanto, não pegam gripe ou pneumonia. E olha que conveniente: pessoas mal humoradas adoram ir ao médico para se consultar. Afinal, se forem parar no clínico geral num domingo à noite, vão ter de quem reclamar: médicos de plantão estão sempre de mau humor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em contrapartida, todo bem humorado que se preze deixa de fazer consulta por medo de "descobrir doença" nos exames. Daí morre, já que não é médico (de final de domingo) para suspeitar que precise de tratamento. Com a seleção natural, dá lugar aos verdadeiros sobreviventes e merecedores de perpetuarem a espécie humana: os rabugentos. Darwin que o diga.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Saudável não apenas no fisiológico, mas também na psique. A razão se explica também pela lei de Murphy: apesar de todos dizerem que vaso ruim não quebra, o mal humorado sabe que o vaso SÓ poderia quebrar na mão DELE. Quando quebra (porque quebra, mesmo), a pessoa fica ainda mais mal humorada, suportando privações de serotonina e endorfina cada vez maiores. Os felizes se suicidam inexplicavelmente, enquanto os ranzinzas nunca, jamais, perdem a fé no sentido da vida: as coisas vão piorar. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pessoas mal humoradas ainda possuem uma vida emocional muito bem esclarecida. Não dizem "te amo" como se fosse bom dia (logo, não banalizam o afeto), não discutem a relação, não sofrem de platonismo e mandam você se foder sem o menor pesar. Chorar é uma opção, mas mandar para o inferno deixa o espírito mais leve de maneira muito mais divertida. E como disse um sábio rancoroso que conheci: "o meu coração é OCO. Não tem bombom de licor dentro." &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode parecer que não, mas pessoas mal humoradas se divertem, sim! Além de ser vital rir da própria desgraça, elas têm muito mais com que se divertir: a desgraça alheia. Muito mais do que a Disneylândia oferece, e de graça.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Você já mandou alguém para o inferno hoje?&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7315630157729624429?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7315630157729624429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7315630157729624429' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7315630157729624429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7315630157729624429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/mau-humor.html' title='Mau humor.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04096014895527455826</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8872601880428861292</id><published>2008-10-10T22:09:00.003-03:00</published><updated>2008-10-10T23:00:25.709-03:00</updated><title type='text'>As meninas</title><content type='html'>Com a proximidade do Dia das Crianças me dei conta que, entre as muitas expectativas que tenho e sinto em relação ao fato de me tornar mãe, a de fazer uma espécie de retorno à infância é uma das que mais enchem meu coração de alegria. Nesse sentido, ser mãe de uma menina é a suprema felicidade. Mal vejo a hora de ajeitar no chão da sala minha coluna cansada, que passa os dias a tentar se endireitar diante do computador, e enfileirar blocos de Lego. Desestressar das três horas diárias de trânsito assistindo Cinderela e Alice no País das Maravilhas, apertar barrigas de ursos de pelúcia para ouvir a voz deles, tirar o salto e costurar roupinhas, montar uma passarela de Barbies, contar histórias com finais felizes, enrolar massinha de modelar, fazer comidinha de mentirinha e, acima de tudo, ensinar uma boneca linda, de verdade, de carne e osso, a brincar e a se divertir.&lt;br /&gt;Pode parecer ingênuo (a gravidez dá doçura até às almas mais inquietas como a minha), mas outro dia, depois de lidar com uma situação digna de fazer o diabo desistir de amassar o pão, dessas que só servem para mostrar o quanto as pessoas são capazes de descer até o nível mais baixo possível por causa de dinheiro, senti vontade de… pintar. Senti vontade de comprar um desses livrinhos com desenhos de princesas para colorir – com muito cor-de-rosa, é claro - e esquecer da vida. À noite, ao deitar, também senti de vontade de remexer as sacolas com o enxoval da Maria Eduarda e desembrulhar o ursinho que uma amiga do Fernando deu para ela. Justo eu, que nunca gostei de dormir abraçada a bichinhos ou travesseiros… Queria, não sei como, reviver a inexperiência, a ignorância e a sensação de pisar no terreno macio que é a infância.&lt;br /&gt;Acho que estou virando criança de novo, voltando às raízes, desejando resgatar de algum lugar dentro de mim aquela menina de maria-chiquinha torta e olhos grandes, preparando-a para receber com todo o amor e o carinho do mundo a menina bonita, que tanta “arte” já faz na minha barriga, que vem por aí. Essas meninas vão se divertir muito juntas.&lt;br /&gt;E quer saber? Vou nos(me) dar um presente de Dia dos Crianças. Se é para começar a brincar, que seja logo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8872601880428861292?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8872601880428861292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8872601880428861292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8872601880428861292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8872601880428861292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/as-meninas.html' title='As meninas'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-525842407171496504</id><published>2008-10-08T09:47:00.005-03:00</published><updated>2008-10-08T12:30:51.529-03:00</updated><title type='text'>Sensações estranhas - Parte II: Telefone</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;V&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;ocê é uma pessoa normal. Sai, se diverte, tem amigos, colegas, cumprimenta o cobrador do ônibus, a tia da cantina da faculdade, paga contas no banco, pede e dá informação, compra balas na banca – enfim, tudo, ou quase. A questão é que o contato pessoal acontece naturalmente na maioria das vezes, porque afinal os seres humanos precisam viver em sociedade ‘e talz’. Ok, tudo certo. Tudo bem. Tudo tranqüilinho. Jóia.&lt;br /&gt;Só que aí você ouve aquele barulho, aquele ruído irritante e contínuo. A espinha estremece, os pêlos arrepiam, a mão sua, os olhos lacrimejam, os tímpanos doem, a cabeça dói, a necessidade de convivência em sociedade dói. Em uma palavra: TELEFONE.&lt;br /&gt;Não existe nada pior do que a comunicação precisar ser mediada por uma coisa ao mesmo tempo fria e escandalosa como essa. O barulho, a situação de estar com um troço grudado no ouvido, a chance de você não ouvir direito e ter que perguntar de novo, ou de você ter que repetir tudo de novo, o “ouvir não vendo” – tudo isso transforma a ligação numa agonia. Pode-se alegar que na Internet, em que a comunicação é ainda mais artificial, as coisas correm mais naturalmente que na vida real. Claro. No e-mail, MSN, Orkut, blog, (mIRC! ICQ!) você não gagueja, não se engana, não tosse, não arrota, tem um Google à disposição pra não dizer besteiras (e ainda assim diz, mas, outro assunto) e se essas coisas acontecem, são propositais. Pode-se alegar que no contato direto as pessoas também não podem camuflar tais fatores, mas aí é vida real, e na vida real você pode simplesmente sorrir e belezura. O telefone é um meio-termo ingrato, você fala/ouve e não vê, não toca, não cheira. Não basta sorrir, tem que explicar. Todos os sentidos são cortados, resta apenas o ‘ouve aí’.&lt;br /&gt;Pior, muito pior, é quando se está em situação de ter que ligar pra alguém. Depois de arranjar pequenas desculpas como tomar uma água, colocar o cadarço no tênis, checar os e-mails, enfim, procrastinar um pouco esse mini-pesadelo, você precisa ouvir o ‘tuuuu...’ contínuo, coração acelerando, sempre torcendo pra que a pessoa não atenda – e respirando aliviado quando ‘sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens...’ (aqui é comum desligar o telefone, mas eu bem poderia descrever a situação de ter que deixar mensagens de voz, se a intenção fosse postar um conto de terror).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pena que seja indispensável, e claro que no fim a gente acaba se acostumando. Mas quem nunca amaldiçoou Graham Bell no fundo do seu âmago? Operadoras de telemarketing, talvez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-525842407171496504?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/525842407171496504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=525842407171496504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/525842407171496504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/525842407171496504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/sensaes-estranhas-parte-ii-telefone.html' title='Sensações estranhas - Parte II: Telefone'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-276694183683203116</id><published>2008-10-08T07:20:00.001-03:00</published><updated>2008-10-08T07:21:51.247-03:00</updated><title type='text'>Inevitável.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você diz que tua regra é a bendita&lt;br /&gt;Eu desminto tua crença ultrapassada&lt;br /&gt;Você decifra e corrige a minha escrita&lt;br /&gt;E eu desabafo a sirene equivocada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você repreende a minha estupidez&lt;br /&gt;Eu te atinjo, breve ao meu desgosto&lt;br /&gt;Você me lembra da minha insensatez&lt;br /&gt;Eu te corto com um sorriso no rosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você assina cada tola permissão&lt;br /&gt;Eu te ofereço uma vã promessa&lt;br /&gt;Você me atira a tua consideração&lt;br /&gt;Eu reintero que isso não me interessa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você exerce a sua possessividade&lt;br /&gt;Eu transfiguro a minha alienação&lt;br /&gt;Você quer alimentar a maturidade&lt;br /&gt;Eu quero mais, e não aceito o não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você zela pela minha segurança&lt;br /&gt;Eu fecho os olhos ao sentido perigoso&lt;br /&gt;Você não vê que não existe a criança&lt;br /&gt;Eu não acredito no caminho tortuoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me coíbe, me tesoura, me inibe&lt;br /&gt;Eu te ignoro, desconcentro, escandalizo&lt;br /&gt;Você não abre mão da razão que exibe&lt;br /&gt;Eu freio a bronca do que mais preciso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você aperta o cerco e a vigia&lt;br /&gt;Eu imponho método e convicção&lt;br /&gt;Você me enclausura em sua tirania&lt;br /&gt;Eu de chacota descarto a intromissão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você se recorda do que um dia eu fui&lt;br /&gt;Eu te esqueço, mais um dia que passou&lt;br /&gt;Você se previne do mistério que evolui&lt;br /&gt;Eu te agradeço o segredo que sobrou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você invade o meu atalho restrito&lt;br /&gt;Eu te expulso da minha intimidade&lt;br /&gt;Você provoca a piedade com atrito&lt;br /&gt;E eu ressuscito a minha imunidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você reza por meu futuro promissor&lt;br /&gt;Eu me contento com um presente dado&lt;br /&gt;Você se julga com o saber do professor&lt;br /&gt;Eu dissimulo um adulto preparado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me abraça, diz que é pro meu bem&lt;br /&gt;Eu compreendo, apesar dos meus reclames&lt;br /&gt;Você faz mesmo tudo isso e vai além&lt;br /&gt;E assim é inevitável que eu te ame&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-276694183683203116?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/276694183683203116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=276694183683203116' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/276694183683203116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/276694183683203116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/inevitvel.html' title='Inevitável.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1456003008472690985</id><published>2008-10-07T05:54:00.002-03:00</published><updated>2008-10-07T05:57:15.973-03:00</updated><title type='text'>Mudaram as estações e nada mudou. (parte 1)</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando a Legião Urbana lançou seu primeiro disco em 1985, a febre do momento era o Rock in Rio I. O disco passou meio batido por causa desse festival mas um carinha da minha turma comprou a bolacha e antes que Será começasse a tocar nas rádios eu, que já tinha caído de boca no som do Lulu Santos, Kid Abelha, Paralamas do Sucesso e Barão Vermelho, fiquei conhecendo todo o disco. Na verdade, antes mesmo do lançamento eu já tinha ouvido algum material dos caras. Na época eu só ouvia a rádio Fluminense FM. Essa rádio era alternativa e surgiu junto com o boom de bandas brasileiras. Era a única que abria espaço pros artistas do underground e por lá sempre rolavam gravações demos. Foi lá que ouvi pela primeira vez Ira!, Capital Inicial, Plebe Rude, Violeta de Outono, entre outros. E foi assim com a Legião. Ao examinar a capa daquele disco, estranhei o fato de não conter nenhuma foto do grupo. E no encarte preto e branco, somente com desenhos egípcios, estavam as letras que me chamaram a atenção pela temática e pela riqueza. Nunca tinha lido nada parecido. Ouvindo o disco, eu e meus amigos fomos incorporando aquelas músicas que, mesmo sem uma sonoridade pop, grudavam nas nossas cabeças. Me surpreendi muito com a última faixa: com praticamente todas as canções cruas e abusando de guitarras, o disco termina com uma música cheia de teclados e com bateria eletrônica. A música era Por Enquanto (mais tarde popularizada por uma tal de Cássia Eller!). Depois de ouvir essa faixa, perdi um pouco do preconceito que eu tinha com tecladeiras no rock. A possibilidade de assistir ao grupo num espaço pequeno onde se pudesse ficar colado no palco acabou quando o segundo disco saiu. Pirei com aquelas canções e letras que me instigavam a ler. Fui atrás e descobri que Baader-Meinhof, musica do primeiro disco, era uma organização terrorista alemã, que Andrea Doria na verdade era o nome de um transatlântico italiano que naufragou em 1956 e não o da musa inspiradora daqueles versos. Aprendi com Eduardo e Mônica que a gente podia falar de amor sem ser piegas e que pessoas bem diferentes poderiam dar certo. Essas e outras eu cantava e tocava no violão, com a emoção e a expectativa de que um dia eu também poderia viver aquilo. Naquele período as letras me ajudaram muito a segurar a barra pesada com minhas crises existenciais ou com minha família de doidos, totalmente desestruturada. Grilos e mais grilos. Quando a depressão tomava conta eu me apoiava nas letras e nos discursos do Renato. Em alguns shows gravados em fitas k7, eu ouvia frases como "eu vou conseguir", "a amizade é o mais importante" ou "mesmo que tudo pareça perdido tenho certeza que existe alguém que vai querer te ajudar" . Bradadas em alto som entre uma música e outra, essas palavras de ordem faziam minha cabeça, me fortaleciam e eram a minha droga. Elas me confortavam e me davam esperança. E assim minha idolatria por essa espécie de "irmão mais velho" foi ficando maior. Eu começava a tocar violão e acabei montando uma banda com minha patota. Com ela executávamos covers de Ira!, Paralamas, Plebe e Legião. Assim, antes do terceiro disco sair, já era familiar pra todos nós o hino Que País É Este? que tiramos de uma daquelas fitas piratas. Dessas fitas tirei também a quilométrica Faroeste Caboclo. Ninguém entendeu nada na minha rua quando apareci com aqueles 159 versos na ponta da língua e todos os acordes da música na ponta dos dedos antes mesmo dela chegar ao grande público. Como grande fã que era, eu procurava e devorava qualquer texto que falasse da banda ou do poeta. Infelizmente eram raras as aparições na TV. A MTV ainda não estava no ar. Participaram de alguns programas globais como o famigerado Globo de Ouro que colocou Faroeste Caboclo em primeiro lugar e deixou o grupo tocar ao vivo (era sempre playback) desde que omitissem o "filha da puta" da letra, um especial com o Paralamas ou o "romântico" Chico &amp;amp; Caetano. Era uma festa, um grande evento pra gente e até matéria especial em revistas de música. No Fantástico, só apareceram naquele fatídico episódio em que num show em Brasília, um maluquete subiu no palco, pulou nas costas do Renato e tentou enforcá-lo. A carência de imagens era suprida com as revistas. A maior delas eu colecionava: a revista Bizz, única no mercado que acompanhava bem todo o movimento do rock tupiniquim, eu dissecava. Mas o melhor estava por vir. Em meados de 89, recebi um convite de um amigo e resolvi me mudar pra São Paulo por causa dos conflitos em casa, da falta de oportunidade profissional e da violência da "cidade maravilhosa". Marquei viagem pro dia 19 de junho. No dia anterior fui resolver alguns assuntos e me despedir de uma amiga no centro do Rio. Assim que cheguei ao centro, comprei uma edição da revista Bizz que publicava a terceira parte da biografia da Legião. Não abri porque queria ler com calma dentro do ônibus na volta pra casa. Resolvidas as últimas pendengas, sigo eu pela avenida Rio Branco (a avenida paulista do Rio) em direção ao trabalho da tal moça quando, próximo a Cinelândia, avisto um sujeito muito branco vindo em minha direção que me chama a atenção pela semelhança com o Renato. Ao se aproximar, olho pro sujeito novamente e...ai meu Deus!! Era o próprio!!! Meio assustado e sem saber o que fazer minha única reação a princípio foi, num reflexo, balançar a cabeça pra ele. Como vinha caminhando distraído, ele se surpreendeu com o meu cumprimento e somente levantou a sombrancelha timidamente. Parei e olhei pra trás. Aquilo era um sonho! O meu maior ídolo, uma celebridade, ao vivo e a cores ali na minha frente seguia tranquilo sem ser reconhecido por ninguém!? Eu que detestava tietagem fiquei me perguntando se não deveria abordá-lo, afinal de contas aquele cara ali indo embora era o meu maior guru. Ele atravessou uma rua, parou em frente ao vidro fumê de uma agência do Banco do Brasil e começou a ajeitar o seu cabelo. Era um corte muito feio com uns fiapos de topete caindo na testa e aparado com máquina dois nas laterais. Usava uma calça de couro preta e carregava debaixo do braço direito três livros grossos, tipo enciclopédia. Com o coração disparado resolvi falar com ele. Antes de terminar sua ajeitada no pêlo, me aproximei. "Oi Renato!" disse com minha mão estendida tentando esconder meu nervosismo. "Sou super fã da banda!". Ele, que certamente lembrou que eu acabara de passar por ele, ficou meio sem jeito, trocou os livros de braço, apertou a minha mão e soltou um "oi" tímido. Estava sério e ressabiado. Me esforcei ao máximo pra passar naturalidade, fingi que estava indo na mesma direção que ele (como assim?) e puxei conversa. "Poxa, o disco novo tá demorando pra caramba pra sair, hein!? O que é que houve?" perguntei me referindo ao que seria o "Quatro Estações". Ele respondeu: "Sabe o que é? É que e tô com muitas dificuldades com as letras e também tem o lance do Billy ter saído!" (Billy ou Renato Rocha foi o baixista dos três primeiros discos e que só depois de muitos anos ficamos sabendo que foi dispensado da banda por causa da sua piração com o uso de drogas). Seguiu ele: "Na verdade voltamos as nossas origens agora. No início da banda éramos só nós três: eu, o Dado e o Bonfá..." tentava ele me explicar, talvez me achando um leigo ou um fã de FM pela minha aparência, pelas roupas que eu trajava: calça jeans nova, camisa gola polo e sapatinho de camurça dokside somados a uma carinha de baby johnson com cabelinho curto e bem penteado (Putz! Juro que só me vesti daquele jeito porque fui me encontrar com aquela menina. Que merda!). Aquelas explicações me incomodaram um pouco e imediatamente o interrompi: "Eu sei, eu sei! Conheço toda história da banda!". (continua...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1456003008472690985?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1456003008472690985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1456003008472690985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1456003008472690985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1456003008472690985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/mudaram-as-estaes-e-nada-mudou-parte-1.html' title='Mudaram as estações e nada mudou. (parte 1)'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3797417305231188041</id><published>2008-10-05T22:30:00.007-03:00</published><updated>2008-10-05T23:02:01.759-03:00</updated><title type='text'>Proibido para menores de 18....</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Olá jacobinos e girondinos,amantes e amigos desse blog que vos salta às vistas. O tema que me traz a esse post é o seguinte: Outro dia navegava pelo site do buscapé, e me deparei com uma "oferta" interessante, que consistia num dvd pornô( eu juro que apareceu sem querer, estava apenas procurando a biografia de Jean Paul Sartre) em que a estrela principal era nossa queridíssima Gretchen. Fiquei triste, apesar de que a poesia competente da cantora não tem mais apelo comercial hoje em dia ( conga la conga...brilhante poesia), não esperava vê-la chegar a esse ponto( porém não reclamo!), mas o fato é que isso tem se tornado cada vez mais comum, haja vista que isso ja ocorreu com grande ícones como Rita Cadillac, Matheus Carrieri, Alexandre Frota, Vivi fernandez (quem?!!) e mais recentemente o pan-sexual Oliver, ex-macaco de corda sexual de João Kléber. Mas depois de ver a rainha do bumbum jogar-se nessa panela de sodomia, percebi o quão rentável é essa atividade, e deverá se tornar cada vez mais comum nos próximos anos.&lt;br /&gt;Por isso, o tenho a honra de apresentar as maiores produções da indústria porno-erótica que irão figurar no ano de 2009. Preparem o talão de cheques, e preparem-se para dormir nas filas da lojas, porque o que vem por aí é ouro puro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;ARY FONTOURA EM:&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253849302681031074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px; TEXT-ALIGN: center" height="97" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOlsGs28kaI/AAAAAAAAAA4/BGCAk1TZJXs/s320/0ari.bmp" width="123" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O planeta dos macacos tarados&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;": Oseinha é um funcionário público exemplar que um dia tem a chance de experimentar uma estranha máquina do tempo( que também adestra cavalos) e viaja ânus luz no espaço até chegar ao famigerado planeta dos macacos tarados. Lá, ele vai lutar constatemente para manter intacta sua mente e corpo( algumas partes em especial) e ainda escapar da abdução dos terríveis lordes Gorilas tesudos, que constatemente abduzem sua vítimas contra a vontade. (dizem que as últimas vitimas abduzidas ficaram sem sentar uma semana.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;LADY FRANCISCO em:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253849901569777250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; HEIGHT: 5px; TEXT-ALIGN: center" height="26" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOlspj5JnmI/AAAAAAAAABA/eOMehuTwASw/s320/0nair.bmp" width="8" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253852653062906706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 124px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px; TEXT-ALIGN: center" height="260" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOlvJuAO41I/AAAAAAAAABY/l-IbjYHIjUs/s320/0lady.jpg" width="160" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"&lt;strong&gt;A enfermeira sapeca&lt;/strong&gt;":&lt;/em&gt; Ivonalda e uma jovem e inocente enfermeira, que decide criar um método muito ortodoxo de cuidar de seus pacientes. Seus métodos incluem carinho extremo e muita atenção, até que é descoberta pelo médico respondável por sua ala. E para salvar sua pele sedosa, entrega-se aos prazeres com o doutorzão. Premio "membro de ouro" de melhor atriz para Lady e seu imapagável corpete branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WAGNER MONTES em:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253850582105458306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOltRLFgBoI/AAAAAAAAABI/ElG5gUuC1gU/s320/0vagner.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"No orKUt não!!!":&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Regildo é um detetive que procura ligações perigosas no site de relacionamentos orkut, até que conhece Kharhina, uma maravilhosa travesti que procura auxiliar Regildo a desmantelar uma guangue de pedófilos. No ínterim da película os dois se apaixonam, mas a criação rígida de Regildo não permite que viva esse amor completamente. Eles apenas fazem sexo selvagem em algumas das vielas pouco movimentadas de Itaquera. Prêmio "membro de ouro" para melhor ator coadjuvante: Thiago Lacerda como a travesti Kharhina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;NICETE BRUNO e SUELI FRANCO em:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253851177335247458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOltz0fV0mI/AAAAAAAAABQ/3ySPYkzCp6s/s320/0nice.bmp" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Duas mulheres e um burro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;": Craudete e Craudielle são duas virgens que moram no interior de São Paulo. Sempre muito protegidas pelo seu pai, um influente coronel local, as duas nunca tiveram a chance de realmente conhecerem o verdadeiro amor. Mas a sorte das duas muda quando elas conhecem Sagirnei, o burro favorito do coronel e o animal mais temido da fazenda. Depois de tórridas noites de amor, ambas engravidam do burro, porém a gestação de nenhuma das duas vinga. Mas triângulo amoroso continua ardente. Prêmio "membro de ouro" para melhor ator coadjuvante: William Bonner, como a voz do burro Sagirnei.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3797417305231188041?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3797417305231188041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3797417305231188041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3797417305231188041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3797417305231188041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/proibido-para-menores-de-18.html' title='Proibido para menores de 18....'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOlsGs28kaI/AAAAAAAAAA4/BGCAk1TZJXs/s72-c/0ari.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-2306163658917962907</id><published>2008-10-04T12:02:00.005-03:00</published><updated>2008-10-04T12:30:21.669-03:00</updated><title type='text'>Identidade.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por ??? &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje eu tenho uma revelação a fazer. Coisa que vinha guardando comigo há muito tempo e, sinto, chegou o momento de fazê-la. Não posso mais enganá-los. Vocês já repararam que meu estilo de escrita vem mudando com o tempo, conforme canso de ostentá-lo. Escrevo desta forma, irônica e abusiva em argumentos, para fugir do que sou: sentimentalista, poético, filosófico. Meu nome não é Felipe, e meu apelido não é Grilo. E não sou este moleque de 20 anos. Isso foi uma identidade que desenvolvi para escrever sem ser criticado, perseguido, atormentado pelas autoridades. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu sou Renato Russo. Na verdade, Renato Manfredini Júnior, nascido no Rio de Janeiro em 27 de março de 1960. Enfim. Tudo o que escrevem a meu respeito na Internet é verdade, a não ser pelo factóide seguinte: Não morri de AIDS, como meus inimigos sugerem. Estava só com uma gripezinha. Mas como tive de ser afastado da fama por causa das merdas que sabia a respeito do governo, dizer que estava com AIDS veio a calhar. Merdas que vou deixar para comentar no texto seguinte.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Logo após o enterro de um boneco de cera, sumi para as ilhas canárias, onde fiquei recluso e aprendi os princípios da Ayurveda para elevar minha alma. Fiz uma plástica para rejuvenescer uns anos, sem muito sucesso, claro. Não consegui abandonar a barba e o jeito... hm... peculiar de dançar por entre as árvores. Emagreci e consegui ficar até menor em estatura, o que exigiu algumas operações ósseas e muita fisioterapia. No entanto, a mudança mais difícil de identidade foi abandonar a vodka. E sex pistols. E os filósofos como Hegel, a poesia russa, as leituras sobre política. E, principalmente, mudar completamente meu estilo de escrever.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aliás, não apenas mudar, como piorar. Tive de abandonar o lirismo, a observação da vida por meio da sua essência, a voz que falava diretamente aos corações dos jovens, e o estilo que me consagrou como um dos maiores e mais valorosos poetas da minha geração. Para escapar do regime militar de uma vez por todas, joguei no lixo refrões cheios de niilismo e que falavam de inseguranças emocionais daquela geração. Versos que até hoje, por algum motivo, falam com muitas pessoas até hoje. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fiquei com essa escrita medíocre em prosa, que fala das coisas mundanas e faz observações amadorescas sobre a realidade oculta das pessoas. Foi o máximo que consegui piorar. Mas ficou bem próprio de vinte anos. O que estão achando? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agüentei todos os tipos de provações para esconder minha verdadeira identidade. Toda vez que as pessoas olham para mim e falam "você parece o Renato Russo", algo grita muito forte no meu coração. E quando perguntam "e aí, Renato Russo?", eu dou uma risada tímida para esconder. Uma vez entrei em uma loja em São Caetano e, por coincidência, estavam tocando Vento no Litoral, uma de minhas músicas. Os vendedores começaram a se cutucar, e olharam para mim com um risinho escondido nas faces.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fato é que estou ficando cada vez mais parecido comigo mesmo. Já me disseram isso. Tomei a decisão de contar a vocês porque o resultado das plásticas está se perdendo com a idade, o que fica ainda mais evidente quando deixo o cabelo crescer e me esqueço de fazer a barba mensalmente. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo isso vai além da questão estética. Certo dia, de repente, comecei a dançar na sala. Minha mãe, ao perguntar se estava tudo bem, obteve como resposta "não olhe para mim! olhe para meus movimentos!". Quem me conhece, nota que estudo publicidade para disfarçar minha vontade de abandonar este mundo materialista. Dizem que tenho cara de USP e deveria estudar filosofia, letras ou artes cênicas por lá. Nego com a fala, mas não com os olhos. Acham que eu ficaria bem usando uma bata hindu, e mesmo que eu diga que ficaria ridículo, olho para o espelho e me vejo com uma delas. Não sei falar de amor e, droga, vivo dando conselhos amorosos! Por tudo isso, não havia mais como negar. A verdade logo viria à tona. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então é isso, pessoal. Eu sou Renato Russo. Pronto, falei. Acreditem se quiser, estou pouco me fodendo para aqueles que vão achar isso uma piada de mal gosto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ah, que alívio! Chega de farsas, de modéstias, de uma imensa prisão no interior da minha alma. Como é bom estar de volta! Como é ruim saber que os Titãs não são mais os mesmos. Enfim. Vocês ainda cantam minhas músicas?&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-2306163658917962907?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/2306163658917962907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=2306163658917962907' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2306163658917962907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2306163658917962907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/identidade.html' title='Identidade.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-743038988882464896</id><published>2008-10-03T19:28:00.002-03:00</published><updated>2008-10-03T19:43:32.063-03:00</updated><title type='text'>Hoje...</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SOaf7Nx5EqI/AAAAAAAAAAU/Kdh-wa1ajN4/s1600-h/cansado.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SOaf7Nx5EqI/AAAAAAAAAAU/Kdh-wa1ajN4/s320/cansado.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253061855034282658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;... não posso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-743038988882464896?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/743038988882464896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=743038988882464896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/743038988882464896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/743038988882464896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/hoje.html' title='Hoje...'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SOaf7Nx5EqI/AAAAAAAAAAU/Kdh-wa1ajN4/s72-c/cansado.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8693496463926964077</id><published>2008-10-02T23:33:00.008-03:00</published><updated>2008-10-03T02:26:07.596-03:00</updated><title type='text'>(Des)Acentuação.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana o companheiro Lula assinou o tal decreto que autoriza a reforma na escrita do Português. Eu ainda tenho minhas dúvidas quanto a essa mudança ser benéfica ou não. Talvez seja uma boa pra pessoas que, assim como eu, dão inúmeras pisadas no tomate quando o assunto é acentuação. Mas também confesso o meu medo de que essa alteração abra portas para que, futuramente, o “nois vai”, o “agente fumo”, o “pra mim fazer” ou o “MeOxXxX MiGuUuXuSs” adentrem oficialmente ao nosso vocabulário. Pesadelo, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, só sei que a partir 2009 as letras "K", "W" e "Y" farão parte do nosso alfabeto. O acento agudo, o circunflexo e o diferencial sairão de certas palavras. O hífen virará exceção de uma nova regra. E o trema, pobrezinho, será espinafrado de vez do clube e irá se juntar ao "ph" de "pharmácia" no vale dos enjeitados da nossa língua Portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pensando bem, acho que essa mudança poderia ser pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem se alguém decide acabar com o til?&lt;br /&gt;Poxa, o coitado nunca teve a chance de entrar para o rol dos acentos oficiais, e olha que ele merece. O til costuma acompanhar palavras tão especiais: "Macarrão", "diversão", "canção", "emoção", "perdão", "coração"...&lt;br /&gt;Está certo que muitas vezes ele aparece só para coroar um alto e sonoro "não". Mas seria tão chato e sem graça não poder mais intensificar uma "paixão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou então se dessem cabo dos pingos nos "is"? Horrível não conseguir mais se explicar, se retificar. Apesar de que, ultimamente, o que mais se vê por aí é gente fazendo questão de esquecer que isso ainda existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o verdadeiro desastre estaria na abolição ponto. Porque uma coisa é certa: Para histórias que não caminham bem ou que, simplesmente, estejam nos fazendo mal, a melhor solução ainda é o ponto final&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8693496463926964077?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8693496463926964077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8693496463926964077' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8693496463926964077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8693496463926964077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/desacentuao.html' title='(Des)Acentuação.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7120501582852020914</id><published>2008-10-01T10:33:00.010-03:00</published><updated>2008-10-01T14:31:46.150-03:00</updated><title type='text'>Sensações estranhas - Parte I: Espelho</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);font-size:180%;" &gt;J&lt;/span&gt;á sentiu a angústia que dá quando você se coloca pra fora de si mesmo? 5 minutos em frente ao espelho são capazes de fazer um indivíduo se suicidar. Porque a distância e o estranhamento nos fazem perceber mais os pontos negativos do que quaisquer outros. 5 minutos em frente ao espelho te convencem do quão patético e ridículo você é, que esse corte de cabelo não tem razão de ser, e "porque diabos eu me acho tão bem apresentável com essa blusa azul?". Tudo o que é superfície perde o sentido.&lt;br /&gt;Se ver de fora é um exercício de realidade e morte. Realidade não propriamente dita, ou não propriamente real, ou não propriamente universal. A realidade vulgar do ser humano, aquela que ele constrói pra si, não é senão ficção (&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;E&lt;/span&gt;ra uma vez uma garota simpática que sorri...). Ver-se de fora é ver os sedimentos involuntários sobre essa construção. É ver a poeira, a sujeira, o mofo, a teia. É doloroso ver-se tão sujo e abandonado. Descascar a tinta e achar a infiltração que pode fazê-lo desabar a qualquer momento.&lt;br /&gt;Morte não propriamente dita. Talvez um coma ou catalepsia. O fantasma de desenho animado que sai do corpo e não consegue achar um espaço pra si. Assim acontece, nossa alma sai de nós e nos olha com desdém, soberba, mas também angústia e humilhação, porque sabe que terá de voltar. Não encontra um caminho sem volta. Pega nosso cérebro emprestado e pensa: "eu sou a alma deste corpo patético". E isso dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 minutos é o processo, 5 segundos é a duração desse estágio "isso-aí-sou-eu-que-existe(o)" - pois tratamos de voltar pra dentro antes que escureça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7120501582852020914?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7120501582852020914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7120501582852020914' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7120501582852020914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7120501582852020914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/10/sensaes-estranhas-parte-i.html' title='Sensações estranhas - Parte I: Espelho'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3501465040353008385</id><published>2008-09-30T23:45:00.007-03:00</published><updated>2008-10-01T04:40:23.926-03:00</updated><title type='text'>Km/h.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha. &lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Um ano? Dois? Milênios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que teu rosto estava lá, junto com as paisagens e com os gritos que ecoavam dentro de mim. Sabe o que eu via? Tantos sonhos de vidraça despedaçados enquanto eu confundia ilusão e vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me conhecia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu estava indo pra qualquer lugar onde você não estivesse. Dentro de mim o mapa era esse: Placas de quilômetros desfocadas, cidades campestres que eu nunca desceria pra visitar, carros apressados acenando com seus faróis o esquecimento que eu adestrava para ser meu companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu subi naquele ônibus para nunca mais. Só que as assinaturas do teu silêncio fizeram parte do meu ouvido, abriram-se as persianas da consciência, e os sonhos me cegaram. O que de você vai ficar guardado comigo? Está tão complicado separar o que é abandono do que é fuga. Começo a achar que é tudo a mesma eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teu último beijo tem décadas, e mesmo assim a sua marca nunca mais desgrudou da minha face. Essa tatuagem permanece áspera com a promessa de que poderia evitar as lágrimas com doçuras ou cordialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As minhas malas não foram fechadas ou montadas com cuidado. Eu tentei te dizer a cada instante que você espiava no vão da porta que isso era o melhor pra todo mundo, mas em nenhum momento tive coragem de abrir a boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sussurrei só uma palavra: - Pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foram poucos os que se despediram com foices. Eu mesmo me brindava com mertiolate. A cicatriz tão visível na alma de quem perde o que mais ama não desfez a noite e os grãos impiedosos da despedida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se existe perdão, afinal há coisas em relacionamentos assim que são como o amadurecimento dos frutos, ou águas que correm mais e menos em ribanceiras do lugar nenhum, ou montanhas iluminadas por aquilo que considero o verdadeiro dom divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando desci na estação eu descobri a maior lição da minha vida: o passado é a única certeza que nós temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando em casa, hoje e ultimamente, o filme é em preto-e-branco. E o tempo pinta de vermelho minhas costas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3501465040353008385?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3501465040353008385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3501465040353008385' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3501465040353008385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3501465040353008385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/reserva.html' title='Km/h.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4278029179642909261</id><published>2008-09-29T23:45:00.001-03:00</published><updated>2008-09-29T23:46:33.516-03:00</updated><title type='text'>Carma.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Sergio Faria.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Já faz algum tempo que não vou num shoping “bater perna” e comer num mac'donalds ou habib's da vida. É legal porque saio da rotina, as crianças se distraem, vejo gente bonita (oh céus! como tem gente bonita! passo vontade!) e como um bigmac. Nesse fim de semana fui e na ida mais uma vez fiquei meio mal ao ver algumas crianças vendendo coisas nos sinais. Sou urbano desde sempre e essa cena é comum nas grandes cidades mas ainda não consegui me acostumar com isso. E como eu tenho três pequenas, isso me incomoda demais e por um momento imagino minhas filhotas naquela situação. É de cortar o coração ver aquelas crianças em pleno sábado a noite num frio de lascar ali na rua se sacrificando por uma ninharia. Não ligo pra dinheiro mas nessas horas tenho muita vontade de ter grana pra tirar aquela molecadinha dali e investir na sua educação além de dar um suporte pro pais. É muito complicado e sei que é uma utopia resolver esse problema. Sei que existe muita gente nessa situação e por vários motivos. Mas se eu conseguisse mudar a vida de duas ou três famílias, já me sentiria melhor. Antigamente eu sofria muito quando via famílias inteiras ao relento. Morei no centro de São Paulo uma época e sempre cruzava com aquele pessoal nas calçadas. Eu andando a noite, bem agasalhado por causa do inverno rigoroso e via aquela turma se ajeitando com papelões, zinco e alguns trapos. Era foda ver os miúdos naquele sofrimento, mal agasalhados e encardidos. Em casa, debaixo de uma coberta bem quentinha, eu ficava pensando naquelas crianças passando frio e fome. Depois de algum tempo, quando comecei a "entender" como funcionava a natureza divina ao deixar sofrer pessoas tão indefesas, relaxei. Estudei sobre o carma e isso me deixou mais conformado com aquelas "injustiças". Como assim? Se aquelas crianças estão ali passando por tudo aquilo e a gente tá numa boa nesse momento, isso significa que temos nossos méritos e elas, que em algum momento de suas outras existências aprontaram muito, agora estão sofrendo pra pagar as suas atrocidades. Quem não conhece o espiritismo e não aceita a reencarnação vai falar que eu tô viajando. Tudo bem. Então me expliquem o porque dessas "injustiças". Me expliquem porque crianças inocentes são molestadas, espancadas, jogadas pela janela, queimadas e esquartejadas? Me expliquem porque crianças nascem doentes, com aids ou outras doenças, sofrem e depois morrem? Qual o sentido? Deus é sádico? Eu acredito em reencarnação, sempre acreditei, só que não conhecia profundamente. E se eu não acreditar nisso, vou pirar. Vou começar a achar que Deus não existe. Apesar de compreender o porque de tanta desigualdade social e tanto sofrimento dessa criançada que não teve tempo de fazer mal a ninguém, não consigo ficar indiferente quando vejo os pobrezinhos nos sinais. Minhas filhas olham e perguntam. Tento explicar. Elas ficam comovidas mas não tem dimensão nenhuma daquilo. Passeio no shoping , curto aquele ambiente bonito e como o meu bigmac sem nenhum sentimento de culpa como antes. Mas ainda é doloroso ver os menores naquela situação. Fico angustiado na hora e quase desisto de fazer o meu passeio, mas depois que entro no shoping e vejo o contraste, lembro da lei do carma e desencano. É a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4278029179642909261?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4278029179642909261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4278029179642909261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4278029179642909261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4278029179642909261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/carma.html' title='Carma.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5606790441340765801</id><published>2008-09-28T23:07:00.005-03:00</published><updated>2008-09-29T23:49:16.468-03:00</updated><title type='text'>Micos de supermercado.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Daniel Ramos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Jacobinos e Girondinos, é com imenso prazer que mais uma vez venho chafurdar-me nos meus mais introspectivos momentos e trazer à tona os mais divertidos (depois que passa,porque na hora minha vontade é socar meu próprio rim)momentos os quais tenho a honra de dividir com nossos leitores. A seção de hoje se intitula “micos de supermercado”.&lt;br /&gt;Com todos aqueles produtos amostra, pessoas circulando de lá para cá, vulneráveis no regozijo do consumo, os supermercados são uma grande fábrica de micos. Puxem pela memória e vocês verão que ou já participaram, ou já presenciaram algum momento em que queríamos estar numa cratera no meio da caverna do diabo, onde nossa ruborescência facial não pudesse dar o ar da graça. Listo aqui os três principais momentos que me vêem a mente quando o assunto são MICOS DE SUPERMERCADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MICO 1&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Como já é tradição, o primeiro é sempre mais light. Estava eu num desses supermercados da vida, imbuído da tarefa de comprar um belíssimo vidro de azeitonas. Fácil, fácil...seria se o personagem principal da história não fosse eu. Eis que na seção de azeitonas (ok, não existe uma seção de azeitonas no mercado, mas alguém deveria considerar essa idéia), me deparo com as famosas verdinhas, hermeticamente fechadas em sua prisão de conservantes, desejosas de serem levadas para uma degustação familiar. Nada seria mais óbvio do que pegar o primeiro vidro que estivesse à mão, mas é claro que com minha inteligência de um homo habilis aquele não me apeteceu. O que me despertou a atenção foi um vidro que estava a uns 40 centímetros do meu braço, na prateleira de cima e brilhava como um troféu de sal e calorias. Com dificuldade ergo meu braço e com a ponta dos dedos consigo arrematar de forma não muito segura o vidro. E claro, com toda a força da lei de Eddie Murphy( essa era pra estar no meu post sobre os maiores erros que já ouvi,mas só lembrei agora), o vidro dançou na minha mão como um boneco de Olinda ,bambeou, rodou, e....é claro meus amigos...CAIU!!!&lt;br /&gt;Com o estrondo que fez o vidro, o supermercado inteiro deve ter se sentido como um habitante de Hiroshima, só que ao invés de corpos espalhados pelo chão, estavam as pequenas azeitonas, perdidas,como formigas verdes e obesas. É claro que não seria eu se essas coisas não acontecessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MICO 2&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Começando a piorar, conto agora um dia em que me dirigi a outro estabelecimento com o intuito de comprar mantimentos para minha alimentação macrobiótica(uma caixa de biz e quatro latas de cerveja). Não,dessa vez não derrubei nada porém o que se seguiu foi pior. Estava tudo bem até então, e eu já havia acabado de pagar meus quitutes, quando na fila, no empacotamento, encontro uma conhecida minha. Afavelmente eu lhe dei um beijo no rosto e um abraço caloroso. Ao lado dela estava uma senhora, a qual também abracei com a mesma volúpia. De repente um silêncio. Ela me olha com uma cara estranha e a senhora também. Então, me atrevo a perguntar: “Não é conhecida sua?” E ela me responde com a maior convicção do mundo: NÃO!!!!&lt;br /&gt;Concluindo:cumprimentei minha amiga e ABRACEI UMA SENHORA ALEATÓRIA QUE ESTAVA INGENUAMENTE EMPACOTANDO SUAS COMPRAS!!!!&lt;br /&gt;Agora imaginem o que pensou essa pessoa, que foi ao mercado apenas para fazer suas compras e foi bulinada por um completo desconhecido.&lt;br /&gt;Santa sorte!!!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;MICO 3&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Esse é o que posso chamar de obra prima dos MSM( micos de super mercado, caso alguém não codifique a sigla). Novamente estava eu no mesmo cenário já supracitado, na seção de bebidas(para comprar Tang, que fique bem claro), eu vejo um rosto conhecido. Puxo pela memória e noto se tratar de uma celebridade, alguém do esporte para ser mais exato. Depois de analisar e com toda a certeza do mundo, me aproximo do nosso personagem, e com a mão em riste para cumprimentá-lo e lanço: “Mas que emoção, César Sampaio, medalha de ouro no Judô olímpico!!! Admiro muito seu trabalho, meus parabéns..” Não me recordo muito bem do diálogo que travamos, mas notei que ele ficou com um sorriso sem graça, mas foi muito solícito. Quando me afasto começo a pensar comigo mesmo: César...César...César...não idiota!!!!É ROGÈRIO SAMPAIO!!!!”&lt;br /&gt;Em suma, confundi o medalhista olímpico de judô com o médio volante do Palmeiras!!!!&lt;br /&gt;Mas em minha defesa, publico aqui uma foto dos dois, e vocês podem perceber como qualquer um poderia se enganar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251259480054649826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOA4rLwPU-I/AAAAAAAAAAw/LRmXd74kjpQ/s320/00sergio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5606790441340765801?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5606790441340765801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5606790441340765801' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5606790441340765801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5606790441340765801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/micos-de-supermercado.html' title='Micos de supermercado.'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SOA4rLwPU-I/AAAAAAAAAAw/LRmXd74kjpQ/s72-c/00sergio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8066974542187464885</id><published>2008-09-27T15:23:00.012-03:00</published><updated>2008-09-27T15:46:55.423-03:00</updated><title type='text'>Como fazer um soneto.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo. &lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;textarea style="BACKGROUND-COLOR: #ffffff" rows="35" cols="45"&gt;São 14 versos, no total de 2 estrofes de quatro versos e mais 2 de três versos. Rimas alternadas, opostas, paralelas ou entrelaçadas, você que sabe. Lembre-se da chave de ouro, obviamente feita no último terceto e com um “tchan” a mais de emoção. O delete e a barra de rolagem funcionam ao gosto do escritor. É isso aí. Pode começar:&lt;/textarea&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma homenagem ao branco mais branco. Horrendo, opressor e infinitamente belo em (inter)ação. O branco da mente e da tela. Fotografado, capturado, emoldurado e em exposição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8066974542187464885?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8066974542187464885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8066974542187464885' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8066974542187464885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8066974542187464885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/como-fazer-um-soneto.html' title='Como fazer um soneto.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5614035740301758768</id><published>2008-09-26T00:05:00.003-03:00</published><updated>2008-09-29T23:49:56.062-03:00</updated><title type='text'>Para almas desesperadas.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Heloisa Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORAÇÃO DA EX&lt;br /&gt;ORAÇÃO A SANTA CORNÉLIA DA TESTA ENFEITADA*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis-me aqui, prostrada aos vossos pés! Tocai o coração daquele ingrato a fim de que fuja do pecado – e dos braços daquela ordinária – e volte a amar a pessoa maravilhosa que é esta vossa serva e devota.&lt;br /&gt;Tende piedade das minhas misérias espirituais! E não vos esqueçais também das misérias que afligem o meu corpo, principalmente a minha testa, que tanto dói, e enchem de amargura a minha vida terrena. Dai-me saúde e forças para vencer todas as dificuldades que me opõem a inimiga. Não permitais que a minha pobre cabeça seja atormentada por males que me perturbem a tranqüilidade da vida.&lt;br /&gt;Alcançai-me a graça de afastar a tentação (tentação o escambau, que aquilo lá é uma baranga!) do caminho de quem tanto amo. Eu vos peço, imploro, rogo!&lt;br /&gt;Aí tendes minha humilde súplica. Se quiserdes (e havei de querer, senão eu mando a sua imagem para a GUILHOTINA, em vez de colocá-la de ponta-cabeça), ela será atendida. Santa Cornélia da Testa Enfeitada, rogai por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Inspirada na Oração a Nossa Senhora da Cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORAÇÃO DA ATUAL&lt;br /&gt;ORAÇÃO A SANTA SOCORRO DA PERPÉTUA VIGILÂNCIA*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santa Socorro, virgem poderosa, recorro à vossa proteção contra todos os assaltos da inimiga, pois vós sois o terror das forças malignas.&lt;br /&gt;Eu seguro no vosso manto santo e me refugio debaixo dele para estar guardada, segura e protegida de todo o mal. Porém, não hesitarei em sair de tal proteção para enfiar a mão na cara daquele dragão em forma de mulher.&lt;br /&gt;Vós sois refúgio dos pecadores e dos corações aflitos, vós me dareis forças para esmurrar a cabeça daquela jararaca (desgraçada, oferecida!) infernal e com a espada levantada afugentar os demônios (vai ser feia assim no inferno!) que querem acorrentar o meu amado (sim, ele, o meu amorzinho!). Curvada sob o peso dos meus pecados e das minhas preocupações, venho pedir a vossa proteção hoje e em cada dia da minha vida. Que um dia eu possa vir a conhecer a pátria celeste, onde aquele tribufu não mais terá permissão de olhar nem para minha cara. Santa Socorro da Perpétua Vigilância, rogai por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Inspirada na Oração a Nossa Senhora da Defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extraídas da obra-prima Manual da Ex / Manual da Atual (Editora Rocco), de autoria da blogueira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5614035740301758768?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5614035740301758768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5614035740301758768' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5614035740301758768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5614035740301758768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/orao-da-ex-orao-santa-cornlia-da-testa.html' title='Para almas desesperadas.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7593063359956450069</id><published>2008-09-25T23:42:00.001-03:00</published><updated>2008-09-25T23:46:51.255-03:00</updated><title type='text'>Reflexo.</title><content type='html'>&lt;i&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhava para o espelho, mas não gostava do que via. Decidiu que deveria mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou pelo vestuário: Enrolou um cachecol, trocou a blusa, escolheu a saia e calçou os sapatos.&lt;br /&gt;Não surtiu efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentou o cabelo: Prende daqui, solta dali. Liso ou cachos? Curto ou um aplique? Preto, castanho claro, ruivo, acaju, azul!&lt;br /&gt;O mesmo (não) resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reforço na maquiagem, então: Lápis, blush, alongar os cílios. Batom rosa ou um brilho labial?&lt;br /&gt;Continuava tudo igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só podia ser o corpo... Partiu pra academia: Musculação pra tonificar, Yoga pra alongar. Dieta da sopa, dieta da lua, dieta de Marte, dieta do inferno.&lt;br /&gt;Saldo zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se trocasse a iluminação? Poderia ser uma solução: Luz de velas, holofote ou lâmpada comum?&lt;br /&gt;Curioso... Sentia-se melhor sem clarão nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo depois de tantos ajustes e consertos ainda lhe restava a estranha e confusa sensação de que, realmente, nada havia mudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe um dia ela perceba que simples mutações não bastam para camuflar imperfeições que nem o próprio reflexo é capaz de mostrar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7593063359956450069?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7593063359956450069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7593063359956450069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7593063359956450069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7593063359956450069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/reflexo.html' title='Reflexo.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8013918155518188399</id><published>2008-09-24T12:55:00.005-03:00</published><updated>2008-09-24T13:02:21.229-03:00</updated><title type='text'>Astitônica.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Por Cristiane Senn*.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez, Pasmigany abrusquetava pelo albordim quando Ceflumela e Titubetine superlizerivaram a mastotine de zurbela que a Lasmaricas ombrucorou.&lt;br /&gt;Então a jorbila ameugoveu (!) e lijoconeu (!!) pra ancoreite apanoir sua burquitude. Titubetine não cabiscorou. só quando ceflumela equimonasse a faliburde ela gaporia a belisdeda na aprâncheva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Pasmigany se chubiclou, Lasmaricas abroveu:&lt;br /&gt;- Pasmigany! O silbórdio tifrezou!&lt;br /&gt;Pasmigany, meio kacilnada, cofou:&lt;br /&gt;- Ah, polétidos e çorímeros são fernalbos!&lt;br /&gt;Então robleitaram a surbira e mojicaram o tropaio, mesmo nhavando que Ceflumela não ia voletar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;MORAL DA HISTÓRIA: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você é Pasmigany porque asblurma o sanfobério.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Simples. Só não vale triburnar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* palavras &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;criadas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (acho que) em 2006&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; na companhia de Daniella e Regiély, amigas da faculdade  de Publicidade.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Entenda porque não nos tornamos redatoras.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8013918155518188399?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8013918155518188399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8013918155518188399' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8013918155518188399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8013918155518188399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/astitnica.html' title='Astitônica.'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-731173701203917898</id><published>2008-09-23T23:54:00.004-03:00</published><updated>2008-09-23T23:58:34.434-03:00</updated><title type='text'>Back to the old house.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;Ela continuava a caminhar no seu itinerário preferido: duas da tarde percorria a calçada de duas ruas atrás, depois uma viela que dava diretamente na sua casa. O olhar impenetrável, o andar errante da tenra idade... Tudo anunciava que ela ainda era pródiga naquilo que, para ele, era o fim de todas as suas conseqüências, temores e cálculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao sair de casa, ele era movido único e exclusivamente por um sentimento que na verdade eram vários, todos de uma só vez, e a intensidade sem nunca ser dividida: O medo de não encontrar a si, caso não a encontrasse. A ânsia de sair de si ao vê-la dona de si. Não era sonho porque doía, e não era dor porque havia o sorriso estúpido, idiota, cretino, que era inevitável ao perceber a existência de alguém tão sublime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os passos não eram sentidos, as pernas eram apenas a continuidade do seu tronco, assim como todo o resto era tão ínfimo perto dessa euforia que o tornava maior que humano por alguns segundos eternos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eram os seus longos e esvoaçantes cabelos louros? Ou sua pele tão clara que dava vontade de apagar o sol eternamente para que ela nunca mudasse? Seria seus olhos castanhos amendoados que nunca sequer cruzaram com os seus? Ou seu sorriso que era o exemplo maior de felicidade para todos os povos e constelações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada. Isso que era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não havia tempo nem sobriedade pra pensar em algo pra dizer... Não, isso seria muito frio, seria um gesto raso, reto, próprio de quem tem controle sobre o que ocorre quando avista quem tanto se deseja. Não era o bastante. Era necessário um tributo, uma quaresma, uma banda, um reveillon...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, palavras não bastavam. Tampouco uma explicação. E a cada dia ele morria pra poder sobreviver e renascia novamente na tarde seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, continuava uma calçada, uma viela, e um garoto que ela olhava de relance, com certo interesse afogado pela timidez que se desfazia no conforto de seu lar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-731173701203917898?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/731173701203917898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=731173701203917898' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/731173701203917898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/731173701203917898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/back-to-old-house.html' title='Back to the old house.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-2308434944380562064</id><published>2008-09-23T01:08:00.001-03:00</published><updated>2008-09-23T01:10:46.902-03:00</updated><title type='text'>Os homens que nos pregam moral são quase sempre hipócritas; as mulheres que nos pregam moral são quase sempre feias.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que eu não curto muito é ficar preso as convenções. Sou complicado nesse sentido e ainda bem que não trabalho marcando cartão. Só que as vezes acontecem coisas que você não tem como fugir. Como ontem que eu estava numa escola onde leciono, organizando com a secretária os horários dos meus alunos e ao perceber que houve alteração nos horários de alguns, a coordenadora da escola que estava por ali nos interrompeu e pediu pra que eu mantivesse os horários deles pois se as mudanças ocorressem, a escola não estaria passando uma seriedade no trabalho. Sistemática, não? No ato discordei da sua opinião, argumentei que cada caso era um caso e expliquei que as alterações só aconteciam por uma questão de praticidade, sem comprometer a programação e nem atrapalhar a vida do aluno. Assim: se sou avisado com antecedência que um aluno faltará num determinado horário abrindo assim uma janela entre as outras aulas, o que eu faço com esse intervalo? a) aproveito pra folhear a revista Caras que fica na recepção pra ver as fotos da casa da Angélica e ler a matéria sobre o porque da Gisele Bundchen não querer casar. b) vou conversar um pouco com aquela recepcionista gostosa e depois de gravar bem, corro pro banheiro e descasco uma em sua homenagem. c) antecipo as aulas dos alunos que viriam depois e com isso saio mais cedo pra ficar com as minhas filhas. Ora bolas! Se o espaço está disponível e o aluno está ocioso, porque não negociar e trocar o horário naquela semana? Não estamos no Japão. Lá o índice de suicídios entre adolescentes é o maior do mundo! Porque será? Nossa cultura é outra onda. Vivemos num lugar onde a vida das pessoas é uma loucura, com muitos compromissos, dificuldades de locomoção e o diabo a quatro. Não dá pra ser tão “caxias” assim o tempo todo. E o curioso é que essa mesma coordenadora, que fala em seriedade, não toma conhecimento nem dos seus professores. Só agora, depois de seis meses, ela foi descobrir que ali havia outro professor de cordas e que este era o Daniel, meu irmão! É mole? E lá tem também aquela professora de canto que num ensaio com a gente foi cantar uma música do Queen no tom de Ab lendo a partitura (e a letra!), e só depois de algumas execuçóes percebeu que estava no tom de F!! Porra! Ou é ou não é! Alguém querer se passar por fodão não é o pior. O pior é não estar com essa bola toda e querer "cagar uma goma". Me poupe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;PS - frase-título de autoria de Oscar Wilde.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-2308434944380562064?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/2308434944380562064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=2308434944380562064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2308434944380562064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2308434944380562064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/os-homens-que-nos-pregam-moral-so-quase.html' title='Os homens que nos pregam moral são quase sempre hipócritas; as mulheres que nos pregam moral são quase sempre feias.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7240785050448028499</id><published>2008-09-21T22:55:00.004-03:00</published><updated>2008-09-23T01:15:43.321-03:00</updated><title type='text'>Blog Coisetal entrevista: JOELMA</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SNb7VqyQH1I/AAAAAAAAAAo/4-74lfjWbo4/s1600-h/0jole.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248658765427777362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SNb7VqyQH1I/AAAAAAAAAAo/4-74lfjWbo4/s320/0jole.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Por Daniel Ramos.&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trecho de uma entrevista com uma das maiores celebridades do Brasil. Joelma revela em detalhes sua vida, até hoje nunca revelada em qualquer tablóide. Longe de mim fazer jornalismo sensacionalista. O que vocês lerão abaixo é uma transcrição literal de mais de uma hora de uma longa e esclarecedora conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Joelma, conte para nossos leitores um pouco de sua infância...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Joelma: Bem, como dizer, sou a décima nona filha dentre 23 irmãos, dos quais doze eu nunca decorei o nome e seis deles tinham feições orientais,nunca aprenderam a falar português e viviam com bolas de ferro amarradas nos calcanhares, mas eram felizes. Nós tínhamos uma pequena plantação, de onde tirávamos nosso sustento e nas horas vagas alugávamos como campo de futebol society e haras. Fiquei nessa vida algum tempo, até que senti o chamado da independência me chamando, senti que era hora de deixar aquela vida, e seguir meu caminho... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Com que idade foi isso? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Nessa época eu tinha aproximadamente cinco anos de idade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: E foi assim que começou sua carreira na música? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Quase. Eu conheci um sanfoneiro e acabei acompanhando-o durante vários shows. Foi uma fase de pouco luxo em minha, haja vista que meu quarto era a maleta da sanfona, que eu dividia com o próprio instrumento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Passada essa fase, o que fez depois? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Com 12 anos de idade me inscrevi para fazer um teste da versão nordestina do grupo Balão Mágico, chamava-se “Pau-de-arara arretado!”, mas infelizmente não fui aceita por ser muito nova e por meu notadamente grave problema de dislexia. Eu trocava o “T” pelo “C”, o que era claramente algo inviável, pois o nome da música tema era “procurando tu!” &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: E depois desse tombo, como conseguiu se recuperar?&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Joelma: Tive vários empregos, como frentista, motorista, diarista, recepcionista, altruísta e por fim equilibrista. Até que fui descoberta por um artista, que também era egoísta, fascista e monoteísta. Foi uma atração sem tamanho e ele finalmente me levou para os palcos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Foi assim que começou o “fenômeno” Joelma? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Depois de anos fazendo cover de Jane Duboc, finalmente conheci o pessoal do Calipso, onde encontrei muito mais do que uma família...encontrei foi um bando de músicos incompetentes, sem talento e sem carisma, que devem agradecer aos céus até hoje por alguém do meu gabarito ter entrado em suas vidas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: E sua relação com Ximbinha? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Quem?! Ahh! Sim, a bicha do topete pintado de ouro. Não temos muito contato, a única coisa que sei é que ele adora dormir em cima de tacos de golf e usa vaselina nos pães ao invés de manteiga. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Agora o lado pessoal...como você faz pra manter esse corpo esbelto? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Depois de inúmeras tentativas de dietas, acabei achando uma que se encaixa adequadamente no meu perfil: É a dieta “João Batista”. Hoje, para manter essa silhueta impecável, eu me alimento apenas de grilos e gafanhotos, sem asa é claro, pra diminuir as calorias. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Coisetal: Um recadinho para os fãs Joelma!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;div&gt;Joelma: Comprem minhas drogas e não usem CDs. Digo, ao contrário...comprem meu cd não usem drogas. (É a dislexia atacando de novo!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7240785050448028499?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7240785050448028499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7240785050448028499' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7240785050448028499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7240785050448028499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/blog-coisetal-entrevista-joelma.html' title='Blog Coisetal entrevista: JOELMA'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ae9r0PgOqoM/SNb7VqyQH1I/AAAAAAAAAAo/4-74lfjWbo4/s72-c/0jole.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4469704685840304438</id><published>2008-09-20T16:16:00.010-03:00</published><updated>2008-09-21T14:31:07.067-03:00</updated><title type='text'>Rap da entropia.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje serei pernóstico:&lt;br /&gt;Usarei palavras que não sei&lt;br /&gt;O que querem dizer.&lt;br /&gt;E não vou procurar o dicionário,&lt;br /&gt;Para en-ten-der.&lt;br /&gt;Farei um repente insano,&lt;br /&gt;Não sei o que vou escrever,&lt;br /&gt;Nem sei o que você vai ler,&lt;br /&gt;Pouco importa querer saber.&lt;br /&gt;Quer dizer...&lt;br /&gt;É muita informação.&lt;br /&gt;Estou absorvendo&lt;br /&gt;Um universo em expansão.&lt;br /&gt;Não entendo nada,&lt;br /&gt;Mas reproduzo tudo,&lt;br /&gt;Nesta vida, minha missão,&lt;br /&gt;É ser satélite no mundo.&lt;br /&gt;Porque é muita informação:&lt;br /&gt;Quem você conhece?&lt;br /&gt;O que está fazendo?&lt;br /&gt;Mande um SMS,&lt;br /&gt;Faça um vídeo manero,&lt;br /&gt;Saiba de tudo que acontece.&lt;br /&gt;Não queira entender.&lt;br /&gt;Mas quero interagir com você.&lt;br /&gt;Agora que tudo está linkado entre nós,&lt;br /&gt;É estranho que eu me sinta só&lt;br /&gt;E quando pergunto o porquê,&lt;br /&gt;O filósofo Google pergunta:&lt;br /&gt;- O que você quis dizer?&lt;br /&gt;Não falo com meus pais,&lt;br /&gt;Me irritam, respondem demais.&lt;br /&gt;Ultrapassam 1024 caracteres.&lt;br /&gt;É muita informação!&lt;br /&gt;Resolvi escrever num blog,&lt;br /&gt;Pra receber comentário.&lt;br /&gt;Sem resultado,&lt;br /&gt;Mando depô pra um amigão.&lt;br /&gt;Mário, que nunca vi ao vivo.&lt;br /&gt;Porque mora no Azerbaijão.&lt;br /&gt;(e fala Pashto!)&lt;br /&gt;Entro no msn&lt;br /&gt;Pra falar com os outros&lt;br /&gt;Enquanto fico ausente.&lt;br /&gt;200 contatos,&lt;br /&gt;Pouca gente.&lt;br /&gt;Vou pro chat do UOL&lt;br /&gt;Htinho100htinha entra na sala&lt;br /&gt;- Oi htinha, quer tc?&lt;br /&gt;- Quero, como vc é?&lt;br /&gt;- Forte, loiro e me sentindo sozinho&lt;br /&gt;- O q vc ta vestindo?&lt;br /&gt;Htinho100htinha sai da sala.&lt;br /&gt;Sei lá, você entende?&lt;br /&gt;Não? Não faz mal.&lt;br /&gt;Não é a era da interpretação.&lt;br /&gt;Só queria desabafar.&lt;br /&gt;Mas não quero ser down,&lt;br /&gt;Quero ser pop,&lt;br /&gt;Quero ser up!&lt;br /&gt;Ser visto,&lt;br /&gt;Fechado,&lt;br /&gt;Num Alt+F4,&lt;br /&gt;Já que não sei&lt;br /&gt;Como reagir.&lt;br /&gt;Sem pensar.&lt;br /&gt;Sem existir.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4469704685840304438?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4469704685840304438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4469704685840304438' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4469704685840304438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4469704685840304438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/ode-entropia_20.html' title='Rap da entropia.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4910789361080756907</id><published>2008-09-19T18:45:00.002-03:00</published><updated>2008-09-23T01:16:54.011-03:00</updated><title type='text'>Tempos bárbaros.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Heloísa Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, tenho evitado ler sites de notícias e assistir telejornais. Fico muito mexida quando sei de tragédias e desgraças – e a gravidez só vem acentuando essa sensibilidade. Mas, trabalhando como jornalista, fica meio difícil não acessar, pelo menos uma vez por dia, sites como UOL, Terra e IG. E foi em um deles (não me lembro qual) que ontem eu li rapidamente uma nota sobre uma tragédia que aconteceu na Marginal Pinheiros, perto da Ponte do Jaguaré – aliás, bem perto de onde trabalho. Na noite de quarta-feira um rapaz novinho, de uns 20 e poucos anos, parou o carro no acostamento para ajudar um homem (se não me engano, de um Ford KA) que estava com o carro quebrado. Enquanto descia do carro para prestar um raro e louvável ato de solidariedade, um caminhão veio com tudo e o atropelou, diante da namorada. O motorista do caminhão fugiu. O do carro quebrado – não sei como – também. Se o primeiro foi um monstro, o segundo deve ser chamado de quê?&lt;br /&gt;O transporte público de São Paulo é uma merda. Ridículo. A cidade é imensa e a facilidade para se comprar um carro, hoje em dia, é excelente. Todo mundo quer ter um carro e todo mundo tem o direito de comprá-lo. É muito fácil, para candidatos como aquela tal sra. Soninha, mandar o povo andar de bicicleta. Queria ver quantos dias ela conseguiria pedalar de São Caetano do Sul até a Avenida Jaguaré. Nem vou discutir questões ecológicas, porque não tenho embasamento para tanto, nem me aprofundar tanto em assuntos que não conheço. Só queria desabafar que as pessoas, no trânsito, se transformaram em selvagens da Idade Média. E, tristemente, me incluo nesse grupo. Pego cerca de três horas de trânsito por dia e às vezes tenho vontade de deixar o carro no meio da rua e sair andando, de puro desespero. Lerdos, egoístas, distraídos, exibidos, folgados, estúpidos, cegos, burros, aproveitadores. Há todo o tipo de motorista por aí. Sim, concordo que muita mulher deveria estar mesmo pilotando fogão ou fazendo qualquer outra coisa para a qual tivesse um talento mínimo. E eu queria ver muito homem que se considera machão e bonzão no trânsito ajudar o Corpo de Bombeiros a recolher com a pá pedaços de corpos que sobram dos acidentes. E também assistir de camarote motoboy levando pontapés de coturno bem no meio do saco; pontapés com o mesmo impacto que eles usam para chutar retrovisores, portas e até pedestres (já vi isso no Centro de São Paulo) quando querem tirar uma fina ou passar um semáforo vermelho.&lt;br /&gt;São Paulo, antes de metrôs e ônibus de Primeiro Mundo, precisa de educação, altruísmo, paciência. Até parados alguns motoristas são idiotas. No sábado passado, ao voltar do supermercado, meu marido deu de cara com um carro estacionado bem na porta da garagem do nosso prédio, bem diante de duas placas de “É proibido estacionar dia e noite”. Esperou o folgado retornar por alguns minutos. Nada. Não teve dúvida: deu ré e acelerou para cima do pára-choques do folgado, que, lógico, chegou e viu tudo. Saiu correndo, com o rabinho entre as pernas. Se achei bonito o que meu marido fez? Nem um pouco. Morro de medo de um desses playboys sair do carro com um 38 em punho. Se faria o mesmo em um momento de ira? Faria. Pois é, faria. Isso também já aconteceu comigo e pensei em riscar o carro do fulano com estilete. Ele chegou antes. O cansaço, o stress, a raiva e a sensação de onipotência que a atitude baixa e selvagem dos motoristas provocam vão contaminando a gente. Com as devidas proporções, lesar um carro de propósito, fechar alguém na curva e mandar um dedo médio pela janela é a ponta do iceberg que matou aquele menino na Marginal. Isso precisa parar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4910789361080756907?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4910789361080756907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4910789361080756907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4910789361080756907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4910789361080756907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/tempos-brbaros.html' title='Tempos bárbaros.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8610467245291293353</id><published>2008-09-19T00:02:00.006-03:00</published><updated>2008-09-23T01:17:20.238-03:00</updated><title type='text'>Talvez.</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;p&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chego em casa, descalço meus sapatos, janto qualquer coisa, acendo meu cigarro e me viro para janela. Ah, mas quem pensou que eu estava sozinho se enganou, Coltrane aparece sutilmente na vitrola pra me dar aquela força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem goste virar os olhos pra uma caixa que vende ilusão barata regada de imagens e sons intermitentes. Eu não! Eu prefiro observar toda essa fantasia real que paira em prédios vizinhos, calçadas e becos. Prefiro essa visão panorâmica e tridimensional, ao vivo e a cores nada opacas. Sem cortes, sem intervalos, com alguns fantasmas, concordo, mas sem nenhum locutor entendido de nada a bradar ruídos vazios aos meus ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostado no parapeito vejo vidas que vêm e vão em cima de pernas, dentro de carros, à pedaladas. Se sou curioso, enxerido, abelhudo? Eu nunca afirmei o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora mesmo dois amigos passam pela rua. Um é alto, robusto, voz grave, muito bem apanhado, por sinal. Mas pelo andar molengo e a cara esparramada percebe-se que esse é só mais um em meio a tantos. O outro não, mesmo mirrado, caído e deixando se ofuscar pela grandeza oca do colega, mostra-se muito maior internamente só pelo fato de preferir ouvir a falar. Escolha sábia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo adiante, naquela esquina, uma moça espera ansiosamente seu príncipe encantado... O terceiro dessa noite.&lt;br /&gt;Com certeza essa jovem seria uma ótima atriz, merecedora de todos os prêmios. Esconder a indiferença sentimental e o asco gélido atrás de lábios vermelhos, sorrisos, gemidos, suores e sussurros de frases decoradas realmente deve ser muito difícil. Aliás, essa vida é tudo, menos fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No prédio em frente encontra-se uma das sessões mais curiosas: Uma senhora reza um terço ferozmente com um gato branco em seu colo, o que gera um bonito contraste com seu vestido de luto.&lt;br /&gt;Exatamente ás 22 horas sua campainha toca. Um homem, baixo, gordo, pescoço curto, entra. E as últimas coisa que vejo são: A velha escondendo um retrato (do falecido, suponho), as cortinas da sala se fechando e a silhueta de dois corpos já cansados a riscar o chão num baile eterno, como se as décadas jamais tivessem passado. Ah, essa juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois andares acima uma mulher chora, histericamente, ao telefone. Passa a mão pelos cabelos, seca as lágrimas na manga do casaco, senta, levanta, anda, pára. Não adianta minha cara, ele não vem hoje.&lt;br /&gt;Mas não se preocupe, amanhã ele aparece com qualquer bugiganga atada em um laço dourado e aquela cara de Basset abandonado que só ele sabe fazer. E você irá perdoá-lo com o maior sorriso do mundo... de novo. E assim prosseguirá sua romaria, você sempre sendo dele e ele nunca sendo seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, no meio desses muitos olhos que enxergam mas não vêem, exista alguém a me observar também. Talvez, alguém de alguma janela que minhas vistas ainda não alcançaram esteja, nesse momento, tentando decifrar o que um homem, sem camisa, com um cigarro na mão, ouvindo um vinil velho faz debruçado na janela agindo como o farol de um cais, tentando, silenciosa e inutilmente, guiar os navios que arriscam cruzar a sua frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, esse alguém imagine que também está sendo observado por algum estranho que tenta adivinhar o seu código mais secreto. Talvez, estejamos todos na ânsia de ver além de só enxergar, mesmo que a grande maioria morra sem perceber isso a tempo. Talvez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8610467245291293353?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8610467245291293353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8610467245291293353' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8610467245291293353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8610467245291293353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/olhos-nus.html' title='Talvez.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8654392093425177775</id><published>2008-09-17T11:49:00.001-03:00</published><updated>2008-09-17T11:52:28.022-03:00</updated><title type='text'>Ao menos.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no início, eu te dizia pra não se apegar muito porque as coisas são efêmeras e, como tudo na vida, um dia acabam. Lembra disso? Se sim, provavelmente se lembra também da minha convicção, do meu olhar quase robótico de tão arregalado, das mãos inquietas, tomadas por um suor gelado e pela ânsia de vislumbrar rumos inéditos, explicitamente fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei muito, tintim por tintim. Cheguei à conclusão que o melhor era não praguejar e começar, de cara, recrutando só o que era certeza. Acabei jurando que essa era a minha metodologia, que as coisas dariam certo assim, e que se não dessem valeu a tentativa. Acho que era porque eu te amava tanto que não via que a gente tinha se apaixonado (até então, pra mim, era você que tinha se apaixonado por mim). Não é tão difícil construir essa arapuca quanto se possa imaginar: simplesmente coloca-se o sentimento projetado nas impossibilidades que o passado brindou com despedidas amargas, sumiços e soluços. E não era um piloto automático, como muita gente imagina. Era, simplesmente, disciplina e coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer jeito, seguimos. As mãos dadas diziam isso, os beijos também, e o sexo idem. Ao menos pra mim. Ao menos, pelo que me recordo. Acho que brigamos muito pouco, né? Tão pouco que não entendi direito quando você me acusou de rispidez, displicência, e outras bofetadas. Caralho, eu sempre estava ali pra te ouvir, pra te dar o lenço, fazer o prato pra você, sem reclamações, sem rosto virado e ainda com direito a sobremesa. Ás vezes achava que perdia tempo com você, sabia? Ah, deixa pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente se declarou muito pouco, né? De minha parte, não me importava. Juro! Tanto que nunca cobrava nada de você, muito pelo contrário, te deixava sempre lembretes no cotidiano de que, se quisesse provar que me amava, tinha que ser ali, no dia-a-dia, no banal da troca de canal, da conversa trivial e do cozinha-sala-quarto. Funcionou. Ao menos pra mim. Ao menos na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te endureci pra vida? Que bobagem. Passeatas me acusam disso, mas quer saber? Eu acho que você é a que está sofrendo menos com isso tudo, e sinto que é porque eu te amava mais do que você a mim. Pra você parece que tá tudo ok, que era pra ser assim, como se os passos estivessem previamente marcados em direção à saída. Não posso crer que você não percebeu nada do que eu te profecei todo esse tempo. Idiota! Idiota!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá bom, eu confesso que isso tudo me derruba pro inferno. Por mais que o que eu te falasse fosse, justamente, pra que você ficasse assim quando o inevitável acontecesse. Pra que você fosse forte e seguisse em frente. Pra que você... Pra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria ficar assim, eu queria ser você, eu queria ser o que eu dizia que era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que você responderia se eu tivesse dito "Por que você não vem comigo e gente começa algo que nunca vamos entender?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, foda-se.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8654392093425177775?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8654392093425177775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8654392093425177775' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8654392093425177775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8654392093425177775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/ao-menos.html' title='Ao menos.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-2725446005792690369</id><published>2008-09-15T11:55:00.005-03:00</published><updated>2008-09-16T10:30:52.352-03:00</updated><title type='text'>Sinuca de bico.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô tentando, cansando, desencanando, acomodando, apanhando, tropeçando, desistindo, constatando, perdendo, amargando, despencando, lamentando, pressentindo, desanimando, empacando, quebrando, perdendo, desabando, percebendo, renegando, caindo, engatinhando, arrastando, coexistindo, desgastando, titubeando, bloqueando, desmanchando, involuindo, descartando, ralando, dependendo, pipocando, capengando, protelando, anoitecendo, pensando, desvendando, invejando, desmilinguindo, requentando, encerrando, naufragando, enrustindo, acordando, desacelerando, sofrendo, suportando, desmembrando, subvertendo, batalhando, atrasando, engasgando, escorregando, arriando, entristecendo, afunilando, esmorecendo, abdicando, refletindo, murchando, caçando, vagabundando, duvidando, fingindo, enterrando, pastando, definhando, empobrecendo, elucubrando, reavaliando, compreendendo, batalhando, inventando, empoeirando, desleixando, perecendo, agüentando, rodopiando, afundando, desconsiderando, enfurecendo, desesperando, atrofiando, engolindo, dilacerando, adoecendo, despencando, estremecendo, amarelando, medicando, regredindo, despertando, mudando, digerindo, encarcerando, parando, substituindo, silenciando, esfriando, insistindo, radicalizando, vadiando, desequilibrando, exasperando, sucumbindo, agonizando... enfim, sobrevivendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-2725446005792690369?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/2725446005792690369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=2725446005792690369' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2725446005792690369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/2725446005792690369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/sinuca-de-bico.html' title='Sinuca de bico.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4521306666552382994</id><published>2008-09-14T23:06:00.002-03:00</published><updated>2008-09-16T10:31:36.389-03:00</updated><title type='text'>Horóscopo.</title><content type='html'>&lt;p&gt;Por Daniel Ramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros amigos e leitores desse blog, antes de iniciar o post de hoje, gostaria de me desculpar pela ausência nos comentários, mas como a Helô disse, eu tenho lido todos e fico envaidecido de estar na mesma barca que tanta gente de calibre.&lt;br /&gt;Agora parando com a inflada de ego, volto à minha pena ácida e trato de um assunto que entra ano,sai ano, nunca sai de moda: os populares horóscopos!&lt;br /&gt;Mais velho do que alguns dos Rolling Stones, escrever sobre o comportamento das pessoas, baseadas no dia do nascimento, sua relação com astros e numerologia sempre dispertou o interesse de muita gente. Eu como esoterista convicto, acho fantástico os fatos e traços de personalidade que muitas vezes conseguimos descobrir apenas com alguns dados acerca da pessoa. Mapas astrais,análises cármicas, tudo isso tem um apelo enorme junto aos curiosos acerca do futuro. Mas meu assunto hoje não é discorrer sobre o horóscopo, e sim aludir ao fato de como esse assunto é tratado, principalmente em mídias impressas. É incrível como os jornais tem a capacidade de tornar genérico, para não dizer imbecilizar, os tratados e estudo milenares acerca do horóscopo. Então,como bom falastrão, e crendo que a mídia é uma grande vaca de um milhão de tetas e basta você ser esperto e colocar a boca em uma delas , hoje com imenso orgulho apresento para você o meu Horóscopo, sutil e preciso, e tenho toda certeza que a maioria das minhas previsões vai bater com quem estiver lendo. Vamos aos signos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aquário&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Atenção você do signo de aquário, cujos nomes começam com as letras Z e W e que possuem lojas de iscas especializados em minhocas albinas: Tudo vai mal para vocês !!&lt;br /&gt;Muito provavelmente chegarão parentes contaminados com béri-béri na porta de sua casa e toda aquela coleção do Emílio Santiago será roubada na mesma noite em que uma chuva de granizo derrubará o telhado de amianto recém-comprado. Porém nem tudo são espinhos no seu caminho: Você será agraciado com um dvd player num sorteio. Só isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peixes&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Nativos desse signo devem evitar viagens para Sumatra, Burundi e Burkina faso, pois os astros encontram-se em rota de colisão e podem ocorrer acidentes. E mesmo que não fosse isso, que espécie de idiota gastaria o dinheiro de uma viagem que poderia ser feita pras ilhas gregas indo nesses países que o pessoal coloca como local de nascimento no perfil do Orkut? Enfim piscianos , cuidado redobrado ao passarem por perto de indústrias termonucleares e vulcões ativos, e recomenda-se proteção no caso de escaladas acima de 2000 metros. Fora isso as chances de morrer de maneira patética diminuem consideravelmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sagitário&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Para um signo cujo símbolo e um homem com rabo de eqüino, o único conselho que se pode dar é: Cuidado com os carrapatos. Afinal você não vai ficar querendo balançar o rabo cheio de parasitas por ai. Mas caso isso ocorra, utilize o método eficaz e indolor de embeber o rabo em álcool etílico e acender com um isqueiro. Parasita nenhum vai ficar depois disso( nem qualquer coisa que se assemelhe a uma cauda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Touro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Aos taurinos pede-se cautela no quesito amoroso: evite namorar prostitutas e recém- saídos de condicional. Pratique atividades salutares como aulas de tiro ao alvo e adestramento de felinos de grande porte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leão&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Leoninos que praticam ao mesmo tempo tourada, pelota basca e banco imobiliário todos morrerão no ano de 2014. Pronto, to sem saco pra escrever mais sobre esse signo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Libra&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ao signo do equilíbrio pede-se parcimônia no quesito financeiro. Evite vender seu Iate no momento, e guarde o resto dos seus milhões em contas estrangeiras. Dispense aquela horda de super models que batem à sua porta, pois afinal de contas já está mais do que na hora de sair com atores e atrizes de primeira linha. Abandone a coleção de ovos fabergê e dedique-se mais àquela sua coleção de Van Gogh jogada no canto de sua casa em Fernando de Noronha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Escorpião&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os da cauda venenosa alcançarão vôos mais altos em 2008, mas só os que possuírem um terceiro mamilo e olhos cor de violeta. A esses o ano será proveitoso, principalmente na indústria televisiva, que abrirá inscrições para o reality show “ Meus defeitos mais bizarros!”, cujo prêmio são dois milhões de reais e uma máscara de ferro para que possa voltar a ter vida social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4521306666552382994?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4521306666552382994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4521306666552382994' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4521306666552382994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4521306666552382994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/horscopo.html' title='Horóscopo.'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8985315978124000231</id><published>2008-09-13T10:42:00.007-03:00</published><updated>2008-09-13T10:58:51.794-03:00</updated><title type='text'>Industrialização.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_OWLfAtICIhM/SMvGD5YEeyI/AAAAAAAAAKc/bAI69acndyI/s1600-h/sucrilhosreduzidatratada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245503961246759714" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_OWLfAtICIhM/SMvGD5YEeyI/AAAAAAAAAKc/bAI69acndyI/s400/sucrilhosreduzidatratada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;*** &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Pessoal, como o texto não tava saindo e eu tava morrendo de vontade de desenhar...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8985315978124000231?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8985315978124000231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8985315978124000231' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8985315978124000231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8985315978124000231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/industrializao.html' title='Industrialização.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OWLfAtICIhM/SMvGD5YEeyI/AAAAAAAAAKc/bAI69acndyI/s72-c/sucrilhosreduzidatratada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-358235702552228257</id><published>2008-09-12T11:05:00.004-03:00</published><updated>2008-09-16T10:31:14.386-03:00</updated><title type='text'>Hoje não tem marmelada.</title><content type='html'>Gente, mil perdões!! De novo, não consegui escrever nenhum texto bom o suficiente para postar aqui. Estou no meio de um turbilhão alucinado de fechamento de revista, chegando em casa tarde todos os dias, podre de cansada. Estou fechando um especial de decoração e ontem, para se ter uma idéia, escrevi coisas bonitas e com sentido do tipo "A arquiteta e seu cachorro Apolo se divertem SOB o tapete de náilon..." e, pior, "Imponente, a TV de plasma se impõe." Credo!!!! Tenham paciência, por favor!! Semana que vem estarei aqui firme, forte e renovada! Um beijo para você, leitor(a), para o papai, a mamãe, a vovó e não se esqueça de escovar os dentinhos! Fui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-358235702552228257?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/358235702552228257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=358235702552228257' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/358235702552228257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/358235702552228257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/hoje-no-tem-marmelada.html' title='Hoje não tem marmelada.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-7791771170503161164</id><published>2008-09-11T17:40:00.003-03:00</published><updated>2008-09-11T18:14:25.880-03:00</updated><title type='text'>Ingredientes.</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;p&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peanuts. Queijo, sorvete e amendoim. Coca-Cola, suco de maracujá e café com leite. Cachorros e corujas. Azul, preto e branco (não, eu não sou gremista). Liverpool nos anos 60, São Paulo nos anos 80, quintal de casa nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querer tudo pra hoje e deixar tudo pra amanhã. Timidez, insegurança, paciência demais e organização de menos. Gargalhada alta, sono leve, preguiça e pieguiçe até dizer chega. Carteira vazia e fé cheia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hemingway, Sabino e Machado. Harley-Davidson, vinil, tênis e relógio. Pouca estatura e cabeça nas nuvens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ódio de telefone, falta de respeito, chá e milho. Medo de borboleta, de ser enterrada viva, de ter dor de barriga no meio da rua, de magoar/decepcionar quem eu amo e de mim mesma em certo período do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Show lotado, cinema vazio, brigadeiro de panela e pizza na casa dos amigos. Parque à tarde, praia à noite e lar doce lar em qualquer horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rinite alérgica, um grau de miopia, tentativas fracassadas de não roer unhas, gírias de mil novecentos e meu-avô-de-cueiro e assaltos à geladeira em horários pouco ortodoxos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma inspiração pra escrever coisa alguma hoje, mas doses altíssimas de esperança para um texto supimpa na próxima quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misture bem todos os ingredientes, junte com uma pitada de sal e um torrão de açúcar, leve ao forno por vinte anos e... &lt;i&gt;Voilà&lt;/i&gt;!!! Uma Adriana pra ninguém botar defeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Obs: Muitos outros ingredientes podem ser acrescentados, mas nada que modifique radicalmente a receita.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-7791771170503161164?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/7791771170503161164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=7791771170503161164' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7791771170503161164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/7791771170503161164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/ingredientes.html' title='Ingredientes.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5581586958714957891</id><published>2008-09-10T22:27:00.004-03:00</published><updated>2008-09-11T20:47:24.035-03:00</updated><title type='text'>Eleições.</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;por Cristiane Senn&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono nononono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, vai votar em quem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5581586958714957891?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5581586958714957891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5581586958714957891' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5581586958714957891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5581586958714957891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/post-de-marcao.html' title='Eleições.'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8542435382510172303</id><published>2008-09-09T13:16:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T13:20:21.056-03:00</updated><title type='text'>Você.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinicius Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que agora é lembrança enrijecida. Você aterrissou, sem cerimônias nem prévios desembaraços, na minha rotina de data e hora marcada ao cartão de ponto. Você não notou meu queixo no chão, e nem se deu conta da minha presença, até que eu fiz chover desajeitos e tramei mil anedotas pra te domar minimamente. Então você me viu, sorriu após cinco palavras, e me mostrou Pasárgada, Éden, e algum lugar de infância pé-de-barro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que morou meses no meu olhar perdido. Você demonstrava a coragem que eu queria desenhar à canivete em mim. Era difícil crer no seu desatino, em te supor acometida em segredo dos desvarios que a vida ousa pregar em quem tem armadura de alfazemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que era o combustível das noites mal-dormidas, do almoço mal-feito, e do sonho em stand-by. Você era a atriz principal de cada prece que eu fazia. Você escutava os meus devaneios, e eu nem tinha idéia de que aquela atenção não era fajuta. Você derramou uma lágrima quando as nossas solidões serviram de contrapeso para o outro. Lágrima, esta, que nunca mais vai secar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que recitava melodias na forma de me observar. Você era a minha circunstância de prosseguir. Você era a minha sofreguidão instaurada, da qual não queria me desfazer, não queria me desfazer, não queria me desfazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que me fez acreditar em tantos lugares-comuns songomongos. Você era a minha jura unicamente manifestada em quartos trancados com persianas fechadas. Você era a minha insensatez anunciada, a minha rúbrica de novos pesares. Você clamava por um antídoto contra a ausência, e eu tentava te mostrar, a grosseiros modos, que eu tinha a resolução da equação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que era o meu vulto onipresente. Você me fez tomar litros de veneno, coincidiu o meu estratagema com o cadafalso, embriagou o que me restava de equilíbrio. Você com seus tons maiores e menores, sua constante queda de braço, sua maneira ríspida de converter dedos em pétalas, transfigurou a platonice ao estado de alerta metafísico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, que era o meu melhor quem sabe. Você é, e para sempre será, o meu mais doloroso quase.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8542435382510172303?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8542435382510172303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8542435382510172303' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8542435382510172303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8542435382510172303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/voc.html' title='Você.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3229906347219574765</id><published>2008-09-08T23:28:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T09:47:38.081-03:00</updated><title type='text'>Olhos vendados.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos vendados não vislumbram o remédio&lt;br /&gt;Que provavelmente não estará num divã&lt;br /&gt;Mas na escola, no primeiro emprego&lt;br /&gt;Ou na casa de uma amiga da sua irmã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos vendados não enxergam o espelho&lt;br /&gt;Que você ignora insistentemente&lt;br /&gt;Mas que é muito seu amigo&lt;br /&gt;Desde que você se conhece por gente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não te agrada o que a natureza fez?&lt;br /&gt;Quantos te olharam mais de uma vez?&lt;br /&gt;Os seus argumentos de que o mundo&lt;br /&gt;Não é um equívoco&lt;br /&gt;Não me convencem não&lt;br /&gt;Só me cativam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que mesmo uma multidão&lt;br /&gt;Cortejando sua essência e beleza&lt;br /&gt;Você fugirá incrédula&lt;br /&gt;Derrotada pela incerteza&lt;br /&gt;Quando você chegar&lt;br /&gt;Não pense no que as pessoas vão achar de você&lt;br /&gt;Quando você chegar só pense&lt;br /&gt;O que achará delas e quem você vai escolher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos vendados não olham pra traz&lt;br /&gt;Onde é feio e triste o filme que passa&lt;br /&gt;Ideal pra te mostrar como és feliz&lt;br /&gt;E o quanto você sempre sofre de graça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos vendados não deixam perceber&lt;br /&gt;Que os conselhos que você tanto quer&lt;br /&gt;Todos nós compartilhamos&lt;br /&gt;Sem cerimônia qualquer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até os quinze você leu bastante&lt;br /&gt;Que tal viver de agora em diante?&lt;br /&gt;As vezes é bem mais fácil&lt;br /&gt;Vencer um exército&lt;br /&gt;Do que aquele outro inimigo&lt;br /&gt;Que vive dentro de nós&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que sempre será fácil&lt;br /&gt;Falar da angústia que não se vive&lt;br /&gt;Sei que não quero que você&lt;br /&gt;Tenha as dúvidas que eu tive&lt;br /&gt;Não desperdice as oportunidades&lt;br /&gt;E responda a chamada&lt;br /&gt;Porque a vida é irreversível&lt;br /&gt;Até a próxima jornada&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3229906347219574765?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3229906347219574765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3229906347219574765' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3229906347219574765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3229906347219574765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/olhos-vendados.html' title='Olhos vendados.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3007405659243225012</id><published>2008-09-07T23:43:00.008-03:00</published><updated>2008-09-08T11:11:02.856-03:00</updated><title type='text'>Errar é humano.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por Daniel Ramos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Amigos e amigas, leitores afáveis desse aprazível blog. Como o título do post já explica, o assunto hoje é “erros”. Eu explico: hoje citarei aqui as frases mais bizarras e dantescas que pude armazenar no meu maquinário cerebral ao longo dos anos. Claro, vocês podem achar que eu inventei essas frases todas, mas garanto a todos que as pessoas que disseram tais poéticas frases as disseram no auto de sua lucidez (tá, nem todos) e se um dia tiverem a chance de confrontá-los(não tinha palavra melhor pra colocar) verão que é a mais pura verdade. Divirtam-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pô cara, não dá pra falar mais alto, só se eu falar com um HOLOFOTE!" Frase clássica, de um amigo, universitário, quase formado, querendo referir-se a um MEGAFONE!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nossa, aquele cara é mais escuro que SEBASTIAN BACH" O mesmo amigo, dessa vez fazendo referência a um colega afro-descendente, e comparando-o ao ator SEBASTIAN, da C&amp;amp;A. No auto de sua ignorância o confundiu com o compositor clássico JOHANN SEBASTIAN BACH!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah já sei, é pra escrever uma crônica como aquelas do Nelson Gonçalves?" De novo ele, (fala sério, como ele conseguiu entrar num curso superior??) trocando NELSON GONÇALVES por NELSON RODRIGUES!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não dá mais, o OSWALDO MONTENEGRO tem que ir embora do São Paulo!" Ok, o autor dessa pérola fui eu mesmo, que além de ter dito essa frase em altos brados, ainda confundi o cantor de "lua e flor" com OSWALDO DE OLIVEIRA, ex-técnico do meu tricolor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah poxa, vou ter que ficar DUAS HORAS aqui?!!!" O autor dessa foi um grande amigo meu, que a exteriorizou ao ver na placa de um restaurante “ALMOÇO DAS 12 ÀS 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Filho, filho RENATO GAÚCHO morreu!!" Minha finada avózinha, me dando a triste notícia do falecimento de RENATO RUSSO!! (tudo bem, ela só trocou a nacionalidade... russo.... gaúcho... todos bebem vodka mesmo!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Que legal, então você vai para SÃO JOSÉ DOS NÚMEROS?!" Pérola de outro amigo ao me perguntar se eu iria à SÃO TOMÉ DAS LETRAS!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"AVENTURAS DE UM SARGENTO DE MIÇANGAS" outra do mesmo já citado acima, na prova de literatura, referindo-se à "MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Meu avô foi PATRICINHA na segunda guerra mundial!" Fazendo seu “Hat trick”, o mesmo personagem das frases acima ainda teve fôlego e vergonha na cara para proferir mais essa. &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3007405659243225012?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3007405659243225012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3007405659243225012' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3007405659243225012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3007405659243225012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/errar-humano.html' title='Errar é humano.'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4857691232072364990</id><published>2008-09-06T00:36:00.004-03:00</published><updated>2008-09-06T13:23:37.279-03:00</updated><title type='text'>Peter Pan.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Meu nome é N. e hoje, dia 6 de setembro de 2008, descobri que sou uma náufraga em mim mesmo. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Escrevo esta carta isolada em uma ilha de consciência, banhada pelas águas de uma alma que nunca foi minha. Será como nos filmes de piratas: jogarei a garrafa com o papel ao mar e adeus. Quem lerá, não sei. Minha falsa esperança é fazer eu mesma ler, quem sabe em um desabafo qualquer de diário, e despertar a atenção daqueles olhos físicos para o lado de dentro, fazendo me encontrar tão sozinha, tão triste, tão criança, tão fetalmente sem formação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Escrevo, como um pedido de socorro em letras pequenas, sobre esta urgência, sobre esta morte iminente diante do meu auto-definhamento. Nunca pareci tão inóspita como sou. Mas só agora percebo. E me calei até hoje. Pareço tão inalcançável... &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fora, uma garota mimada e arrogante, apesar de manter uma aura tenra e infantil. Tenho gestos duros para uma garota. Não tenho muitos amigos, apenas uma família desestruturada e uma mãe que, por insistência, coloco em um altar de santa. Assim ela é minha salvaguarda, é meu consolo, minha razão de viver e a pessoa que mais amo no mundo. Talvez a única. Mais do que a mim mesma.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não amo homens, nunca amei nem amarei. Nem sou lésbica. Apenas não confio neles, como não confio em meu pai. Apenas colegas, cumprimento todos eles com apertos de mão, mantendo distância segura de carícias e afetos. Já fui amada. Preferi a distância total e absoluta, apesar de dizer sentir saudades suas. Como os conflitos eram muitos, sem perceber, preferi a sua morte. Preferi que a sua vaga lembrança viajasse neste mar de restos imortais dentro de mim. Ele sobreviveu, está à espreita, e quer se vingar.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De forma contraditória a este lamaçal de purezas que fiz questão de entulhar, também faço questão de me manter longe das impurezas do mundo que me cerca pelo lado de fora. Sou muito criança, apesar de atingir a maioridade. Acredito em anjinhos e leio Pequeno Príncipe, mas meu livro preferido é Orgulho e Preconceito. Sou racional, quase formal, e não tenho coragem de olhar nos olhos de quem me vê. Sou dissimulada: respondo a estímulos sem me consultar. Sinto que uma estranha ensaboa meu corpo no chuveiro, sem o menor prazer em acariciar minha pele. Ando como um animal de tetas. Desconversei quando me perguntaram se era feliz.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como tenho muito pouco do que viver corrôo, canibalisticamente, cada pedacinho das minhas mais ínfimas indagações. Aqui dentro absorvo uma atmosfera venenosa de ilusões mentais, sem sentimentos e puramente fictícias, criadas por uma lógica desordenada como o vento e construída ao longo da vida para me proteger de como ela é: meteoros de homens e mulheres em decomposição, banalidades flamejantes e estímulos irracionais como a vontade de ter um orgasmo. Assim vejo fábulas, príncipes encantados e finais felizes, ainda que trágicos, onde quem morre sou eu. Por fora, acredito poder ajudar as pessoas com minha altivez de fada madrinha, enquanto por dentro, preciso de ajuda para sair de mim.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como naufraguei? Os medos contraditórios me guiaram até aqui: tenho medo de perder as pessoas que mais amo no mundo, mas não sei amar nem a mim mesma. Tenho medo de ficar sozinha, mas é como fiquei. Tenho medo que me enganem, e me enganei. Tenho medo do abandono, e me abandonei.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E então vieram as aparências me assombrar em meu próprio navio-fantasma: mostro ser dura, firme e forte em minha casca, mas tenho medo de me abrir aos sentimentos e de flutuar – pois afundada já estou. Tenho medo de aparentar fraqueza, e é mais do que evidente que sou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E então, as palavras derradeiras, que me apunhalaram a mando do meu segundo maior algoz:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- N., você tem medo de ter medo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sim, tenho medo de ter medo. Tenho medo de ter medo de ter medo. Tenho medo de ter medo de ter medo de ter medo. E assim, como num jogo de espelhos entre o meu mar e o céu de ilusões, vivo em um mundo paralelo onde não posso crescer, perco em instantes e deixo fugir, em múltiplos fragmentos, a sombra efêmera do meu eu, sem mim.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto dedicado a um amigo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4857691232072364990?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4857691232072364990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4857691232072364990' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4857691232072364990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4857691232072364990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/peter-pan.html' title='Peter Pan.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6015237983264161626</id><published>2008-09-05T14:09:00.003-03:00</published><updated>2008-12-09T18:29:21.252-02:00</updated><title type='text'>Já era.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Heloísa Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fiz todas as perguntas, ouvi algumas respostas, continuo com algumas pendências. Já perdi ilusões, mas ganhei novas esperanças. Fiquei de mal com Deus, reneguei o céu, fui até o inferno e voltei com a fé mais inabalável do que nunca. Já fiz promessas que suei para cumprir e outras que quebrei sem dó. Já disse palavras que me arrependi, já ouvi coisas que não merecia. Já ofendi, mas já perdoei muito. Estudei, esqueci o que não me interessava e guardei com carinho aquilo que valia a pena me acompanhar pela vida afora. Descobri o amor, encarei a raiva, senti ciúmes, me roí de inveja. Tombei, sacudi, levantei. Sofri perdas irrecuperáveis, ganhei quando nem esperava mais nada. Já vi as luzes douradas de Paris, tourada em Madri, as pedras de Barcelona, a pompa do Vaticano, as ruínas de Roma, as águas de Veneza e as colunas brancas de Atenas. Já vi, nos olhos alheios, falsidade, humildade, escárnio, pureza, alegria, cansaço, decepção, vitória. Já me dei por derrotada, já venci barreiras. Dei a volta por cima, tropecei, me contentei com pouco e aceitei o que não podia mudar. Já modifiquei o que achava errado, já fiz a diferença, já me achei. Me escondi, me acovardei, dei risadas e chorei. Já me envergonhei, me intimidei. Esqueci, lembrei, fiz de conta que não era comigo. Fui loira, morena, ruiva, crespa e curta. Tentei ser esotérica, séria, revoltada de butique. Encontrei a rebeldia não no espelho, mas dentro do coração. Já fui implacável, preconceituosa, histérica e omissa. Me tornei sincera, corajosa, tolerante e irônica. Causei felicidade e dor. Filha, irmã, aluna, mulher, amante, esposa, amiga, inimiga, operária, jornalista, cigarra, formiga, rainha, atriz e personagem. Já fui e sou tantas e várias, aprendi tudo e não sei nada. Nada mais sei diante da beleza das mãozinhas e dos pezinhos que vi ontem, embaçados e inquietos, numa tela de ultra-som. Me curvo diante da garotinha que está dentro da minha barriga, de quem nem conheço o rosto ou a voz, mas por quem já sou apaixonada com toda a força de que sou capaz. Vou começar tudo de novo, porque tudo, agora, de nada adianta. Já era.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6015237983264161626?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6015237983264161626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6015237983264161626' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6015237983264161626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6015237983264161626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/j-era.html' title='Já era.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3317263605812690024</id><published>2008-09-04T17:39:00.004-03:00</published><updated>2008-09-04T18:12:52.778-03:00</updated><title type='text'>Mero detalhe.</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Como era de costume, os três se encontravam num bar para o almoço. Já no fim da refeição, em meio a pratos com restos de bifes e batatas fritas e copos vazios, a conversa marchava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hoje, a caminho do trabalho, teve um acidente lá naquele cruzamento. O motorista pegou um motoboy em cheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Viche, aquele cruzamento é uma droga mesmo, muito mal sinalizado. Deveria ter um guardinha permanente lá, pra ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você não sabe da maior. No meio da algazarra toda, os dois carros que vinham atrás não conseguiram frear e bateram também. Engavetou tudo. O do meio, um Fusca, virou uma sanfona. E foi sorte do motorista, que só ganhou uns arranhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pombas, vai tá russo passar por lá hoje, hein?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apareceu perícia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nem me fale, vou fazer desvio. Enquanto eu tava lá olhando, chegou seguradora do primeiro carro. Mas me deu dó mesmo foi do fusquinha. Pô, todo conservado, ajeitadinho, dava até gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, mas essas seguradoras de hoje em dia não garantem nada não, viu? Lembra aquele caso do meu conhecido que te falei? A empresa tá enrolando ele há mais de dois anos. Dão desculpa que, pra aquele caso, eles não podem se responsabilizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esse povo de seguro não presta! Eles são amiguinhos enquanto não precisamos dele. Mas é só acontecer alguma coisa que surgem umas mil cláusulas novas no contrato. E tome desculpa e embromação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É o que eu falo, seguradora é tudo máfia!! Só querem saber do nosso dinheiro!! Gente assim não tem coração, só pensam no próprio umbigo, meu chapa. Eles querem é lucrar. Esses magnatas não gostam de gente, não. É tudo máfia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se valem nada ou não, eu não sei. Só sei que hoje eu não passo por lá. Mas vamos indo que já deu a hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Psiu!! Ô campeão, a notinha faz o favor. Não estamos esquecendo nada, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantaram e saíram. Um assoviando, o outro palitando os dentes e o terceiro, arrumando a gravata, ainda pensando se não tinham esquecido de nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembraram de quase tudo, de maldizer as seguradoras, de ter pena do fusquinha, de palitar os dentes, de assoviar e de dar gorjeta ao garçom. Só não lembraram do motoboy pego em cheio, mas isso era um mero detalhe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3317263605812690024?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3317263605812690024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3317263605812690024' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3317263605812690024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3317263605812690024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/mero-detalhe.html' title='Mero detalhe.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3553217552365330998</id><published>2008-09-03T10:14:00.003-03:00</published><updated>2008-09-03T10:17:51.018-03:00</updated><title type='text'>NÃO AGUENTO MAIS METALINGUAGEM!</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; font-style: italic;"&gt;Por Cristiane Senn.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;Ok, é legal, dá pra fazer um sem fim de análises legais e brincar com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;forma x função&lt;/span&gt; de uma maneira super &lt;i style=""&gt;tchãnãnã&lt;/i&gt;. Mas, porra, chega. Você vai ver um filme, ta lá o fulano discutindo o lindo processo fílmico, vai ler um livro e autor enfia no meio uma filosofia da escrita, vai ao museu e a obra discute o fato de estar no museu. Não que eu não goste disso, pelo contrário, Vertov, Brecht, Duchamp, etc. , tios muito bacanas. Mas, sim, esse ‘etc.’ significa ‘muita gente’. &lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Você, artista contemporâneo, não acha que tá precisando de um pouco de criatividade?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;O pior de tudo é que ninguém escapa. Meus primeiros textos do blog eram sobre o ato de escrever, ou mais precisamente blogar. Não tem como evitar. Acredito piamente que a metalinguagem é natural do ser humano, como as sensações, dor, raiva, ódio. Sim, um nervo metalingüístico no cérebro. Deve existir algum remédio pra acalmá-lo. E (medo) um para ativá-lo. Imagine tomar por engano este último? Um ser humano andando na rua retratando e subvertendo todas as formas de andar das pessoas que encontra, enquanto fala sobre o fenômeno da voz, mentaliza “estou pensando, estou pensando...” e espirra com a maior força e perfeição onomatopéica possíveis para que o ato possa ser ao mesmo tempo um simples espirro e um instrumento de reflexão acerca do ato em si. Próximo passo: internação, com tendências a passar o resto da vida fazendo loucas digressões sobre a própria loucura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;Pensando bem, nada de remédios, melhor deixar como está, e que continuem existindo livros sobre livros, filmes sobre filmes, fotografias sobre fotografias, esculturas sobre esculturas, macarronadas sobre macarronadas, pedra sobre pedra. Enquanto isso eu fico aqui, escrevendo sobre escrever e... ufa, achei que não ia sair nada hoje. Complicada essa coisa de escrever, hoje mesmo acordei pensando que a função das palavras é justamente [...].&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3553217552365330998?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3553217552365330998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3553217552365330998' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3553217552365330998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3553217552365330998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/no-aguento-mais-metalinguagem.html' title='NÃO AGUENTO MAIS METALINGUAGEM!'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3132794678229872952</id><published>2008-09-03T00:21:00.002-03:00</published><updated>2008-09-03T00:24:04.892-03:00</updated><title type='text'>Ser.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha 8 anos quando, pela primeira vez, me perguntei quem eu era. Até aquele dia eu era Vinícius, pois era por essa palavra que me chamavam ou diziam algo relacionado a mim. Acontece que, na mesma turma que eu, tinha um outro Vinícius. E ele não tinha nada a ver comigo: era japonês, usava óculos, gostava de matemática e o pai tinha um passat. Mesmo assim, o chamavam do mesmo jeito. Pensei que então eu não poderia ser, simplesmente, Vinícius. Tinha que ser mais coisas, ou pelo menos, ir além disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra entender quem eu era, eu tentei começar na busca por compreender quem as outras pessoas eram. Bom, minha mãe era minha mãe, meu pai era meu pai e minha irmã, minha irmã. Parecia idiotamente óbvio, mas acontece que, ao prestar atenção, vi que pra grande maioria das pessoas minha mãe não era minha mãe. Pra alguns era professora, pra outras, chefe, pra algumas cliente, pra outras tantas, a "Dona Marlei", pra mais algumas, a "Nenem"... Ela era tantas ao mesmo tempo que chegou uma hora que eu me cansei de contar. Voltei o pensamento pra mim e vi que eu também não era só "Vinícius". Ás vezes eu podia ser "aquele menino", "aluno", "meu sobrinho preferido", "o cara mais chato da sala", "o moleque que cata bem no gol".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também desisti de contar. Percebi o quanto é inútil querer definição do que eu era, porque eu podia ser tantos ao mesmo tempo que não havia nenhuma maneira de somar. Foi quando me dei conta de que, nessa condição, eu poderia ser qualquer coisa que quisesse. Isso me animou tanto, me deixou tão cheio de expectativas, que de fato acreditei, por alguns momentos, ser praticamente um super-herói. Mais que super-herói, afinal eu podia ser super-herói, mas também muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com toda a pose acumulada pelas teorias formuladas, acordei no dia seguinte resolvido a explorar todas essas possibilidades infinitas. Minha pompa era tanta que me esqueci, no meio disso tudo, que se eu podia ser tudo, todo mundo também podia. Só fui me dar conta disso quando cheguei ao colégio e observei, de longe, os outros meninos que se despediam de suas mães para ir pra aula, e depois seguiam em turma acompanhados, cada um se chamando de um apelido completamente diferente de seus nomes originais. Essa infinitude não era particular, e sim uma condição humana. Essa revelação me deixou transtornado, assustado, e confesso que um pouco triste também. Queria tanto ser esse ser único e mágico que pode ser algo hoje e outro alguém completamente diferente 5 segundos depois... Fui pra casa um tanto perdido e descontente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, a última grande descoberta sobre quem eu era me veio dar um murro violento na cara, que eu tive que aguentar firme e assimilar pra toda a minha vida. Meu pai foi ter uma conversa com os anjos, e eu perdi a minha principal referência pra qualquer ponto de interrogação. Eu não percebi na hora, mas com ele, foi-se uma parte do meu mundo. Foi-se um pouco da crença de que as coisas sempre estariam bem, e foi-se, naquele momento, o sentido de entender quem eu era, que deu lugar a perguntas sobre o porquê das coisas acontecerem do jeito que acontecem, se somos predestinados a determinados desvios. Se tudo é uma grande armadilha do destino, ou se, simplesmente, os fatos ocorrem e estamos suscetíveis, a todo instante, a nos encontrar em condições as quais nem imaginaríamos que fossemos deparar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias correram, semanas até, e de repente a pergunta sobre quem eu era retornou. Naquele momento, sentia necessidade de me entender pra saber como me portar diante de qualquer situação, pro caso do rodamoinho do acaso passar de novo pelo meu caminho, transformando tudo que me rodeava em devaneios inesperados. Mas quando novamente me peguei intrigado com esta questão, imediatamente me lembrei do meu pai, e vi que agora ele não era mais chamado. Não era mais pai, Seu Antônio, doutor, Toninho, e tantas outras identificações que ele tinha, que a vida permitiu que ele tivesse, e que parecia roubar dele após sua partida. Era tão reconhecido pelas palavras, conceitos, discursos, e hoje seus vastos nomes se perdiam na poeira do tempo pra fatalmente sumirem no mais completo esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive raiva. Chorei. Bati o pé. Teimei que a vida era uma merda, que nada prestava, que não importava ser zilhares de coisas importantes se tudo um dia acabasse daquela maneira injusta. Não podia aceitar que o curso da existência tivesse aquela mecânica que me parecia tão tirana. Decidi que não queria ser mais nada. Queria ser ninguém, um ninguém sem nome, sem função, sem importância. Ao menos, me livrava da decepção de saber que, no fim, todos os "eus" acumulados de nada adiantariam pra que eu tivesse me tornado alguém. Era o que eu achava, e com essa convicção, ignorei todas aquela avalanche de possibilidades de tempos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então minha mãe, ao ver que eu não respondia quando ela chamava meu nome, veio ver o que estava acontecendo comigo. Contei tudo isso pra ela. Bom, acho que não dessa maneira que estou contando agora, mas deixei ela saber, de alguma maneira, o que estava acontecendo. Ela me disse que não importava que meu pai não estivesse presente, ele nunca deixaria de ser o que sempre foi em nossas lembranças e recordações, porque essa semente ninguém consegue tirar do coração da gente. Pediu pra que eu não me preocupasse, porque meu pai nunca deixaria de ser meu pai, assim como o Antônio, o grande amor da vida dela, foi, é e sempre será o Antônio. E em todo mundo que teve o privilégio desse convívio, e cuja presença dele foi, de alguma forma, significante, ele permaneceria o que sempre foi. Eternamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei bem dizer o que senti depois de ouvir tudo aquilo. Fiquei confuso, porém sereno. Aquilo era desesperador e reconfortante ao mesmo tempo. Fluia, simples assim. Meu pai já não era nada, todas aquelas possibilidades tão citadas e impressionáveis se esvaneceram no decorrer da vida, mas continuavam dentro quem teve a chance de receber seu valor. Ao fim disso tudo, depois dessa experiência e de todo o tempo que passou, a minha conclusão é de que não somos nada, e ao mesmo tempo, somos infinitos. Com tantos recursos pra ser o que bem entendermos, terminamos os nossos dias como se fossemos um sonho passageiro, uma lembrança vaga, um lapso. Talvez seja melhor assim, podemos nos livrar da responsabilidade de ser Deus. Hoje, ainda cheio de incertezas, encontro abrigo na convicção de me manter eterno, independente das definições ou do nome subsequente, nos corações e mentes daqueles que verdadeiramente amo e prezo. Por enquanto, esse infinitude tão sagrada e tão cheia de limites me é suficiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3132794678229872952?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3132794678229872952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3132794678229872952' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3132794678229872952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3132794678229872952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/ser.html' title='Ser.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-890294810295714260</id><published>2008-09-01T23:32:00.004-03:00</published><updated>2008-09-01T23:39:23.119-03:00</updated><title type='text'>Gnose.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente tem acontecido uma coisa estranha: toda vez que vou dormir e deito de barriga pra cima, fico tendo flashs de cenas que aconteceram comigo no passado, visões de rostos de pessoas que não conheço (ou não me lembro de tê-las conhecido ou visto) de lugares por onde já passei ou já vivi... E são coisas muito antigas (tem até brincadeiras da infância), situações insignificantes que eu nunca lembraria se quisesse. É como se essa posição acionasse um mecanismo liberando parte do que existe em meu subconsciente, ou me fizesse entrar numa espécie de regressão dessa existência. Às vezes isso ocorre também quando tô deitado de lado mas aconteceu poucas vezes porque quase nunca deito nessa posição (não consigo dormir nela). Isso tudo acontece quando eu tô semi-acordado, ou seja, tenho plena consciência de que não é um sonho. É o papo da viagem astral. Já aconteceu também de eu sentir um choque crescente, uma força estranha tomando conta do meu corpo. Relaxo e deixo a coisa rolar pra ver até onde vai dar mas quando fica forte eu fico cabreiro e me mexo que é pra tudo aquilo acabar. Não sei explicar o que é isso. Mas quando aconteceu de eu estar ouvindo vozes, risadas e uma bagunça danada no meio da madrugada onde eu sabia que o silêncio imperava, não me apavorei: fiquei atento ao diálogo, tentando entender qual era o babado do pessoal mas não conseguia sacar o que falavam. E quando eu estava começando a curtir e viajar naquilo, meio sem querer eu respirava fundo e acabava “acordando”. Aí todo aquele barulho acabava e voltava o silêncio absoluto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês devem estar se perguntando: se aquelas vozes não vinham da casa daquele vizinho folgado que resolveu extender a festa até altas horas, então de onde vinham? Da quinta dimensão. Há doze anos fiz parte de um movimento chamado Gnose. No movimento gnóstico aprendi muita coisa interessante assistindo conferências sobre misticismo, cristianismo, espiritismo, ocultismo, psicologia, budismo, ciências exotéricas... Frequentei durante três anos e cheguei a dar palestras mas a falta de tempo e a preguiça não me deixaram continuar. Foi lá que aprendi que toda vez que dormimos, nós vamos “passear” na quinta dimensão que é a morada das almas (das almas que não foram pro inferno ou pra outros lugares) É sério. Então aquelas vozes eram de algumas almas? Provavelmente. Digo isso porque por lá aparecem também algumas entidades ou mestres, do bem e do mal. (qualquer dia desses falo mais sobre isso). Nunca comprovei isso pessoalmente porque pra isso eu teria que estar sonhando mas consciente de estar num sonho. E conseguir isso é muito difícil. Parece loucura mas não é. Os instrutores sempre falavam durante as palestras pra não acreditar em nada que fosse falado ali mas sim pro pessoal ir comprovar com experiências próprias. Eu tive algumas bem malucas mas a mais engraçada vou contar agora. Na época, eles falavam que na quinta dimensão, que é regida por doze leis, não existia a lei da gravidade, do tempo ou espaço físico como aqui na terceira dimensão. Que se eu pulasse iria flutuar, que se eu quisesse ir na padaria ou no Japão era só imaginar que estaria lá, que se eu puxasse o meu dedo ele iria esticar! É claro que pra fazer isso a gente precisa saber quando é um sonho e nele precisa lembrar dessas informações. Mas é tão difícil você estar no sonho e saber que é sonho. Imagina então lembrar desse papo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Passei algum tempo tentando sonhar e no sonho lembrar de fazer isso. Como nunca conseguia, desencanei e nem pensei mais no assunto. Até que há uns dois anos atrás, num sonho, me lembrei de fazer aquela experiência. Foi do nada. Lembrei do lance do dedo e estiquei pra ver o que acontecia. Eu imaginava que o dedo esticaria como um elástico mole, sem eu precisar fazer força. Mas não foi isso que aconteceu. Tive que fazer força e pra minha surpresa o danado do dedo veio pra frente mesmo, só que como uma borracha grossa. Muito louco! Não fiquei impressionado quando acordei porque sempre acreditei. Mas a experiência foi bem legal. Por essas e outras não fico grilado ou com medo quando ouço as vozes na madruga (nunca mais ouvi). Só queria num dia desses estar num sonho (sabendo que é sonho) e me encontrar com uma galera esperta. Trocar umas idéias com Renato Russo (de novo!? papo pra um outro post), com o Cazuza, com o Tom Jobim, com o Cartola, com o Raul ou com o Julio Barroso; tirar um som e me divertir com a patota dos Mamomas; pedir uns toques pros tios Betinho, Darcy Ribeiro, Carlos Drummond de Andrade; perguntar pro Kurt Cobain se foi ele mesmo quem estourou os seus miolos; tomar um uisque com o Vinicius de Morais; dar um rolê numa caranga com o Senna e assistir ao show daquela super banda com o John Bonhan na bateria, o Sid Vicious no baixo, o John Lennon fazendo um pianinho, o George Harrison na guitarra base e segunda voz, o Hendrix solando e a Janis Joplin e o Freddy Mercury dividindo os vocais com uma palhinha do Jim Morrison. O show de rock dos séculos!! Mas o que eu queria mesmo era comer a Marilyn Monroe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-890294810295714260?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/890294810295714260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=890294810295714260' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/890294810295714260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/890294810295714260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/09/gnose.html' title='Gnose.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-4435886491854660970</id><published>2008-08-31T22:29:00.008-03:00</published><updated>2008-09-01T10:15:09.196-03:00</updated><title type='text'>Histórias que nossas babás não contavam.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Daniel Ramos. &lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Depois de mais de meio século, algumas histórias parecem que nunca saem do nosso imaginário. Estão sempre ali enchendo nossos pensamentos com imagens ora surreais, ora verdadeiras e tangíveis, salpicando de sonhos todos aqueles que já mergulharam nesse tão rico universo ficcional: os contos de fada.&lt;br /&gt;Porém se pararmos para analisá-las com olhos de adulto, teremos uma grata surpresa, pois muitas dessas histórias são tão ou mais bizarras do que muitas que conhecemos depois de passada nossa infância. E é com imenso orgulho que trago para vocês uma fria análise sobre alguns dos maiores clássicos da literatura infantil, e longe de mim desmistificar esses ícones, apenas desmembrar algumas pontas soltas que nunca nos souberam explicar. &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Branca de neve e os sete anões &lt;p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;Com certeza duas em cada três pessoas conhece essa tão aclamada história, que foi imortalizada alguns anos depois de sua publicação por Walt Disney e deu início a era dos longas de animação no cinema. Não vou ficar aqui perdendo tempo reescrevendo uma sinopse de algo que estamos carecas de saber, pois a história é mais do que manjada. Porém seus personagens podem render boas sessões de psicanálise, a começar pela protagonista. Nossa querida Branca foge para a floresta, a fim de fugir dos maus tratos da madrasta, pois não agüentava mais trabalhar como escrava no castelo, e acaba por se alojar na casa de sete anões mineiradores. Bom, ela pode ter se livrado da madrasta, mas da labuta não escapou ilesa, pois agora além de ter que limpar uma casa que fica no meio da floresta, sujeita a dejetos de animais de toda espécie, agora tem que lavar cuecas freadas de sete machos que trabalham o dia todo na mina e tem os modos tão refinados quantos a quarta-zaga do time do Atlético Mineiro. O príncipe é um verdadeiro inútil, aparece em momentos esporádicos e só pratica alguma ação realmente no final, quando desperta a boneca encachaçada com um beijo (podia rolar um trident no meio pelo menos). Os anões já são auto-explicativos, e o autor foi tão preguiçoso quanto inteligente, pois é muito mais fácil lembrar deles pela personalidade, do que se tivessem nomes próprios (Carlão, Oswaldo, Clóvis... ficaria menos pessoal concordo).&lt;br /&gt;Já a madrasta é um show a parte, provavelmente fazendo uso de todos os barbitúricos e drogas encontrados na floresta, pois só assim se explica como a débil mental se aconselha com o próprio espelho sem nem se dar conta de que a imagem que aparece no espelho é a dela própria, mas como estava chapada, achava que o espelho era mágico e que a branca de neve era a mais gata da floresta (também concorrendo apenas com pássaros e esquilos, os únicos habitantes mostrados na história, não é lá grande glória ser a mais bela). E a doida ainda foi na contra-mão da moda, pois enquanto a mulherada gasta os tubos em silicone e botox, a vadia toma uma poção para ficar com a cara Glória Menezes com mais 150 anos de idade. &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Rapunzel&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;Um caso clássico de desleixo, pois se o cabelo da cabeça desenrolava numa torre de 8 metros de altura, comentar o resto é entrar em terreno perigoso. Mas como o príncipe era assumidamente um barangueiro desesperado (pra subir numa torre pelo cabelo da donzela... por aí você já vê que os bailes da corte deviam ser povoados mais de dragões do que de princesas) encarou o compromisso de subir pelas suas madeixas, para poderem viver seu mais puro amor. Agora imaginem a dor de cabeça da desgraçada depois de um ano de namoro e o pior, vendo que o interesse do pretendente diminui a cada trepada(nos cabelos que fique claro... o que eles fazem entre quatro paredes já é assunto para outro post) e que o peso do próprio aumenta cada vez mais. Enfim, de todas acho que esta é a que menos está fadada ao final feliz. &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chapéuzinho vermelho&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Essa então nem se fala. Um garota que pega uma cestinha ao invés de livros, e vai pro mato ao invés de ir pra escola, já da pra ver que não se trata de algo muito são. E o pior, pra visitar a avó que mora numa floresta...Poxa, que espécie de filhos deixam a mãe morar numa floresta escura e perigosa? Ela pode ser uma chata, mas MÃE é MÃE!!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;E o nome da chapeuzinho? Alguém sabe? O pai provavelmente não quis registrar, pois já imaginava que a menina seria idiota ou no mínimo cega, pra confundir a avó com o lobo!!!&lt;br /&gt;E o diálogo? “que olhos grandes você tem vovó!”&lt;br /&gt;“Que nariz grande você tem vovó!”&lt;br /&gt;“Que boca grande você tem vovó!”&lt;br /&gt;E paremos por ai, porque do pescoço pra baixo a diferença entre uma avó e um lobo é algo descomunal.&lt;br /&gt;E o lobo?Porque tem que ser mal? Ele tem apenas propósitos alimentares na história!&lt;br /&gt;Por favor, se alguém por ai vir um lobo bom, tire a foto que eu publico aqui no blog. &lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A bela adormecida &lt;p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;Acho que as princesas dos contos de fadas tem um certo déficit de massa cinzenta. Sim, porquê só isso explica o fato dela entrar num quarto escuro, com uma roda de fiar suspeita e enfiar a “mãozona” nela sem nem pensar quem a tinha posto ali. Se fosse um revólver calibre 38, com um bilhete dizendo “puxe o gatilho”, ela não seria a bela adormecida, e sim a bela com uma azeitona de chumbo nos córneos. E o príncipe... caramba... esse é fera, desperta a coitada com apenas um beijo!!! Sem dúvida usava um protetor labial com sabor de red bull. E ainda bem que foi na boca, pois se ele a beijasse mais ao sul a criatura virava um foguete humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-4435886491854660970?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/4435886491854660970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=4435886491854660970' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4435886491854660970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/4435886491854660970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/histrias-que-nossas-babs-no-contavam.html' title='Histórias que nossas babás não contavam.'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1430118638852024251</id><published>2008-08-30T00:27:00.001-03:00</published><updated>2008-08-30T00:27:24.587-03:00</updated><title type='text'>Um recém-adulto sedentário, porém cheio de ocupações.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pessoal, desculpem o mau jeito. Assim como muitos de nós, estou meio na correria ultimamente. Para vocês terem idéia, pensei em escrever um texto sobre "por que as pessoas correm?", mas não deu tempo. Pensei também em escrever outro sobre excesso de informação, mas teria de pesquisar mais a respeito. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim como já fizeram a Cris e a Helô em textos passados, gostaria de compartilhar coisas feitas na infância. Descobri pela minha mãe - que tem mais memórias da minha infância do que eu próprio - que eu fazia a redação na escola, levava a nota e jogava na lixeira mais próxima. Então meus pais nunca conseguiram guardar nada meu. Hoje faz falta. No entanto, o texto mais antigo que tenho é a dissertação seguinte, feita aos meus 16 anos (portanto, nos idos de 2004) e que até hoje considero uma das minhas melhores produções. Obrigado e boa leitura!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='text-align: center'&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil: um jovem sedentário de quinhentos e poucos anos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Brasil é um jovem que mora na casa dos avós, seguro nos portões trancados e descansando em berço esplêndido, na sombra de uma bananeira maltratada. Sua avó Gaia traz seu café da manhã todos os dias. E seu avô, um texano que atende pelo nome de Mundo, paga sua mesada. Brasil costuma perambular entre a cama, a geladeira e a TV de 14 polegadas da cozinha, onde assiste ao Jornal Nacional com seu avô, julgando-se bem-informado. Nas suas horas vagas, pede à empregada que compre revistinhas japonesas para ler e se manter culto.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Enquanto passa a vida embaixo da bananeira, vê um mundo miserável lá fora. Mendigos, rotos, crianças abandonadas e velhos passando fome. Então Brasil pensa: "Ainda bem que eu tenho minha avó!"&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Dona Gaia morre seca. Mundo, então, passa a cobrar de Brasil coisas como emprego, vestibular e as dívidas da casa... Acuado, percebe que o Jornal Nacional é programa de criança; põe a mão no bolso e percebe que a empregava roubava o troco das revistas e viu as bananas apodrecendo lá fora.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tinha fome e não sabia plantar. A miséria da sociedade, que antes olhava tristemente aquele jardim, agora tentava derrubar o portão e pegar as bananas podres. Pediam para o jovem Brasil mostrar a sua cara!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Brasil percebeu que não poderia ter deixado o portão tanto tempo fechado. &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Agora tinha que atravessar a rua e estava sem coragem. Ele precisa abri-lo se quiser viver, precisa abraçar o povo, viver o mundo como é e, assim, se informar e aprender a cuidar de bananeiras, ensinar a plantar para o povo não precisar pedir. Prometerá a si mesmo que não dependerá mais dos outros se não quiser ser escravo, servo ou operário. O jovem Brasil precisará assumir suas responsabilidades.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1430118638852024251?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1430118638852024251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1430118638852024251' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1430118638852024251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1430118638852024251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/um-recm-adulto-sedentrio-porm-cheio-de.html' title='Um recém-adulto sedentário, porém cheio de ocupações.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3520446796939961870</id><published>2008-08-29T11:01:00.004-03:00</published><updated>2008-08-29T11:38:55.571-03:00</updated><title type='text'>Divulgação.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SLgDQhy8ZQI/AAAAAAAAAAM/lAN5SeGIQvs/s1600-h/convite+virtual+Manual+da+ex+e+atual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5239941748930405634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SLgDQhy8ZQI/AAAAAAAAAAM/lAN5SeGIQvs/s400/convite+virtual+Manual+da+ex+e+atual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;Por Heloísa Noronha.&lt;p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Gente, essa semana ficou complicado postar algo inédito e legal. Hoje o dia também vai ser corrido... Então, vou aproveitar e divulgar o release oficial e o convite para o lançamento do meu livro. Para a semana que vem, prometo publicar um texto bem bonitinho, ok?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Beijos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O RELEASE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MANUAL DA EX, MANUAL DA ATUAL&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Heloísa Noronha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um livro, dois guias. Em &lt;em&gt;Manual da Ex, Manual da Atual&lt;/em&gt;, Heloísa Noronha, jornalista especializada no segmento de revistas femininas, dá dicas essenciais para que as mulheres saibam lidar com a gangorra emocional das relações amorosas – afinal, toda atual foi ex e pode voltar a ser, e toda ex pode acordar atual. As ex aprenderão a superar os momentos de dor e insegurança que afligem quem está com o coração partido e a se libertarem de vez do ciúme, com bom senso e humor. Enquanto as atuais ganharão forças para exterminar, definitivamente, o fantasma da ex de seus parceiros – descobrindo as armas da inimiga e neutralizando-as para evitar atitudes que possam colocar em xeque o início de seus romances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro, que tem projeto gráfico diferenciado para dar conta de sua proposta “dois em um”, Heloísa Noronha mostra que cada mulher reage de uma maneira ao fim de um relacionamento, mas dois sentimentos unem todas elas: o sofrimento e o desejo de vingança. De forma divertida e sarcástica, a autora dá dicas de como ajudar a mulher a alcançar suas metas e viver intensamente cada momento, para se libertar do sentimento de rejeição. Ela mostra ainda como tirar proveito do fim de uma relação, ensinando a ex a se conhecer melhor e se fortalecer para outros relacionamentos. E dá um empurrãozinho para as mulheres identificarem com mais facilidade as reais chances de retomar um antigo romance, ou de esquecê-lo de vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com boas tiradas, a autora consegue chacoalhar a auto-estima até mesmo das mais inseguras, lembrando, por exemplo, que aquele tão desejado ex costumava virar o pescoço até quase quebrá-lo para olhar uma mulher que passava na rua, vivia fazendo críticas à aparência da namorada e estragava todo e qualquer encontro romântico, levando o melhor amigo ou a chata da irmã a tiracolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para a atual que tem uma “mala” infernizando o relacionamento, Heloísa recomenda doses extras de auto-estima para curtir com intensidade o novo namorado. Afinal, como a autora não se cansa de lembrar, o maior desejo da outra é estragar a felicidade alheia, custe o custar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a ex ou para a atual, Heloísa recomenda cuidado total com o ciúme, inimigo mortal de qualquer relacionamento, causador de estresse emocional e físico, constrangimento em público, sentimento de culpa e perda de parceiro. Justa ou estrategista, barraqueira ou sanguinária – não interessa em qual categoria a mulher se encaixa, todas elas possuem uma coisa em comum: já foram ex um dia e podem virar atual a qualquer momento. Para todas elas, &lt;em&gt;Manual da Ex, Manual da Atual&lt;/em&gt; é altamente recomendável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A AUTORA:&lt;br /&gt;Heloísa Noronha é formada há 15 anos em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Iniciou sua carreira no diário do Grande ABC e especializou-se no segmento de revistas femininas. Foi editora de comportamento e sexualidade da &lt;em&gt;Nova&lt;/em&gt; e de beleza e saúde da &lt;em&gt;UMA&lt;/em&gt;. Tem textos publicados nas revistas &lt;em&gt;Claudia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Capricho&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Criativa&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;VIP&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Playboy&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Viva Saúde&lt;/em&gt;, entre outras. É co-autora dos livros &lt;em&gt;Beleza&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Saúde &lt;/em&gt;da série Bem-Estar, da Publifolha, e escreve atualmente para os projetos customizados da Editora Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FICHA TÉCNICA&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título: &lt;em&gt;Manual da Ex e Manual da Atual&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: Heloísa Noronha&lt;br /&gt;Páginas: 148&lt;br /&gt;ISBN: 978-85-325-2341-9&lt;br /&gt;Código: 9788532523419&lt;br /&gt;Preço: a definir&lt;br /&gt;Lançamento: setembro de 2008 &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3520446796939961870?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3520446796939961870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3520446796939961870' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3520446796939961870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3520446796939961870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/divulgao.html' title='Divulgação.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_b3aph8lJtt0/SLgDQhy8ZQI/AAAAAAAAAAM/lAN5SeGIQvs/s72-c/convite+virtual+Manual+da+ex+e+atual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5986694122264053893</id><published>2008-08-28T23:20:00.004-03:00</published><updated>2008-08-29T11:37:22.521-03:00</updated><title type='text'>Abre-te Sésamo.</title><content type='html'>&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;p&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saio do trabalho tarde da noite, madrugada já (esses serões ainda me matam) cansado, exausto, pensando somente num banho quente e em me atirar na cama.&lt;br /&gt;Chego ao portão do meu prédio e começo a bater as mãos nos bolsos em busca da minha chave, e o que encontro? Nada.&lt;br /&gt;Bato, rebato e nada dela aparecer. Vasculho a minha pasta como quem procura um tesouro e só encontro os papéis do trabalho, o meu ouro de tolo. Dou uma volta ao redor de mim mesmo, “talvez ela tenha caído” imagino. Mas no meio da minha ciranda lembro que deixei a bendita na mesa da repartição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomado por raiva e impaciência, começo a bater na porta torcendo para que alguém ouça meus apelos. O barulho que ecoa pelo saguão me detém no mesmo instante. Assim como a porta, os moradores que desfrutam do sono dos justos não têm culpa do meu revés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso em ir para a casa de algum amigo, sair à procura de um hotel, me entranhar em algum bar e esperar amanhecer. Mas carrego a expectativa de que alguém do edifício apareça e me abra à porta.&lt;br /&gt;Não quero perder a oportunidade de entrar, já perdi coisas demais por hoje. Resolvo esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente de mim, o tempo não precisa de descanso muito menos de portas abertas para continuar sua função. O relógio já acusa três e meia da manhã e não aparece alma alguma pra me servir de Ali Babá. Nem o porteiro que, desmemoriado como eu, só se lembra de pôr o lixo pra fora por esse horário, nem a morena do quinto andar chegando da estudantina, nem o senhor que sempre assiste à última sessão do cine-teatro, ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encosto-me na pilastra ao lado da entrada e me deixo escorregar até o chão. Estaciono lá, sentado, a ver navios, a ver a porta, a não ver ninguém.&lt;br /&gt;Minha esperança recai inteira sobre o feirante do sétimo andar. Seu ofício o obriga a madrugar todos os dias. Mas até ele deve ter tirado sua folga hoje, ou esquecido de dar corda no despertador, traidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permaneço sentado ao lado da entrada, agora pensando em outras portas que teimam em continuar fechadas. Mas a noite é passageira, mais cedo ou mais tarde o “ninguém” dará lugar ao “alguém” e essa porta há de se abrir para mim.&lt;br /&gt;Quisera eu ter a certeza de que todas as portas abrissem assim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5986694122264053893?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5986694122264053893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5986694122264053893' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5986694122264053893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5986694122264053893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/abre-te-ssamo.html' title='Abre-te Sésamo.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3079752735022164017</id><published>2008-08-27T23:41:00.005-03:00</published><updated>2008-08-27T23:46:57.602-03:00</updated><title type='text'>Desabafo de TPM</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Por Cristiane Senn.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso organizá-las melhor. Não sei se por cor, tamanho, freqüência de uso. Talvez precise de um armário maior. Porque no fim, sempre me atraso e acabo colocando a errada.&lt;br /&gt;Ontem, por exemplo, peguei aquela mais escura de todas, que só costumava usar há uns bons anos. Acabou que deu tudo errado.&lt;br /&gt;Quer dizer, não deu em nada.&lt;br /&gt;Podia ter colocado esta última, que ainda estou fazendo. Mesmo que inacabada, teria sido melhor (melhor mesmo seria não precisar usar nada, mas este mundo é cheio de pudores hipócritas - e eu, como uma hipócrita competente, acabo usando, como todo mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Malditas máscaras. Um dia boto fogo em todas elas e me apareço em carne viva.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3079752735022164017?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3079752735022164017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3079752735022164017' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3079752735022164017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3079752735022164017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/desabafo-de-tpm.html' title='Desabafo de TPM'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8889235844096569753</id><published>2008-08-26T13:21:00.001-03:00</published><updated>2008-08-26T13:23:05.299-03:00</updated><title type='text'>Íris.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinicius Noronha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo parece tão frio&lt;br /&gt;E deserto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem as melhores metas estão livres de seus pecados&lt;br /&gt;E de suas precauções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma pessoa nova surge a cada minuto&lt;br /&gt;Com a receita da perfeição&lt;br /&gt;Com a essência idolatrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada passo dissimula uma incerteza&lt;br /&gt;Que ninguém consegue assumir&lt;br /&gt;Todos se calam&lt;br /&gt;E se calando, não percebem&lt;br /&gt;Que gritam por dentro com a mesma voz&lt;br /&gt;Uma única e bela palavra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não, o sacrifício é sábio&lt;br /&gt;Os corações estão camuflados&lt;br /&gt;E não conseguem mais olhar para os lados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desejos silenciam&lt;br /&gt;Não descobriram nenhuma dignidade livre&lt;br /&gt;Os sentidos se isolam&lt;br /&gt;E cada um se torna sua própria prisão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8889235844096569753?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8889235844096569753/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8889235844096569753' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8889235844096569753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8889235844096569753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/ris.html' title='Íris.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8871271406386364347</id><published>2008-08-25T23:37:00.005-03:00</published><updated>2008-08-25T23:44:50.817-03:00</updated><title type='text'>Calel &amp; Klóvis.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;Hoje resolvi escrever algumas coisas que tenho que ficar ouvindo do Calel e do Klóvis, respectivamente, meu anjinho e meu diabinho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calel: - você não acha que já está passando da hora de você tomar uma atitude na sua vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Klóvis: - fica frio chefia! A gente já tamo na metade do ano, deixa isso pro ano que vem! Aí vem o verão e tu toma com gelo! He he he he!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - o tempo está passando, as coisas estão se acumulando e você não consegue concluir nem as tarefas mais simples que se propôs a executar e nem as outras que são de extrema importância para o seu crescimento profissional e pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - desencana cara! O que é do homi o bicho num comi! Tu vai conseguir tudo que tu quer mesmo sem correria. Tu é sangue bom e os chegados vão agitando as paradinhas pra ti.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - você deve construir seu caminho sozinho pois cada um tem o seu. Não deve ficar na dependência de ninguém porque sua conquista é pessoal. Se tudo der errado a responsabilidade será somente sua e com isso aprenderá muito sobre a vida e seus obstáculos. Mas se tudo correr bem o mérito será todo seu. E o prêmio também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - papo furado! Ninguém consegue nada sozinho! O grande lance é trocar figurinha. Aliás troca-troca sempre é bom!! He he he he!! E se tu se fuder pode botar a culpa nos loki.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - você tem o livre arbítrio para escolher o que quer fazer. Entretanto sei que você não é assim e tem plena consciência de suas mazelas. Por isso estou aqui sempre e quero lembrá-lo que nesse momento você não está se esforçando para melhorar sua vida e está fraquejando ao deixar que o desânimo lhe impeça de realizar todos os seus projetos e as mudanças necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - que mané mudança! Quem gosta de mudança é o neném quando tá mijado! Em time que tá ganhando nóis num mexe! Se tu tá feliz desse jeito, fica de boa, meu camarada! Quem que não tem preguiça? Quem que não tem desânimo? É normal, ora bolas! Entra numas de trabalhar demais que tu vai ficar estressado e ter um câncer do brabo! Fica na paz e curte a vida do jeito que tu achar melhor. Pô, coçar o saco não é crime. E nem é pecado!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - todos aqui sabem dos seus sonhos e que acredita neles. Nós também acreditamos que você possa realizá-los mas não podemos fazer nenhuma interferência já que você não tem feito a sua parte. Você sabe de seu potencial mas vive adiando a retomada de suas atividades por medo ou insegurança. Sem dúvida que a sua história de vida influencia cada ato seu mas até quando vai deixar que o seu passado interfira no seu futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - pô, tu tá com pressa? Se tá então manda bala! A galera toda daqui também já sacou que tu tá com a faca e o queijo na mão e que a hora que tu resolver tu ganha o jogo. Vai nessa que é uma boa, tu vai cumê muita mulé! Mas se tá griladão dá um tempo pra poeira baixar. Fica de frozô mais uma carinha.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - porque não volta a anotar seus diários como fazia no passado? Aquilo era importante e lhe auxiliava muito na organização de seus compromissos. Você era bem disciplinado e agora relaxou bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - pra quê perder tempo rabiscando os babados que já rolou? Num fode! Quem vive de passado é museu! Vai ver televisão que você ganha mais! Vai pra pracinha tomar um sol e filma a mulherada do teu pedaço batendo perna! Que delícia! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - em relação aos seus diários sei que você está bem resolvido sobre esse assunto porque sabe muito bem que a leitura deles daqui há algum tempo vai lhe ajudar muito no auto-conhecimento. Mas lamento que atualmente você esteja tão displiscente e preguiçoso. Você reparou que ficou mais de uma semana sem publicar nada no seu diário virtual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - tá de bob, cumpadi!?! Esse papo de escrever na internet é o maior caô! Num serve pra porra nenhuma! Neguinho fica de recadinho pra lá e pra cá, jogando confete um no outro e num acontece nada de interessante. Se liga, brô!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - você nunca mais foi a mesma pessoa depois que entrou nesse mundo virtual. Conheceu pessoas abençoadas que somente com palavras lhe sensibilizaram e lhe ensinaram muita coisa. E apesar do profano, algumas que conheceu pessoalmente também foram importantes para sua evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - que lindo tudo isso!! E do escroto que escreve aquelas pérolas maravilhosas pra agitar a galera? E aí mané? Num fica injuriado? Que que tu acha dele ficar queimando teu filme por aí, fazendo a tua caveira a três por quatro? É engraçado? Manda um vírus pra esse fela da puta! Agora vai, reconhece, o bicho é piradão mas tem um puta senso de humor e é inteligente pra cacete, fala aí?!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - nessas horas é que fico orgulhoso de você por não se deixar afetar por esssas tentações de seres tão involutivos. Felizmente sabe aproveitar o que existe de melhor nesse mundo virtual porque tem a compreensão de que o que existe de bonito e saudável ali é infinitamente superior as coisas maléficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - puta que o pariu! Que papinho mais babaca! Isso tudo é conversa pra boi dormir. Quer saber de uma coisa? Já que tu quer ficar nessa merda aqui vai ver um site de putaria que tem coisa bem mais manera pra tu ver. Muito bom! Recomendo!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - levanta a cabeça e olha para frente. Não deixe que tudo que acumulou de bom dentro de você se perca ou seja desperdiçado. Aproveita a ociosidade para criar e produzir. Se torne imortal com a sua obra. Volte a escrever seus diários. O virtual deve ser olhado com carinho pois existem algumas pessoas que são especiais para nós que gostam de ler suas idéias. Elas merecem sua consideração e você sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - colé anjo do caralho! Vai tomar no cú, porra! Vai se fuder! Deixa o cara curtir a vida do jeito dele! Todo mundo sabe que ele não tem nada de santo!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - reflita sobre tudo o que foi dito hoje. Quando precisar é só chamar pelo Pai que Ele estára sempre à sua disposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;K: - blargh!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C: - que Deus ti abençoe, meu filho!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8871271406386364347?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8871271406386364347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8871271406386364347' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8871271406386364347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8871271406386364347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/calel-klvis.html' title='Calel &amp; Klóvis.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-873099989415424133</id><published>2008-08-24T22:29:00.003-03:00</published><updated>2008-08-24T23:28:32.190-03:00</updated><title type='text'>Que comecem os jogos!!!!</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Daniel Ramos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não caros leitores, eu não pirei de vez! Afinal de contas vocês devem estar se perguntando por que diabos eu escrevo um post com um título desses no exato dia em que termina o maior evento esportivo do mundo. E deixo claro também que não tratarei aqui das para-olimpíadas, prestes a se iniciarem. O jogo ao qual me refiro é um que está na sua aurora, porém ficou meio ofuscado nas últimas semanas: O jogo político!&lt;br /&gt;Calma, não pretendo aqui fazer um texto de revolta, partidário a alguma causa, nem tampouco fazer propaganda para algum candidato específico, até mesmo porque eu nem acompanho a vida política do país de forma acintosa para que possa escrever algo coeso e embasado. Porém, com a graça do nosso bom criador, eu fui agraciado com dois olhos que enxergam além do óbvio e dois ouvidos que fazem uma conexão direta com minha maldita boca, a qual não consigo calar nem mesmo nos momentos mais inoportunos. E é com essas ferramentas que tenho observado o que acontece nessa época eleição. Não vou cair no lugar comum e explanar sobre as táticas de santinhos e afins, mas sim a um fato que ao meu ver vem aumentando nas últimas eleições. Noto que nas eleições, para prefeitura principalmente, está havendo um crescente número de candidatos pouco convencionais, daqueles que você não consegue imaginar colocando um terno e possuindo um gabinete na câmara dos vereadores, quanto mais discutindo e elaborando leis que venham ao encontro da população votante. Contrariando as leis imaginadas por Platão, nas quais em uma sociedade utópica, a justiça seria que cada um fizesse o que lhe é cabido e a política deveria ser praticada por aqueles realmente aptos a fazê-la. Mas não é o que tenho visto já a algum tempo nas eleições. Você leitor, em sua mais elevada parcela de consciência, votaria em um candidato chamado CARABINA? JORGE DO CEMITÉRIO, que faz propaganda na mesma perua que transporta os cadáveres e que na última eleição obteve apenas um voto...E NÃO FOI O DELE! Ou seja, nem o próprio candidato acredita nele. E o que dizer de nomes como JAPONÊS DO FUNK, SUELI MACARRÃO e TONINHO DA MERCEÁRIA; esse último com o convidativo slogan “eu odeio gente chique, eu não uso sapato”(???!!!). Por mim eu mudaria a frase para “eu odeio gente chique, eu não uso sapato e recebo minhas informações de um gorila azul com asas que fica no meu ombro”. Ficaria mais a cara dele. Enfim, é a liga da justiça dos candidatos cretinos!&lt;br /&gt;Mas é claro que muitos deles acabam entrando, por dois principais motivos: o primeiro é o bom humor típico do brasileiro e o segundo é a categoria chamada voto-protesto. Sim, é esse voto que conta com a desilusão do povo com relação aos candidatos e que acabam votando nas chamadas figuras como uma maneira de afrontar a própria política. Mas isso acaba gerando um círculo vicioso, onde o voto-protesto serve para protestar( nossa, Jura!!!), mas ao mesmo tempo acaba elegendo um candidato que não irá resolver muita coisa, deixando o povo revoltado e voltando ao início do círculo.&lt;br /&gt;Só para ilustrar, em Santos, nos anos 80, o vereador mais votado foi o incrível ZÉ MACACO, que tinha essa alcunha devido ao seu trabalho de distribuidor de panfletos, vestido de....adivinhem?Sim, um símio. Ou seja, o presidente da câmara dos vereadores de Santos seria um ser travestido de gorila. Seria se ele não fosse completamente analfabeto, o que deu o lugar ao segundo vereador mais votado.&lt;br /&gt;Enfim, seja responsável por suas ações, porquê o voto, protesto ou não, pode acabar colocando no poder alguém sem a menor condição de ser o seu representante máximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-873099989415424133?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/873099989415424133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=873099989415424133' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/873099989415424133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/873099989415424133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/que-comecem-os-jogos.html' title='Que comecem os jogos!!!!'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-8721537958777317013</id><published>2008-08-23T00:24:00.005-03:00</published><updated>2008-08-23T11:34:08.627-03:00</updated><title type='text'>Misticismo.</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Felipe Grilo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;História real que aconteceu nesta quarta-feira em minha casa, e que me fez pensar. Leiam e tirem suas próprias conclusões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Toca o telefone. Acusa no "detecta" do aparelho que é a minha vó. Não atendo, nem faço questão (por motivos que não vêm ao caso, não gosto dela). Deixo tocar, tocar, tocar, até minha mãe voltar do supermercado com uma sacola nos braços e abrir a porta do apartamento. Digo: "é a sua mãe", para que ela venha correndo atender.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa minha mãe mostrava vontade de rir, mas segurou até colocar o fone no gancho. Ao colocar, percebendo as risadas contidas, perguntei o que ocorreu. Então ela começa a contar:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Filho, ouve só essa: a vizinha da minha mãe acordou com uns vômitos, umas dores, e parece que começou a gritar, a espernear, até a jogar panela pro alto e falar um monte. Sua avó fechou todos os trincos da casa, se trancou no quarto pra rezar, mas antes me ligou pra desabafar comigo e me falar que a família disse que ela tá com espírito! Chamaram até pastor pra exorcizar. Daqui a pouco ela me conta mais."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto minha mãe falava e ria, a alça da sacola de plástico que ela carregava vinha esbarrando no aquário do McFish - meu peixe betta de estimação, que mora nas redondezas entre o telefone e o meu computador. Notei que o bichinho tava em pânico por causa da sacola se mexendo!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;McFish, meu companheiro de sedentarismo, é um cara meio alheio a tudo que o cerca. Também pudera: o mundo dele é formado pelos poucos centímetros cúbicos de água por onde nada, as pedrinhas brancas do aquário e a plantinha de plástico. Ao redor do vidro onde costuma bater com seu focinho, existem minha pilha de CDs e cadernos, uma corneta vermelha, Arioswaldo (minha noz também de estimação, na qual desenhei uma carinha de mal) e uma aranha de plástico, além da parede branca, um mural também branco e uma pequena bolsa, da qual McFish tem um pouco de ciúmes e reage com muxoxos quando penso em tirá-la de perto dele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convenhamos: se você fosse um peixe, sentiria tédio total e absoluto. McFish chega a bocejar. Por isso, desconfio que ele sempre nada olhando pro lado esquerdo para se distrair, porque nele existe o maior número de bugigangas fora do vidro. Também desconfio que ele "sabe" que é um peixe e tem consciência de que aquele outro peixe, igualzinho a ele, é um reflexo. Tudo isso sem saber o que é um aquário, e sem imaginar que o vidro é impermeável a coisas sólidas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Teorias que explicam duas coisas: o seu tédio acentuado por conhecer sua existência, suas privações e não poder fazer nada a respeito – eu até gostaria que ele pensasse ser um pássaro! – e o fato de ter tido quase um infarto, tadinho, ao ver a alça da sacola esbarrando no vidro, tudo com direito a ficar no lado extremo oposto do recipiente pra "aquilo branco e brilhante" não lhe tocar, e a dar bicadinhas na margem da água para compensar sua deficiência respiratória piorada pelo susto.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sei lá. Só sei que, de fato, ele ficou uns quinze minutos com medo até do meu dedo, ao tentar me aproximar para ver se conseguia acalmá-lo. Mas não: dava a ré com as barbatanas e fazia aquela cara de "nããããão!" que só ele sabe fazer, com suas bochechas grandes e sua boca bicuda. Depois passou.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;***&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Minha avó voltou a ligar, como combinado, para minha mãe atender e me contar o resto da história. O tormento por lá já tinha passado e a cena, que remontava aos períodos medievais, sucumbiu diante da farsa da mente. O pastor benzeu a infeliz e a levou ao hospital, pois era vítima não de um ente do mal, mas de uma cólica no fígado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-8721537958777317013?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/8721537958777317013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=8721537958777317013' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8721537958777317013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/8721537958777317013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/superstio.html' title='Misticismo.'/><author><name>Grilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01432247423422781684</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3292521907244451891</id><published>2008-08-22T14:40:00.005-03:00</published><updated>2008-08-22T18:23:31.237-03:00</updated><title type='text'>Teorias.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Heloísa Noronha.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;Domingo passado tive uma conversa com minha prima Crica que me deixou bastante pensativa. Mãe de três filhos (uma adolescente e um casal de gêmeos), ela defende a tese de que a educação dos pais não interfere muito na personalidade das crianças. Segundo Crica, elas já nasceriam com o temperamento formado – e ele apenas iria sendo moldado conforme o tempo. Talvez essa teoria tenha mesmo sentido... Esse bate-papo me fez lembrar de uma cartinha que escrevi para o Papai Noel quando tinha 9 anos de idade e que foi guardada com muito carinho. Assim como fez a Cri há umas duas semanas, transcrevo, aqui, uma pérola da minha infância que mostra que algumas características psicológicas da pequena Helô ainda estão bem presentes na versão adulta. Vejam só:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Querido Papai Noel,&lt;/em&gt; (mostrando seu lado carinhoso)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Natal está chegando e todas as crianças pedem brinquedos para o senhor. E eu gostaria que o senhor trouxesse para mim os seguintes brinquedos: o Mini-cine e o Passatempo. &lt;/em&gt;(objetividade ao pedir o que quer)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se o senhor trouxesse esses dois brinquedos para mim, eu ficaria muito agradecida, tá? &lt;/em&gt;(atirando as teias da sedução em cima do Papai Noel)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todos os anos, no dia 25 de dezembro o senhor me visita e traz presentes para mim, e eu sempre gostei, mas desta vez eu vou adorar, viu?&lt;/em&gt; (sensibilidade para fortalecer a auto-estima alheia)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu ficaria muito grata se o senhor trouxesse esses dois brinquedos para mim como eu já lhe disse, viu?&lt;/em&gt; (insistência e teimosia absolutas para alcançar suas metas de vida)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O senhor pode deixar os brinquedos perto dos meus sapatinhos, tá legal?&lt;/em&gt; (desde pequena já ligadíssima em sapatos)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Junto deles o senhor encontrará um cartãozinho de boas-vindas.&lt;/em&gt; (apreço pela escrita)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os meus sapatinhos o senhor encontrará perto da árvore de Natal e do presépio.&lt;/em&gt; (subestimando a capacidade masculina de encontrar as coisas)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Que legal o Natal ser comemorado no dia que Jesus Cristo nasceu, não?&lt;/em&gt; (ironia fina ao tirar uma com a cara do Papai Noel)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bom, tchau!&lt;br /&gt;Um beijo e um abraço,&lt;br /&gt;Heloísa J. de Noronha&lt;br /&gt;09-12-1981&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vocês acham?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3292521907244451891?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3292521907244451891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3292521907244451891' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3292521907244451891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3292521907244451891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/teorias.html' title='Teorias.'/><author><name>Heloísa Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01715562719338020393</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-6446776173955026956</id><published>2008-08-21T17:24:00.004-03:00</published><updated>2008-08-22T01:50:07.236-03:00</updated><title type='text'>Gerações.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Por Adriana Hernandes.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;Ele sonha com uma casa maior.&lt;br /&gt;Ela sonha com a casa da Barbie.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele esboça plantas no AutoCAD.&lt;br /&gt;Ela desenha um sol sorridente.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Ele acabou hoje “Crime e Castigo”.&lt;br /&gt;Ela começou ontem “Reinações de Narizinho”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele quer trocar de carro.&lt;br /&gt;Ela quer um Dálmata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele acha a mão dela tão pequena.&lt;br /&gt;Ela acha o nariz dele tão grande.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele a repreende.&lt;br /&gt;Ela chora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele se arrepende.&lt;br /&gt;Ela fecha a cara.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele pede desculpa e se explica.&lt;br /&gt;Ela pede desculpa e reconhece.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele fica com os óculos embaçados por conta do vapor do café.&lt;br /&gt;Ela fica com bigodinho por conta do leite com chocolate.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele morre de medo de seqüestro.&lt;br /&gt;Ela morre de medo do escuro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele vive engolindo sapos.&lt;br /&gt;Ela engoliu uma tampa de caneta.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele tem gastrite nervosa.&lt;br /&gt;Ela está com catapora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele detesta ervilhas.&lt;br /&gt;Ela teve a quem puxar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ele já encontrou três fios de cabelo branco.&lt;br /&gt;Ela já pegou o batom da mãe escondida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ela faz todo o sentido.&lt;br /&gt;Ele é o melhor do mundo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;E mesmo cada qual com o seu tempo, eles seguem juntos, paralelos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-6446776173955026956?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/6446776173955026956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=6446776173955026956' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6446776173955026956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/6446776173955026956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/geraes.html' title='Gerações.'/><author><name>Adriana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04643988461625619085</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_vnGqSz-pQIM/S5BpfUThvKI/AAAAAAAAABU/ljW3SvRpMqk/S220/42205503_1.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-3019982314332580470</id><published>2008-08-20T10:03:00.008-03:00</published><updated>2008-08-22T18:20:55.478-03:00</updated><title type='text'>Pré-texto.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Por Cristiane Senn.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mero pretexto pra dor-de-cotovelo.&lt;br /&gt;Porque não há dor que não se faça pretexto pra folha em branco.&lt;br /&gt;Pré-conceito com pré-texto de pré-escola. Tudo ao p(r)é-da-letra. Coisa que não se entende, porque ficam procurando pêlo em ovo de codorna – e sem lupa! – em vez de depilar tudo por pré-caução.&lt;br /&gt;Fora isso, ela subia a ladeira apressada todo dia. Apressada ela, não a ladeira. Claro que não morava na ladeira. Morava no mundo, no Brasil, neste Brasil varonil, que não ousava cantar com sua voz enternecida. Morava no cinza, na fumaça cinza, na buzina cinza, no mar de gente cinza atravessando a rua no vermelho. Mar poluído, nunca tinha visto uma vida ali. Perguntavam aonde ia a princesa com tanta pressa. Ia tirar o pai da forca e a barriga da miséria. Mas nunca que iam acreditar, então nem respondia os pedreiros cheios de amor pra dar. Olhava pra frente sempre, sem saber muito pra onde olhar. Escutando um desses chicos no seu ipod de mentira. E nem sabia que diferença tinha a mentira da verdade, pois quando é que se pode averiguar?&lt;br /&gt;No caminho, a loja de eletrodomésticos tocava “&lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;we’ll never gonna survive unless we get a little crazy...&lt;/span&gt;”. Mas ela nem entendia inglês, então continuava olhando pra frente, concentrada nesse noel rosa que a Marta gravou pra mim aqui.&lt;br /&gt;Não queria nem choro nem vela nem fita amarela, feinha essa cor, né. Diz que era “feiosinha” o certo. Mas que “feiosinha” era mais feio que “feinha”, isso era. Mais feio que a cor amarela. Marta era inteligente e tinha ensinado muita coisa pra ela, mas também era chata porque corrigia tudo o que ela escrevia. Tudo. O texto nem parecia mais o dela, ficava texto da Marta. Raiva.&lt;br /&gt;Ia-se indo pra biblioteca quando desmaiou. A mochila que caiu sumiu com o pivete que “deixa que eu te ajudo tia” e zup! ou vup! ou pluft! ou sei lá. A senhora que passou do lado fez uma oração, mas nem encostou nela, nem olhou pra ela, talvez nem orasse pra ela, talvez fosse uma praga, talvez nem fosse nada. A cabeça doía e ninguém. Ninguém. Daí que veio aquela moça que disse “ai, você é aquela que mora com a Marta, né?”. Ai, que ter de lembrar da Marta com a cabeça doendo é foda. A moça se abaixou com a cabeleira enorme que ela quase engoliu. 7 segundos de cheiro de shampoo ruim até levantar. Sentou na cadeira do guardinha da biblioteca, que trouxe um copo d’água. Já a conhecia de tanto que ela vinha ali, mas ela mesma nunca tinha visto bigodinho mais ridículo e nojento, tomara que não seja copo dele. E a moça: “Mas o que que foi acontecer, quer que chame um médico, alguém? Mas que cabeça a minha! Vou chamar a Marta!”. E ela: “Mas que cabeça a minha, como dói essa merda.” Isso só pensou (capaz que ia falar), enquanto mexia em sinal negativo. Deusmelivre da Marta agora. Já não basta ficar corrigindo os textos, querer corrigir a saúde. Bebia, mesmo e daí? Sabia que não podia, mas e daí? Daí que desmaiava assim, na frente da biblioteca, na saída do boteco, dentro da livraria, na seção de auto-ajuda. Lembrou de quando vomitou em cima do “Como ser feliz”.&lt;br /&gt;De noite a Marta perguntou do desmaio. Ela fez uma cara de nem-foi-nada, não tinha comido e tal e passou logo. “E sabe que andei &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;lendo&lt;/span&gt; aquele seu último texto da dor-de-cotovelo e não entendi. Você não escreve bem o português. Já disse que posso te dar umas aulas. Já corrigi ele. Mudei umas palavras no final. Não é “feinha”, é “feiosinha”, já te disse isso duzentas vezes”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;É, a Marta já tinha dito tudo aquilo e muito mais umas duzentas vezes, até mais. Quanto tempo será que fazia não dizia coisa nova? Um dia ia mandar calar a boca, mas por enquanto era a irmã mais velha que trabalhava. Num escritoriozinho de merda. E porque namorava o filho do patrão. Empreguinho de merda, namoradinho de merda, patrãozinho de merda, gramatiquinha de merda. Era assim que ela via a Marta. E a Marta via ela como? Imatura, preguiçosa, ruinzinha de português, nunca-ia-entrar-na-cabeça-que-crase-era-artigo-mais-preposição, texto de pré-escola. Mas era dor-de-cotovelo, disso tinha certeza. Quem nunca ia entender nada era a Marta. Não tinha criatividade pra nada, nem pra escrever, nem pra reclamar, nem pra arrumar namorado. Acho que nem pra respirar. Me deixa escrever em paz, porra! Mas isso só pensou. Capaz que ia falar. Joana era muda.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-3019982314332580470?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/3019982314332580470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=3019982314332580470' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3019982314332580470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/3019982314332580470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/pr-texto.html' title='Pré-texto.'/><author><name>Cri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10556833750529043003</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='33' height='28' src='http://bp3.blogger.com/_H8-8ES0KpzM/SH0HwIecCUI/AAAAAAAAAAM/Xkrr8z0Fn4g/S220/BXK16754_grilo-verde800.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-1495101678215314831</id><published>2008-08-19T23:36:00.009-03:00</published><updated>2008-08-19T23:44:55.583-03:00</updated><title type='text'>Aos 20 e poucos anos.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Vinícius Noronha. &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;Complicado ter 20 e poucos anos. Divisor de águas. Linha tênue que separa o desbunde adolescente da sisudez adulta. Tá na hora, rapaz, você não pensa em casar? Mas já vai casar? Como está sua carreira? Daqui a pouco pode ser tarde demais, vamos farrear por aí? Você não acha que está velho demais pra continuar fazendo esse tipo de coisa? O que nos sobra aos 20 e poucos anos são dúvidas disfarçadas de cobranças, ou seriam cobranças disfarçadas de dúvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até alguns segundos atrás a vida parecia tão automática. A pretensão do sucesso era apenas uma miragem no horizonte, e agora o horizonte está logo ali na outra calçada. A falta de experiência amorosa justificava o nosso mergulho em todo tipo de namorico mais-que-perfeito, e então passamos a lidar com um pretérito imperfeito que nos traz descobertas suficientes para certificar que o amor é muito mais real que a catarse de paixão que procurávamos cegamente, e que a carência é nossa principal inimiga. Nossos pais eram nossos eternos guardiões, a todo o tempo comungavam milagres como a comida que aparecia na mesa e as meias sujas que misteriosamente surgiam limpas e guardadas na gaveta. De repente se tornaram humanos, quase gente como a gente. Ditavam obrigações, e agora a sentença vira quase um conselho. Mas como alguém que até alguns dias atrás chamava intervalo de recreio vai se acostumar fácil com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 e poucos anos implica em tomar decisões diferentes. Não são mais decisões de uma noite como a roupa certa, o lugar ideal, a garota mais gata (e não que essas decisões tenham sumido, mas saíram do topo da fila para um lugar intermediário). Agora a flecha aponta para inúmeros alvos cujos nomes ainda nos dizem pouco: “arquitetura” “engenharia agrônoma” “especialização em mídia”. A falta de perspectiva que a adolescência nos brindava era uma dádiva e não tínhamos consciência disso. Mas porra, somos jovens e o que falta de preparo sobra em gás, coragem, ímpeto. Ok, desbravamos essa rota. A correria continua, a caravana passa, a sua estrada parece insossa e algumas situações te fazem pensar “eu errei?”. Errar aos 20 e poucos anos devia ser um direito, mas não adianta, os dias nos fazem acreditar que um erro tão absurdo é o equivalente a perder milhões em ações. Há tempo para conserto, mas é mais conveniente pensar que não há, que tudo é movido por urgência e conquistas precoces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver sem pensar em sobreviver, eis o dilema. Alguns amigos se dão bem, outros não, e cheios de pontos de interrogação te acionam. É bom isso. Juntos, nos tornamos mais fortes e 20 e poucos anos é idade em que a força conjunta pode ser determinante para desviar as pedras no caminho. Parece até que a vida se inicia pra valer aqui e neste exato instante. Os 100 metros livres começaram e você foi o único que não escutou o disparo de largada. Tudo fica estático, e medos e incertezas dos 30, 40, 50 anos invadem a sua idade. “Será que vou ficar sozinho?” “Vou poder mudar quando eu quiser?” "Serei feliz com as minhas opções?". Aí um amigo das antigas que ainda não foi atingido por esse desespero imediato te dá o mesmo tapa na nuca de quando tinha 15 anos, e você nota que é possível envelhecer e ainda sim ser o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ideais que nos desmontam: crescer, aprender, lutar, persistir. E a responsabilidade de vencer. Vencer é ótimo quando se sabe exatamante o que seria uma vitória pra gente. Aos 20 e poucos é comum confundir o que o mundo espera da gente e o que esperamos de nós mesmos, ou juntar tudo no mesmo caldeirão e fingir que, seguindo a trilha mais óbvia, seremos o que sempre quisemos ser. Mas calma, não há o que temer, os sonhos não envelhecem. Só precisa torná-los mais práticos, mais palpáveis. Simples? Claro que não. Se tudo fosse tão simples assim, seria um porre. É preciso colhões pra tudo, inclusive pra se perder, e claro, depois deliciosamente se encontrar e fazer do seu traçado o motivo de abrir os olhos todas as manhãs.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-1495101678215314831?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/1495101678215314831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=1495101678215314831' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1495101678215314831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/1495101678215314831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/aos-20-e-poucos-anos.html' title='Aos 20 e poucos anos.'/><author><name>Vini Noronha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10325355640471708715</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-5421553124488928795</id><published>2008-08-19T00:14:00.003-03:00</published><updated>2008-08-19T00:24:30.420-03:00</updated><title type='text'>Tudo é relativo.</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;p&gt;Por Sergio Faria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe quando você se apaixona por uma pessoa meio misteriosa que ainda não conseguiu decifrar, ou por alguém que, mesmo conhecendo há algum tempo, continua sendo meio que uma incógnita pra você? Pois é, você só tem dois caminhos: falar ou não sobre essa sua paixão. Olhando pra mim e também influenciado por alguns amigos, cheguei a algumas conclusões e resolvi escrever sobre isso pra eles (e pra elas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que na prática é muito complicado mas tenho algumas idéias sobre essas situações. Assim: se esse dilema continuar, acho uma boa tentar "jogar xadrez", ou seja, olhar bem suas opções, pensar em todas as possibilidades e avaliar cada movimento sempre olhando lá na frente. Exemplos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não se confessar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - pode ser que ela nunca tenha te olhado diferente e nunca venha a ser interessar por você. Nesse caso, ficar na sua é a melhor pedida porque assim não haverá nenhum constrangimento, as coisas continuarão no mesmo lugar e cada um seguirá o seu caminho. E vai saber se ela não te acha um mala ou é uma dissimulada que quer ser simpática com todo mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - pode ser que ela te ache uma pessoa interessante mas nunca alimentou nada porque te acha bem diferente dela. Ou por te ver como uma pessoa exigente, seletiva e até "muita-areia pro-caminhãozinho" dela, acabe achando que não tem a menor chance contigo. Nesse caso, se você não falar nada pode estar deixando de viver uma relação bem legal com uma pessoa dedicada que vai te valorizar como poucas. E pra piorar pode aparecer alguém mais ousado que você que vai chegar junto da moça e levá-la embora. Quem te garante que o espertinho vai cuidar bem dela e fazê-la feliz como você faria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - pode ser que ela também esteja apaixonada por você mas disfarça e se reprime por vários motivos: timidez, medo, insegurança, trauma... Não falando nada você vai deixar de viver uma paixão avassaladora onde rolaria uma entrega total. E quem sabe Deus não colocou esse ser humano no seu caminho pra dividirem muitos momentos de felicidade? Então acho melhor fazer a sua parte porque Ele faz a dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se você se confessar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - pode ser que ela não aceite os seus sentimentos e ainda por cima se afaste de você. Se isso acontecer foi positivo o seu desabafo porque assim pôde conhecer melhor essa figurinha e constatar que ela não tem a menor sensibilidade pra ti entender. Sendo assim acho que ela não merece nem sua amizade. Já vai tarde! Viu como as aparências enganam? Mas se você continuar amarrado numa lambisgóia dessas, meus pêsames! Você não tem amor-próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - pode ser que ela queira somente sua amizade. Sendo sensata e madura ela vai te achar especial por ter falado o que sente e vai se esforçar ao máximo pra continuar ao seu lado mesmo depois de sua confissão. E se você sumir provavelmente ela vá entender e esperar que você se "cure". Na sua volta, o vínculo entre vocês vai estar fortalecido e assim poderão compartilhar uma relação fraternal bem bacana. Quem sabe ela até se torne sua confidente e te ajude a conquistar alguém? Veja a amigona que você ganhou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - pode ser que ela te fale que você tá confundindo as coisas mas que te quer muito bem, que se preocupa contigo, blá blá blá, o velho clichê. Você fica decepcionado mas ela fica balançada com a sua revelação. E ao continuar convivendo contigo, ela começa a imaginar a possibilidade de vocês ficarem juntos, os pensamentos transformam os sentimentos e ela também se apaixona. Que legal! Mas se não houver uma manifestação em curto prazo, desencana. Vai à luta, vai viver a sua vida e não perde seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - pode ser que ela também esteja apaixonada mas tenha as mesmas dúvidas que você. Olha só que situação maluca! Um mais inseguro que o outro! Nesse caso, ao se abrir, acho que você receberá um sorriso de felicidade e verá o brilho nos olhos dela. Nesse momento aproveita então pra olhar dentro desses olhinhos, dá um beijo demorado e um abraço bem apertado. Pronto. A partir daí os pombinhos devem aproveitar o que o destino reservou e se curtirem ao máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pensa: e se você continuasse se escondendo e não falasse nada? O grande lance é botar tudo na balança e tomar uma decisão. É claro que falar é muito fácil e só quem tá na pele pra compreender melhor o que se passa realmente. E tudo isso depende também de vários fatores como o grau de intimidade, até que ponto você conhece o histórico da pessoa, da disponibilidade dela ... e isso é relativo! Pessoas comprometidas devem ser descartadas, ignoradas? Eu acredito que não. Pode acontecer de uma pessoa estar infeliz com seu par e não demonstrar porque se acomodou e acha que é assim mesmo. "Não tem tu, vai tu mesmo". Ou talvez esteja esperando encontrar a pessoa certa pra tomar coragem e se livrar daquele traste. Quem sabe não é você o porto seguro que esse alguém sonha encontrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por pensar assim acho que sempre devemos falar de nossos sentimentos e prego isso a todas as pessoas que me pedem opinião sobre o assunto. Temos o livre arbítrio mas nesse caso acredito que reprimir o que se sente só nos deixa angustiados e sofrendo de graça sem ao menos saber o que existe do outro lado. Se é pra sofrer, pelo menos sofra por um motivo real, por alguém que te disse não, que te abandonou, que te traiu... Sofra tudo que tiver que sofrer e depois exorcise tudo de ruim que ficou. Assim você fica mais forte e vai amadurecendo. Mas a cura total só vem com o tempo, nosso grande aliado. Agora sofrer por uma história que é só um faz-de-conta? Fala sério! Ninguém merece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-5421553124488928795?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/5421553124488928795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=5421553124488928795' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5421553124488928795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/5421553124488928795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/teste.html' title='Tudo é relativo.'/><author><name>Sergio Faria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00690486644633360313</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1662988655704795430.post-74975016933320653</id><published>2008-08-17T22:57:00.007-03:00</published><updated>2008-08-18T00:17:56.730-03:00</updated><title type='text'>Micos "conjugais".</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Daniel Ramos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, os relacionamentos... Como pode algo tão simples, nos tirar noites de sono, nos fazer suar frio quando nos aproximamos daquela pessoa especial, fazemos loucuras de amor e paixão para conquistar a pessoa amada e quando conseguimos... Bem, ai começam os primeiros meses de namoro, frio na barriga... Bem vou parar por aqui, porque o resto vocês conhecem. Meu assunto nesse post é compartilhar com os leitores os meus maiores micos em relacionamentos, aqueles de deixar Ben Stiller no chinelo. Preparados? Então, puxem um cadeira (acho que já fizeram isso) e venham ver o espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;MICO 1 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Como sempre começando com um mais light. Estava eu na casa de um desses meus "causos", e notei que ja começava a ficar tarde. Como o namoro ainda estava no começo e eu conhecia bem minha fama de desastrado, evitava ficar pra jantar ou qualquer coisa em que pudesse chafurdar na minha própria lama de patifarias. Mas aquele dia não pude evitar, pois além de estar deveras tarde e meu estômago roncava como motor de patinete, resolvi ficar e deleitar aquela refeição em família. Para minha sorte, os membros da casa haviam saído, e estavamos na casa apenas eu, a "perna-de-calça" da minha namorada na época e o pai dela, dormindo no sofá. O jantar mais tradicional possível para uma noite de sabado: Pizza. Comemorei, mesmo que antes do tempo, pois era algo que dificilmente eu pagaria mico, a não ser que derramasse um fatia de calabreza na minha calça de moleton. Doce ilusão, pois eis que depois que nos servimos do alimento, eu resolvo abrir a garrafa de refrigerante. Só que em minha soberba falta de noção, esqueci que o refrigerante vem numa garupa de moto, com um condutor assás irresponsável, pulando lombadas e chacolhando feito dançarina de axé. Portanto, no momento que abro o refrigerante, aquilo explode de maneira irreprodutível, e confirmando a lei de Murphy, caindo um bom bocado de seu conteúdo em cima da inerte pizza. Aí ja viu, aquilo virou um mar de catupiry, azeitona, lombo e guaraná Dolly. Mas o pior foi meu ex-sogro, recém acordado de sua soneca vespertina, ainda meio grogue, servindo-se calmamente do que sobrou da pobre coitada. Nem quero imaginar a reação dele comendo aquela deliciosa mistura agridoce, tipicamente brasileira (afinal, gente, guaraná é da Amazônia né?!) &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;MICO 2 &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;Esse aconteceu na época da Páscoa, onde se comemoram duas datas importantes: os 40 dias da ressureição de Cristo e a morte da minha vergonha na cara, porque depois desse, só sendo muito cara-de-pau para voltar a frequentar aquele ambiente familiar. Como todos nós sabemos, Páscoa é a época onde nos entupimos de chocolate e equecemos completamente o significado do feriado. Pois bem, estava eu em outra reunião de família, de outra ex-namorada. A família tinha uma tradição de reunir-se na casa da bisavó, onde havia um grande quintal e os pais escondiam os ovos das crianças nas árvores ali localizadas. A festa transcorria tranquilamente, até que percebo que uma das priminhas dela chorava compulsivamente por não ter encontrado seu ovo. Os tios brincavam, dizendo que o coelhinho da páscoa havia escondido ali no quintal mesmo, e um deles, bêbado, me lança: "o namorado da.... procura, é a primeira vez dele aqui, hahahahahah!" E eu, evidentemente na ânsia de agradar, fui atrás do tal ovo. Procurei por todo lugar, e já estava a ponto de chorar mais que a garotinha, quando olho para cima da árvore mais alta da casa e vejo, ali, pendurado em um dos galhos mais altos, o tal ovo. Provavelmente que o deixou ali foi o macaco-aranha da Páscoa, porque para subir àquela altura só sendo da familia dos símios. Bom, dizem mesmo que o homem advém do macaco, resolvi tentar. Até que, para meu espanto, consegui subir de maneira tranquila, arrancando até aplausos da família. Mas eis que pego o ovo, e ja quase no momento de descer, meu pé esquerdo escorrega, e eu sem titubear, prevendo a queda iminente, coloco o braço para apoiar minha queda. Só que da próxima vez que fizer isso, vou colocar o braço ONDE NÃO ESTIVER A PORCARIA DO OVO!!!!!. Resultado, braço fraturado e o ovo de chocolate completamente destruído devido ao meu peso. Os aplausos se transfomaram em olhares de desaprovação, e agora a priminha tinha reais motivos pra chorar. E eu também! &lt;p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;MICO 3 &lt;p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="left"&gt;Sinceramente me pergunto como depois de tanto mico não continuo virgem até hoje. Bem, esse foi mais desgradável ainda do que os outros. Meu namoro já não andava as mil maravilhas, e eu tentava fazer de tudo para agradar. Numa noite, uma prima dela trouxe uma fita de vídeo na qual mostrava minha ex na formatura da quarta série, e nela aparecia seu finado pai. Era o único registro de imagem dele, e aquela fita era uma relíquia familiar. Só que havia um detalhe: eles não tinha vídeo cassete em casa, e eu como sempre, na melhor das intenções, me ofereci para emprestar o meu. Voltei pra casa e peguei meu legítimo "panaphonics" de Bogotá, com uma cabeça e meia, e levei para que pudessemos assistir. Demorei uma hora pra instalar, porque aquilo que eles tinham não era uma TV e sim um fogão de quatro bocas com imagem, mas tudo bem, consegui instalar. Colocamos a fita, e lá estavam as belas imagens dela pequenina no colo do pai, e todos na sala com os olhos marejados de saudade. Mas eis que meu vídeo começa a fazer um barulho estranho, que aumenta a cada minuto. Era um barulho como se lá dentro houvesse um gremlin faminto, um porco gemendo na faca, que estava ficando ensurdecedor, até que a imagem apaga de vez. Todos se entreolham assustados e eu me levanto para ver o que ocorreu. A situação começa a ficar afro-brasileira quando aperto o botão de ejetar e nada da fita sair. O suor frio descia pela minha espinha até chegar no meu glúteo máximo, que nesse momento encontrava-se em estado de animação suspensa devido ao medo. Me virei para os parentes e fiz sinal de negação com a cabeça, como um médico que dá a notícia de um falecimento. Completamente atordoado, levei o vídeo para minha casa e la tentei fazer algo. Aquele lixo teve que ser aberto a golpes de marreta, para então tirar de lá o que sobrou da fita, completamente carcomida e distorcida. Claro que meu namoro não durou uma semana depois daquele fato. Mas faz parte. O namoro foi para o cemitério junto com a fita.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1662988655704795430-74975016933320653?l=coisetal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisetal.blogspot.com/feeds/74975016933320653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1662988655704795430&amp;postID=74975016933320653' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/74975016933320653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1662988655704795430/posts/default/74975016933320653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisetal.blogspot.com/2008/08/micos-conjugais.html' title='Micos &quot;conjugais&quot;.'/><author><name>Daniel Ramos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13595979462215011687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_Ae9r0PgOqoM/SH9qblHMIXI/AAAAAAAAAAM/XdwDmMvZ9pA/S220/DSC00160.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
